Maya Carson, sofreu bullying a vida inteira por ser a cima do peso.
Damon Campbell, o típico badboy galinha, será que Maya pode mudar o coração dele?.
ATENÇÃO!
Este livro é um "fast burn" ou seja ele se desenvolve mais rapidamente.
Pra minha sorte mamãe e nem Roberto estavam em casa quando eu cheguei.
Porque Damon mudou tão derrepente comigo? A um mês atrás ele nem sabia da minha existência e agora ele está querendo até me emprestar sua camiseta?
Na saída eu estava conversando com Matt, quando sinto que estão me observando, olho pros lados e adivinha?! Damon estava encostado na sua moto fumando seu inseparável cigarro, com o maxilar trincado, nos olhando como um louco, piorou ainda mais quando Matt deu beijo na minha bochecha de despedida.
Ouço barulhos lá em baixo, provavelmente mamãe chegou com Roberto, momentos depois escuto os dois discutindo. E na mesma hora me deu sede e eu não tinha nem uma garrafa de água no meu quarto. Merda!
Desço as escadas o mais silencioso possível com a intenção de passar despercebida pelos dois, enquanto estava passando pelo corredor que dava pra cozinha, sinto um vidro ser jogado à pouco não atinge minha cabeça, estilhaços voam em direção ao meu rosto.
Alerta de tortura! Se não gostar pule essa parte!
Machucando assim minhas bochechas, testa e boca. A atenção dos dois logo está em cima de mim.
– OQUE VOCÊ TÁ FAZENDO AQUI SUA VADIA GORDA!?.– Grita Roberto vindo pra cima de mim.– HOJE EU VOU TE DAR UMA SURRA DAQUELAS!.– Mamãe ri, como se aquilo fosse a coisa mais engraçada do mundo.
Ele pega em meus cabelos e me joga no chão, eu não posso fazer nada ele era mais forte que eu, ele me arrasta pelo chão me dando socos e chutes fortes.
Logo vejo mamãe com um estilete na mão, ela agarra meus cabelos, me forçando a olhar pra ela.
Ela desliza a lâmina pelo meu rosto, a essa altura não consigo segurar o choro.
Logo sinto sangue escorrer pelo meu rosto ela havia feito pequenos cortes por todo o meu rosto.
– MARTA! Pegue aquele pedaço de madeira que tá lá no porão!.– Roberto diz e mamãe sai correndo buscar. Não denovo não!
– N-não....por....por....por favor Roberto.– Imploro, Roberto olha pro meu rosto e ri.
Logo avisto mamãe se aproximando com a madeira, ela entrega pra Roberto que logo começa a desferir golpes por todo o meu corpo, incluindo cabeça. Meu corpo está doendo pra caramba, escuto a risada escandalosa da mamãe, logo mais e mais golpes são deferidos em meu corpo.
Acabou, podem continuar a leitura normalmente agora.
Quando ele cansa, eles me deixam na sala e saem aos risos para o quarto provavelmente vão transar.
Quando eles se afastam, tento me levantar com o resto de força que ainda me resta.
Quando consigo abro a porta e saio caminhando a força até o parquinho pensar um pouco, depois eu iria pra casa e me limpar, a essa eu espero que não tenho ninguém na rua.
Quando chego lá sento em um branquinho que ficava perto da gangorra. Abaixo a cabeça e me permito chorar um pouco.
Poderia ser diferente se o papai estivesse aqui não podia?! A mamãe ainda me amaria?!.
– Oque eu te disse sobre não vir aqui a noite docinho?!.– Escuto a voz de Damon.
Me encolho, ele não pode ver meu estado, não pode!.
– Já estou indo embora.– Minha voz sai mais fraca do que eu previa. – Por favor, me deixe sozinha!.
– Oque aconteceu?!.– Ele se aproxima. Me encolho ainda mais e abaixo a cabeça, meu cabelo cai todo em meu rosto dificultando sua visão.
– Vai embora! AGORA! Me deixa sozinha, por favor! Se intromete na sua vida!.
– Não se não me contar oque aconteceu.– Ouço seus passos se aproximarem
– Não percebe que a sua proximidade só me faz mal? Nunca queria te conhecer!.– Me levanto e começo a ir embora. Ando em passos rápidos.
Só quero ir pra casa agora, Damon não pode me ver assim! Ele iria contar pra escola inteira!
Ouço seus passos apressados atrás de mim, ele me alcança e puxa meu braço, solto um gemido de dor, Damon me olha sem entender nada, ainda permaneço de cabeça baixa.
– Maya olhe pra mim!.– Ele manda.
– Não quero!.
Ele segura em meu rosto com força me obrigando a levantar a cabeça, ele aperta meu maxilar com força, mais quando vê o estado do meu rosto ele trava por 1 segundo.
– Quem fez isso com você?!.– Ele me pergunta, seus olhos estavam em um preto escuro como a escuridão.– Me responda!.
– Não é dá sua conta me solte!.
– Fala agora!.
– Me. Solta!.
Quando ele iria me responder sinto tudo girando, ele percebe e me segura com força.
– Maya?! EI.- Ele dá pequenos tapinhas em meu rosto. Meu rosto dói mais ainda.
Não vejo mais nada, quando finalmente apago.
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Tenso, mais e aí gostaram?
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