𝐋𝐔𝐍𝐀 𝐆𝐎𝐋𝐃𝐁𝐄𝐑𝐆 "a pobre garotinha que teve que mudar de cidade porque a mamãe é uma criminosa".
𝗨𝗠𝗔 𝗗𝗢𝗖𝗘 𝗚𝗔𝗥𝗢𝗧𝗔 teve que sair de sua cidade natal, e
se mudar para Outer Banks já que sua mãe tinha sido
transferida de presídio
...
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AUTORA
Na manhã seguinte à briga, o clima na escola estava tenso. Os Pogues chegaram separadamente, ainda com as marcas da confusão da noite anterior. Luna entrou pelos corredores movimentados, tentando esconder as olheiras e o cansaço.
Ela caminhava em direção ao seu armário quando encontrou Kiara. A amiga estava visivelmente chateada e mal teve tempo de cumprimentá-la antes de começar a falar.
Kiara: Luna, você está bem?- disse, observando Luna com um olhar preocupado.
Luna: Estou bem, Kie... só cansada. Ontem foi uma loucura e, sinceramente, ainda estou tentando processar tudo. - Luna respondeu enquanto abria o armário, tentando não fazer contato visual.
Kiara: Foi inacreditável! Você entrou na frente da arma do JJ! Eu ainda não acredito nisso. O que você estava pensando? Porra, não é como se a arma estivesse apontada pra algum amigo seu.- Kiara falou em um tom entre a preocupação e a irritação.
Luna: Eu não pensei, só fiz. Não ia deixar aquilo sair ainda mais do controle. E alguém tinha que parar o JJ. Eu sei que ele é louco o suficiente pra atirar em alguém. - disse, fechando o armário com força e suspirando.
Nesse momento, Pope e JJ se aproximaram. JJ parecia mais abatido que de costume, com a mandíbula marcada por um hematoma. Pope tinha um corte no supercílio, mas estava mais preocupado em manter o grupo unido.
Pope: Ei, galera. Precisamos conversar sobre ontem... O que rolou foi sério. JJ, sacar uma arma? Isso não é a gente. - ele disse, olhando de maneira firme para o amigo.
JJ: Eu sei, cara. Eu só... eu só perdi a cabeça, ok? O Rafe estava provocando e eu... eu só queria que ele soubesse que a gente não vai mais aceitar as merdas dele. - ele justificou, mas sua voz soava sem arrependimento nenhum.
Luna: Isso foi muito além, JJ. Poderia ter dado muito errado. Se alguém tivesse visto, você estaria encrencado de verdade. - ela cruzou os braços, tentando manter a voz calma.- Eu acabei de te livrar da cadeia, se você fosse pego em flagrante não teria volta.