"- Porra, eu não deveria querer tirar sua roupa agora mesmo, devia? - ele sussurra
- Meu medo te excita, Willy?
- Oh querida, não imagina quanto."
𝒰m amor proibido, entre duas pessoas proibidas.
ℳadelyn Audore, uma assassina famosa, em toda a Amé...
A noite tinha sido perfeita, incrível, nunca vi um homem tão perfeito quanto o que estava na minha frente.
Seu corpo musculado me dava um desejo enorme, a tatuagem que ia desde seu peito até seu pescoço me dava arrepios, e ao mesmo tempo me dava vontade de me curvar sobre ele e beijar cada marca em seu corpo.
Mas não, ele nunca me deixaria me ajoelhar sobre ele, ele me levantaria e se colocaria na minha frente, se ajoelhando para mim como se eu fosse uma Deus.
Ele era como um Deus dos infernos, com uma beleza dez vezes maior.
Ele era como uma obra de arte esculpida por um pintor famoso.
- Madelyn? - Ouço, a voz dele ofegante
- Sim?
Antes que possa assimilar alguma coisa, suas mãos encontram minha cintura, e ele me beija, mas não intensamente, mais... doce.
Céus, os olhos dele eram tão lindos, a escuridão que os iluminava parecia um reflexo de sua alma, de nossa alma.
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- Meu diamante, tenho de trabalhar. - ele me diz, sua roupa era uma camisa preta meio aberta e uma calça preta não muito justa ás pernas, feita em ganga.
- Por falar nisso, nunca soube em o que você trabalha... afinal, não é todo mundo que pode chamar uma assassina de sua.
- Quer mesmo saber?
- Sim, é obvio que quero.
- Talvez eu seja um mafioso, talvez meu apelido seja Mori...
- Mori?! tipo, a família mafiosa?
Os cantos de seus lábios se contorcem.
- Sim, querida, eu sou um Mori. - ele fala
- Porra, eu não deveria querer tirar sua roupa agora mesmo, devia? - ele sussurra
- Meu 'medo' te excita, Willy?
- Oh querida, não imagina quanto.
Então nossos lábios de fecham em um beijo intenso, suas mãos seguem para minhas costas, prensando meu corpo contra o dele, suas mãos descem até minha bunda e a apertam, então ele me pressiona contra si.
Gemo sentindo seu volume contra mim, e uma risadinha vibra nos seus lábios.
- Oh querida, prepare-se, porque algo vai queimar.