Sinopse geral:
Após um acidente, quatro jovens vão parar a Aetheris, um outro mundo num outro universo. Apenas com o objetivo inicial de regressar à Terra, vão se ver entre aliados, inimigos, amigos, aventuras e perigos. Não importa o quanto tentem...
Emma encontrava-se num sítio totalmente escuro. Ela deu um passo e escorregou, caindo no chão. O escuro virou luz e ela viu onde estava. As paredes eram vermelhas e parecia ser sangue, o mesmo com o chão. Havia veias/raízes vermelhas pelo chão. Emma levantou-se e analisou o que estava ao seu redor. Ela deu alguns passos e encontrou um pequeno buraco no chão.
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Ela analisou-o e enfiou lá a mão. O buraco começou a apertar cada vez mais até Emma sentir picadas na mão e cair no chão desmaiada. Ela volta a acordar num sítio totalmente escuro. Dá um passo e escorrega. A luz surge novamente e ela se vê na mesma sala. Ela levanta-se.
Emma — Ah... O que raios acabou de acontecer? — Emma dá uns passos — Eu estou a sonhar?
Emma olhou novamente para o buraco, mas sem enfiar nada lá. Ela olhou nas raízes da frente e arrancou uma. Enfiou-a no buraco e o buraco começou a partir a raiz ao meio. Depois de ser partida a meio, Emma enfiou a mão numa das raízes e encontrou uma chave ensanguentada. Ela agarrou a chave e olhou pro buraco, onde agora estava uma fechadura. Ela enfiou a chave e virou-a.
Um sismo abalou a estrutura e começou tudo a desabar. Uma parte do teto cai em cima de Emma mas antes disso o chão parte-se e ela cai num abismo aparentemente infinito. Quando ela toca no chão, levanta-se e vê uma figura à sua frente. Emma estava agora no meio de uma floresta com um rio raso. Emma deu alguns passos para ver quem era.
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Ela não andou muito e surgiu um olho no céu.
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Do olho saiu um raio que acertou na pessoa à frente de Emma e explodiu-a. O olho olhou para a Emma e proferiu as palavras "Tu tens a culpa. Se não fizeres nada, terás culpa. Tudo isto será culpa tua. Tua. Tua. Culpa. Culpa.". Após proferir as palavras, o olho desapareceu e surgiram várias lápides à frente de Emma. Por último, Emma ouviu "Tudo será culpa tua. Se tu não consegues impedir isto, tu és fraca.".
Emma gritou e caiu no chão. As lápides cresceram de forma impossível, ultrapassando até os 30 metros de altura. Elas curvaram-se perante Emma e desmoronaram em cima da mesma. Quando a primeira pedra ia acertar Emma, ela acorda.
Emma — AH! Foi tudo um sonho... São que horas? — Ela vê no despertador e já era nove da manhã. — Dormi até tão tarde... O bom é que estou de folga hoje... Quer dizer... Hoje é que dia?... 23 de Fevereiro, domingo, afinal, estou de folga...
Emma levanta-se da cama. Ela veste-se e vai até à cozinha.
Emma — Ninguém?... Onde a May foi?... — Emma ouve alguém bater à porta. Ela segue até lá e abre. — Marianne?
Marianne — O Jerson fez merda. Como basicamente ele agora trabalha sozinho, não o tens controlado, e ele acabou por mencionar Aetheris com outro detetive.
Emma — Como é que o idiota fez isso?!
Marianne — Não sei, mas algo estranho aconteceu depois.
Emma — Como assim?
Marianne — Ele e o detetive desapareceram!
Emma — Que estranho... Eu vou investigar isso depois.
–Com Hades, na sala de reuniões dos deuses–
Hades — Lanio...
O fumo vermelho aparece ao lado de Hades.
Lanio — Posso lhe ajudar, senhor?
Hades — Como sabes, o fim de tudo, do omniverso, da nossa existência, o fim do nada... O fim de tudo. Estamos à beira da inexistência e...
Lanio — Senhor, mas não se lembra? A E... — É interrompido.
Hades — É impossível, Lanio... A Azazel é... A Azazel. Vou te poupar desse sofrimento, vou te retirar deste mundo, ponho fim a ti.
O fumo vermelho desaparece e consigo Lanio também deixa de existir.
–No meio da rua de Aetheris–
Milton estava a passear pela rua, quando alguém o puxa para um beco e põem-no dentro de uma carrinha com um saco preto na cabeça e as mãos amarradas. O homem com uma máscara tirou-a e era Valdir.
Valdir — Neste momento, a Catarine já deve ter raptado o Jerson, acho que é assim o nome. A etapa 4 já deve estar feita... Ah... Que bom.