"- Porra, eu não deveria querer tirar sua roupa agora mesmo, devia? - ele sussurra
- Meu medo te excita, Willy?
- Oh querida, não imagina quanto."
𝒰m amor proibido, entre duas pessoas proibidas.
ℳadelyn Audore, uma assassina famosa, em toda a Amé...
Dou uma volta, testando a reação do vestido ao vento, antes de perguntar.
- Como estou?
William sorri, se levanta e sussurra.
- Se beleza fosse pecado, você já estaria com passagem só de ida para o interno... E eu ia junto, só para te ver queimando de vontade.
Aquelas palavras deram a volta em meu estômago, William sabia ser poeta quando queria.
Mas mesmo assim, deixo escapar um comentário sarcástico.
- Já pensou em virar poeta?
- Já, mas todos os meus poemas se resumiriam a você.
O desgraçado tinha resposta para tudo, e pior, respostas boas, nunca iria poder discutir com ele sem acabar gemendo.
Então, não respondo mais, mas iria continuar depois, não podia me deixar vencida.
Suspiro, e sinto William passar a mão em minha cintura, me guiando até ao carro.
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Chegando na festa, recebemos todos os olhares em nós, mulheres, homens e empregados dando um olhar em William, ao mesmo tempo que a sala se silencia, apenas sendo audível alguns murmúrios.
A sala fica em um silêncio desconfortável até William se sentar com dois homens e uma mulher lindíssima em uma mesa.
Os olhos da mulher me examinam de cima a baixo, como se estivesse procurando algo, algum defeito.
A conversa de William e os dois homens era entediante, um negócio aqui, um ali, nada demais.
Sinto a mão de William se esgueirar por baixo da mesa, acariciando minha coxa levemente.
Olho para a cara de William, que continua serena, os seus olhos se virando para mim de vez em quando, e decido ir buscar uma bebida, apenas para ter algo que fazer.
Me levanto, tentando não levantar olhares da mesa, e saio, indo em direção á mesa.
Estou enchendo um copo quando sinto uma presença atrás de mim, mas sabia que não era William, a presença era bem mais fraca.
Me viro, encontrando um homem, vestido com um fato preto e barba bem feita, junto com um perfume barato e um cabelo encharcado de gel.
- Precisa de algo?
- Sim, você.
A confissão do homem me dá um arrepio, mas não é como quando William o faz, era algo como... nojo, ou até medo.
- Então lamento imenso, mas não consigo ajuda-lo com isso.
Me viro, até sentir a mão grande desse homem apertando meu pulso.
Respiro fundo, e antes de tomar alguma medida de violência que possa levar os olhares para mim, apenas lhe digo.
- sou comprometida.
- É? E com quem?
Vou a responder, até ouvir uma voz por trás de mim, junto com um odor familiar.
- Comigo. Agora saia antes que não tenha mais mão para agarrar nela.