Desculpem a demora.
Estou sem celular. Que é onde escrevo.
Só avisando que mudei a personagem de Yoko para Becky, mas não se preocupe irei trazê-la de novo.
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Quando saí do elevador, quase dei de cara com uma policial… Digamos, bem atraente, parando para analisar. Mesmo com o uniforme, suas curvas eram notáveis. Ela estava de costas, conversando com um colega, e não pude deixar de admirar suas belas fisionomia.
Até pensei em convidá-la para um café, mas quando dei meu primeiro passo, Thanawat surgiu de entrar de seu escritório chamando atenção de todos os policiais.
— Waraha, na minha sala agora!
A mulher virou-se, me encarou e apenas sorriu de leve.
— Pelo visto, quebrei meu recorde. Mal cheguei e já sou chamada pelo chefe — falei ironicamente.
Revirei os olhos e correspondi ao sorriso dela. A policial seguiu em direção ao elevador e, antes que as portas se fechassem, lançou-me um olhar de cima a baixo enquanto mordia os lábios.
Entrei no escritório e encontrei Thanawat encostado na mesa, com os braços cruzados e um semblante sério. Aproximei-me da poltrona à sua direita e me sentei.
— Você não deveria estar em casa, Waraha?
— Estou bem, chefe — revirei os olhos e cruzei os braços. — Ainda posso atirar perfeitamente — mostrei a mão enfaixada. — Além disso, é a mão esquerda.
Tentei me manter firme, mas o desconforto deve estar estampado na minha cara.
Thanawat suspirou profundamente.
— Certo, Waraha. Escute, se eu descobrir seu mau desempenho no trabalho, vou te suspender por um mês.
Eu reprimi os lábios assentindo lentamente.
— Já tem informações sobre o homem morto que encontraram hoje pela manhã?
— Ainda não. Vou ao necrotério e espero que o legista tenha algumas novidades.
— Vá e tente apressar o Anan.
— E por falar nele... quando vai substituí-lo?
— Sei que você não gosta dele, nem eu, mas ele é o único que temos no momento. Então, por favor, tente ser mais agradável e faça-o trabalhar.
Revirei os olhos enquanto me levantava da cadeira e abri a porta. Estava prestes a sair quando Thanawat chamou minha atenção.
— E, Engfa... — virei-me para ele — cuide dessa mão.
— Sim, Boss.
Fechei a porta atrás de mim.
“Tente ser mais agradável”, é mais fácil meter uma bala na cabeça dele do que ser uma miss simpatia.
Ser agradável com Anan é quase impossível. Completamente desagradável. Não suporto ver o modo como ele trata a Mali. A garota é muito mais competente e ótima no seu trabalho.
Sempre que fico até tarde, me traz café e em outras oportunidades conversamos sobre trabalho e, quase sempre, sobre seus encontros frustrantes.
Relativamente, a garota tenta ser próxima a mim, mas não quero ter que falar sobre meus casos de uma noite, então, às vezes apenas omito alguns detalhes, só para deixá-los interessantes de não se ouvir.
Assim que adentrei no necrotério vi o corpo da vítima deitado sob a mesa. Não me surpreende que Anan não tenha começado a autópsia ainda.
— Onde aquele estúpido está? — perguntei à Mali que sem desviar a atenção do telescópio. Respondeu algo como “Não me pagam o suficiente para tomar café frio e blá-blá-blá”. Fechei os olhos fortemente enquanto contava até dez. Não tem como ser agradável com aquele miserável incompetente.
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𝐎𝐍𝐋𝐘 𝐘𝐎𝐔『 𝐞𝐧𝐠𝐥𝐨𝐭 』
FanficEngfa é uma detetive que passado viveu um grande amor que acabou de uma forma entristecedor. Ela nunca superou o término e isso a impede de manter qualquer relacionamento que venha até. aviso: • G!P (engfa)
