Capitulo 4

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⚠️aviso!!⚠️: contém hot!

William Mori

Levei aquela mulher — Madelyn, como descobri depois — pra minha casa.

O jeito que ela olhou pra mansão... parecia surpresa, impressionada.

Uma voz me tirou do pensamento:

— Ei... Por que você me trouxe aqui?

Ela perguntou, e eu ri.

Me aproximei dela...

Ah, Deus.

Aqueles olhos... eram hipnotizantes. Só de olhar pra ela, eu já sentia uma vontade absurda de desmontá-la em pedaços só pra encaixá-la nos meus.

— Nós dois sabemos por que estamos aqui — respondi.

Num movimento rápido, a prendi contra a parede. Nossos rostos ficaram bem próximos, meus lábios quase tocando os dela. Os olhos dela brilhavam de desejo... e os meus, também.

Minha mão deslizou até a cintura dela e senti na hora os arrepios subindo pela pele.

No momento mais intenso, não esperei — beijei ela. Com vontade, com desejo.

Os lábios dela, macios, se encaixavam perfeitamente nos meus. Uma sensação tão forte que eu nem sabia explicar... mas porra, eu precisava daquela mulher.

Ela tentou dominar o beijo, mas logo se entregou e me deixou assumir o controle.

Minha língua explorava cada canto da boca dela, e quando ouvi um gemido baixo escapando de seus lábios... sorri. Que delícia.

Que mulher perfeita.

A mão dela subiu até a minha nuca, e a minha foi pra parte de trás da cabeça dela. A outra ficou firme na cintura.

Segurei firme, e ela já não conseguia se soltar.

A gente foi andando pela sala, ainda se beijando, até cairmos no sofá.

Ela caiu primeiro, e eu fiquei por cima.

Parávamos apenas pra respirar — e eu a olhava, ofegante. O jeito que o peito dela subia e descia, os lábios cor de cereja, o cabelo grudado na testa... e aqueles olhos brilhando, como se lessem minha alma.

E eu queria que lessem mesmo.

Minha mão desceu de novo pra cintura dela, a pressionando contra o sofá enquanto eu me aproximava mais. Apertei com força, mas com cuidado.

Fui subindo o vestido devagar, revelando as coxas dela. Passei a mão ali, sentindo a pele quente... e já úmida.

Ela fechou os olhos. E eu... decidi ir direto ao ponto.

Tirei minha roupa e o vestido dela num piscar de olhos. Quando ela percebeu, eu já estava entre as pernas dela.

Um sorriso escapou do meu rosto ao ver a expressão dela quando entrei.

O corpo dela... encaixava em mim como se tivesse sido feito sob medida.

Ela se contorcia, e eu empurrava mais, até estar completamente dentro.

Os minutos seguintes foram puro prazer. Os gemidos dela... meu Deus, como eu precisava daquilo.

A voz dela era perfeita. Mais doce que qualquer música, mais viciante que o canto de uma sereia.

E ouvir ela gemendo o meu nome... ah, que mulher incrível

 ah, que mulher incrível

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Sabor PerigoOnde histórias criam vida. Descubra agora