Capitulo 1

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Madelin audore

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Madelin audore

— Suas últimas palavras, meu bem?

O homem à minha frente chorava e tremia de desespero, pedindo perdão enquanto olhava para o gatilho da arma que eu quase disparava.

— P-por favor... Me deixa ir! — implorava, chorando, enquanto eu sorria com prazer.

Era exatamente disso que eu precisava: adrenalina.

Me aproximei dele com um sorriso cruel no rosto.

Agachada na altura da cadeira, acariciei o rosto do "pobre" homem, ainda sorrindo.

— Talvez eu possa...

Ele me olhou esperançoso, as lágrimas começando a secar em seus olhos.

— Sério? — ele perguntou, quase sem acreditar.

— Claro.

Soltei o homem e, em seguida, o beijei.

Ele deve ter gostado, porque logo agarrou minha cintura com força.

Foi aí que saquei uma faca do bolso e a enfiei nas costas dele.

Ele caiu no chão, gemendo de dor.

— Você é tão bobo... — disse, rindo.

O homem vomitava sangue e gritava.

Até que, finalmente... se calou.

O silêncio tomou conta da sala enquanto eu arrastava o corpo para fora da casa.

Caminhei pela escuridão da noite até chegar ao meu carro e colocar o que restava do homem no porta-malas.

Dirigia calmamente, cantando ao som de Slow Down — Chase Atlantic.

A noite estava incrivelmente calma, mas não achei estranho. Afinal, já era tarde.

E pensar que amanhã eu teria que ir ao meu emprego "normal", só para disfarçar meu verdadeiro trabalho...

Depois do serviço feito, fui até a casa de outro homem — o que tinha me pago para matar aquele.

Eu ganhava milhões por cada assassinato. Era surreal.

Chegando lá, que era relativamente perto, bati na porta e ele abriu.

— Boa noite, Sra. Mad.

Nunca revelava meu nome verdadeiro. Não podia correr esse risco.

— Boa noite, Sr. Torrance. O trabalho está feito.

Ele sorriu, vitorioso.

— Aqui está o pagamento — disse, me entregando um maço generoso de notas de cem dólares, ou mais.

— Foi um prazer, senhora.

Assenti e saí da casa. Estava cansada demais para conversar.

A música continuava tocando no rádio. Chase Atlantic me dava uma sensação de paz — o que me fez chegar em casa e me deitar tranquilamente

Sabor PerigoOnde histórias criam vida. Descubra agora