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Ooi, morceguinhos!
Capítulo com quase 5k de palavras.
Beba água para hidratar a mente 💧
Boa leitura 🫰🏼 📚


⚠️Atenção este capítulo contém Gatilhos, conteúdo sensível ⚠️



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Atenciosamente

(Taay Bittencourt & Ana Kerpen)

⚠️📚 ⚠️

Durante uma viagem no tempo, o grupo de viajantes chegou a um vilarejo que estava sendo atacado por vampiros. Com o auxílio da dupla de feiticeiros, conseguiram salvar alguns moradores. Em uma das casas, encontraram um homem aparentemente jovem, com cabelos platinados, manchados de sangue e olhos de tons claros. Seu rosto estava cheio de ferimentos e havia sangue escorrendo de sua boca, evidenciando um estado deplorável. Ele estava com uma mordaça na boca e amarrado com cordas nas mãos.  Estava preso, e ninguém sabia o motivo. Taehyung se aproximou do homem e retirou a mordaça de sua boca.

—  Por favor, me matem. Recuso-me a me alimentar de seres humanos, recuso-me a me tornar um demônio como eles. Eles mataram minha família e me deixaram aqui para morrer agonizando —  o homem loiro suplicava pela morte.

— Qual é o seu nome? —  pergunta Taehyung, confuso.

—  Meu nome é Lee Félix. Eles não podiam me matar por ordens de algum superior. Por favor, me mate, não me deixe aqui assim - implorava Félix.

Taehyung estava prestes a matá-lo; ele não queria que pessoas boas vivessem dessa forma

— O que? Não faça isso, Alteza! —  Seokjin pedia. — Você pode ajudá-lo, não o mate. Algo me diz que precisamos dele vivo — ele implorou, com seus olhos brilhando em direção aos olhos vermelhos de Taehyung.

— Você está sempre com esses achismos. Cure-o e o traga junto a nós, se não, mate-o — Taehyung diz e sai pela porta.

Seokjin conversou com o homem, mas este relutava sobre se juntar ao grupo, era um modo de viver cruel.

— Por favor, eu não quero ser uma criatura horrenda. Me ajude. Você pode me matar, por favor! — o homem implorava pelo pior, para não sofrer em vida como uma criatura cruel.

— Ei, Seokjin! Ele perguntou por que estão demorando tanto — a ruiva adentra a casa, olhando em volta, para o sangue e a ruína que aquelas criaturas deixavam para trás, como se estivessem se alimentando por esporte. 

— Ele pensa que é fácil; eu não sou um Deus, não decido quem vive e quem morre. Sou um ser com sentimentos — explica o feiticeiro, exaltado.

— Tudo bem, não precisa fazer nada que não queira; só precisamos ir — ela diz, olhando de Seokjin para o homem preso ao chão.

BLOOD  Sombras de um reinadoHistórias para pegar e não largar. Descubra agora