Capítulo 69- Marianne e Jerson

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Data original de lançamento: 14/12/2024

–Terra; Fiewidtin; Departamento da polícia; 19:38; 10 de Dezembro de 2030–

Jerson sentou-se na poltrona confortável do gabinete do capitão da polícia. Marianne preferiu ficar em pé.

Jerson — Chamou-nos capitão?

Capitão Anthony — Sim. Foi há cinco dias que a Emma, o Melo e a Ivyy foram para Aetheris, e já foi notável o seu desaparecimento. O departamento disse o que a Emma queria... "Eles estão numa missão sobre o desaparecimento deles. Esse mistério ainda paira sobre a vida deles com um véu sombrio... Como um demônio. Pesadelos são constantes para os três, há seis anos que eles têm de viver assim... O departamento achou ideal achar a solução para esse caso. Ivyy e Melo são essenciais na sua missão e foram proibidos a contar a alguém sobre ela, e abandonaram os seus trabalhos num dia, para não voltar no outro. A missão tem tempo indeterminado e pode durar dias, semanas, meses... Mas eles estão bem, desta vez, estão."... É claro que seria estranho uma missão onde os superiores não são avisados, não há pessoal a trabalhar nele, e não se gasta dinheiro com, logo tentei guardar o segredo mas tive de contar a várias pessoas, incluindo os superiores. Todos concordaram e estão com o segredo trancado na boca deles, e farão de tudo para ninguém descobrir a farsa. — Anthony parou de falar ofegante. As paragens que fez para respirar enquanto falava eram poucas. — Jerson e Marianne, preciso que arranjem provas falsas, neste caso, criem.

Jerson — Como?

Capitão Anthony — Não podemos dizer à família da senhora que foi morta a verdade, temos de criar um assassino falso.

Jerson — E vamos prender uma pessoa inocente?

Capitão Anthony — Não. Atualmente existe uma nova pessoa no negócio das drogas, Yono. Yono é filho de Hergar... Já se sabia que Hergar tinha se envolvido com várias moças na vida, mas engravidou uma antes do seu fatídico dia.

Marianne — Ele não morreu no casamento do antigo chefe da CIA? O Valdir?

Capitão Anthony — Sim. Ninguém mandou-o invadir o casamento do futuro chefe da CIA, neste caso, antigo chefe.

Marianne — Então temos de criar provas falsas que Yono é um criminoso.

Capitão Anthony — Não, ele já é um, mas têm de criar provas que ele matou aquela velha... Temos de dar paz a família e dizer quem é o assassino mas não podemos revelar a verdade, logo... Inventem provas que o Yono é o assassino.

Marianne e Jerson saíram do gabinete de Anthony e começaram a falar.

Jerson — Eu sou só um estagiário... Ok que já fui basicamente aceite, mas só quando a Emma voltar e ela fazer um relatório sobre mim serei aceite como um detetive oficial! Não consigo achar formas de criar provas falsas.

Marianne — Eu trabalho no morgue, posso te ajudar sobre o corpo... Eu vou tratando da arma do crime... Tu, cria provas!

Jerson — Como?! Isto é ser corrupto!

Marianne — Não temos escolha...

Marianne foi para sua casa. Entrou e pôs as chaves numa mesa. Ela seguiu para o sofá quando viu a luz de candeeiro da sala acesa.

Marianne — Mas?

Alguém atacou-a por trás e atirou-a ao chão. Marianne não foi lenta e deu um soco na figura que estava por cima dela, que caiu no chão e olhou para Marianne. Marianne viu que era o seu capitão Anthony.

Marianne — O que faz aqui?

Capitão Anthony — Eu menti. Não quero que vocês criem provas. Só preciso de entreter Jerson enquanto a Emma não está cá.

Marianne — E?

Capitão Anthony — Tens de o controlar.

Marianne — Ok. Precisava de me atacar?

Capitão Anthony — Tens de estar sempre atenta! E lembra-te, controla o Jerson.

Marianne — Eu estarei. Mas quando eu estiver, tu vais estar a pagar-me por isso.

Capitão Anthony — Como?

Marianne — Ele é da sua responsabilidade, logo pagar-me quatro, cinco dólares a mais por dia não faz mal.

Capitão Anthony — Eu não te pago o ordenado.

Marianne — Vais começar a pagar, e a partir de amanhã.

Capitão Anthony — Uh... Ok.

Marianne — Foi bom fazer negócio contigo.

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