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Madelin audore
— Suas últimas palavras, meu bem?
O homem à minha frente chorava e tremia de desespero, pedindo perdão enquanto olhava para o gatilho da arma que eu quase disparava.
— P-por favor... Me deixa ir! — implorava, chorando, enquanto eu sorria com prazer.
Era exatamente disso que eu precisava: adrenalina.
Me aproximei dele com um sorriso cruel no rosto.
Agachada na altura da cadeira, acariciei o rosto do "pobre" homem, ainda sorrindo.
— Talvez eu possa...
Ele me olhou esperançoso, as lágrimas começando a secar em seus olhos.
— Sério? — ele perguntou, quase sem acreditar.
— Claro.
Soltei o homem e, em seguida, o beijei.
Ele deve ter gostado, porque logo agarrou minha cintura com força.
Foi aí que saquei uma faca do bolso e a enfiei nas costas dele.
Ele caiu no chão, gemendo de dor.
— Você é tão bobo... — disse, rindo.
O homem vomitava sangue e gritava.
Até que, finalmente... se calou.
O silêncio tomou conta da sala enquanto eu arrastava o corpo para fora da casa.
Caminhei pela escuridão da noite até chegar ao meu carro e colocar o que restava do homem no porta-malas.
Dirigia calmamente, cantando ao som de Slow Down — Chase Atlantic.
A noite estava incrivelmente calma, mas não achei estranho. Afinal, já era tarde.
E pensar que amanhã eu teria que ir ao meu emprego "normal", só para disfarçar meu verdadeiro trabalho...
Depois do serviço feito, fui até a casa de outro homem — o que tinha me pago para matar aquele.
Eu ganhava milhões por cada assassinato. Era surreal.
Chegando lá, que era relativamente perto, bati na porta e ele abriu.
— Boa noite, Sra. Mad.
Nunca revelava meu nome verdadeiro. Não podia correr esse risco.
— Boa noite, Sr. Torrance. O trabalho está feito.
Ele sorriu, vitorioso.
— Aqui está o pagamento — disse, me entregando um maço generoso de notas de cem dólares, ou mais.
— Foi um prazer, senhora.
Assenti e saí da casa. Estava cansada demais para conversar.
A música continuava tocando no rádio. Chase Atlantic me dava uma sensação de paz — o que me fez chegar em casa e me deitar tranquilamente
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Sabor Perigo
Romansa"- Porra, eu não deveria querer tirar sua roupa agora mesmo, devia? - ele sussurra - Meu medo te excita, Willy? - Oh querida, não imagina quanto." 𝒰m amor proibido, entre duas pessoas proibidas. ℳadelyn Audore, uma assassina famosa, em toda a Amé...
