William Mori
Pego no braço de Madelyn, levando-a para perto de meu corpo, e murmuro baixo para que apenas o homem ouça.
- Ouse se aproximar dela novamente, e garanto que vai fazer uma viagem a um lugar que nunca conheceu.
O homem se arrepia, coloco minha mão nas costas de Madelyn, me inclino para beijar ela e pergunto.
- Você está bem, princesa?
Ela assente, mas diz.
- Eu poderia ter me defendido sozinha se fosse preciso, William.
- Meu amor, para que sujar suas mãos quando têm alguém que não se importaria de perder as dele por você?
Madelyn esboça um sorriso que tenta esconder, então nos sentamos em uma mesa, com um amigo meu e sua esposa, e noto que Madelyn já começa fazendo amizade com ela.
Então, uma ideia surge em minha mente, minha mão descola de sua coxa, indo até à parte interna dela, e logo tocando sua calcinha.
Ela engasga discretamente com a bebida, os olhos arregalando por um segundo antes de tentar manter a compostura.
Sua risada continua, ainda em conversa com a nova amiga, Alissa, mas eu noto a tensão em seu corpo, a respiração ficando levemente mais pesada.
Inclino-me para mais perto, os lábios quase encostando em sua orelha.
— Continue sorrindo, princesa. Mas abra um pouco mais as pernas pra mim.
Ela não me encara, mas obedece. Sutil, como se estivesse apenas se ajustando na cadeira.
Meus dedos deslizam por cima do tecido fino da calcinha, sentindo o calor pulsante ali, a resposta do corpo dela ao meu toque ousado em público.
Seu rosto está corado agora, mas ela finge normalidade com maestria.
Minha mão movimenta-se devagar, pressionando o centro de seu prazer, e sinto sua coxa tremer levemente.
Sussurro novamente:
— Gosta de brincar assim, no meio de todo mundo?
Ela morde o lábio inferior, tentando conter um suspiro, e apenas balança a cabeça.
Alissa ri de algo que meu amigo disse, completamente alheia à tensão elétrica que se espalha por baixo da mesa.
Eu me delicio com isso — com o controle, com o risco, com o fato de que ela está completamente entregue mesmo quando tenta parecer no controle.
Mas então ela vira o rosto para mim, os olhos brilhando com uma chama desafiadora.
— Você começou isso, William. Mas quem disse que vou deixá-lo terminar?
A resposta me arranca um sorriso perverso.
— Veremos, princesa. A noite ainda é longa.
Ela cruza as pernas de repente, prendendo minha mão entre suas coxas.
O movimento é tão firme quanto inesperado, e seus olhos me encaram agora com um brilho malicioso.
— Agora você vai ficar exatamente aí, William. Quieto. Se ousar mexer um dedo… eu levanto da mesa e conto pra sua amiga que tipo de safadeza você gosta de fazer em público.
Eu arqueio uma sobrancelha, surpreso — e excitado. O controle fugindo por um instante só me acende mais.
— Você é cruel — murmuro, a voz rouca.
— Sou justa — ela responde com um sorrisinho que mistura doçura e veneno. — E gosto de ver você implorar de vez em quando.
A conversa na mesa segue, as risadas vão e voltam, e Madelyn continua como se nada estivesse acontecendo, rainha do disfarce, enquanto minha mão permanece presa entre suas coxas quentes, sentindo a pulsação da excitação que ela tenta esconder de todos.
E a maldita sabe disso.
Sabe que está me torturando e adorando cada segundo.
Ela se inclina e fala algo baixo para a esposa do meu amigo, depois se levanta, elegantemente, sorrindo para todos.
— Vou ao banheiro. Com licença.
Me encara de relance por cima do ombro e deixa um convite sutil no olhar — um comando silencioso.
Demoro exatamente quinze segundos para levantar, murmurando algo sobre atender uma ligação.
Cruzo o salão com passos firmes, o sangue fervendo, até alcançá-la no corredor estreito perto dos banheiros.
Ela já está encostada na parede, os olhos esperando pelos meus.
— Achei que tivesse esquecido de mim — ela provoca.
— Impossível — respondo, já prendendo seu corpo entre o meu e a parede fria. — Mas agora quem comanda sou eu.
Minhas mãos agarram sua cintura, a boca devora a dela em um beijo urgente, faminto.
Madelyn geme contra meus lábios, puxando meus cabelos com força, o corpo arqueando contra o meu.
Meus dedos descem novamente, dessa vez por baixo do vestido, e a calcinha… não está mais lá.
— Você é um inferno — sussurro, arfando.
— E você está preso nele — ela sorri, mordendo meu lábio inferior.
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Sabor Perigo
Roman d'amour"- Porra, eu não deveria querer tirar sua roupa agora mesmo, devia? - ele sussurra - Meu medo te excita, Willy? - Oh querida, não imagina quanto." 𝒰m amor proibido, entre duas pessoas proibidas. ℳadelyn Audore, uma assassina famosa, em toda a Amé...
