Capítulo 84 - Etapa 5

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OBS: Este capítulo tem cenas sexuais explícitas. Este capítulo é importante para a história e recomendado não saltar, mas se achar melhor para si não ler, não leia, você que sabe.

 –Aetheris; Restaurante Pl4c3 Important (Deixo ao vosso critério o ambiente, imaginem); 24/02/2031, Segunda; 19:45–

Ivyy — É o seguinte... Vamos jantar e vou te fazer uma "entrevista". — Diz-se sentado numa das mesas.

Thomas concorda com a cabeça e senta-se. Ivyy enche os copos de ambos com água.

Ivyy — Então... Descreve-te.

Thomas — Gostoso — Ivyy riu-se. — Qual a piada?

Ivyy — Esquece... É melhor avançar. Há uma miúda que tu gostas mas ela não te quer, o que fazes?

Thomas — Ela é gostosa? Ou é feia? É gorda ou magra?

Ivyy — Não interessa.

Thomas — Se for gorda, feia e puta — Ivyy fez uma cara de questionamento, o que ele quer dizer com puta? — Nem gostaria dela. Se fosse uma magra, gostosa e que soubesse servir o homem, já a comia. Se ela não quisesse eu obrigava-a.

Ivyy — Que nojo... — Disse para si mesma. Suspirou e falou. — Se casassem-se, como seria?

Thomas — Eu ficaria o dia todo em casa e ELA QUE IA TRABALHAR! Eu tenho de descansar, ela trabalha num trabalho feminino, sem a presença de homens a não ser o seu patrão, quando chega a casa faz me o jantar, e deve me deixar o almoço feito antes de ir trabalhar. Depois do jantar ela faz o que mando. Se eu quiser fazer amor, fazemos amor, se eu quiser lhe espancar, sabes, tenho de descontar a raiva, desconto, se...

Ivyy — Diz me que isto é ironia, meu senhor... Vamos avançar de tema... Essa mulher quer se divorciar, em parte nem sei como chegou a haver um relacionamento, mas essa mulher quer se divorciar. Ela diz que és irresponsável, agressivo, só a vês como um objeto sexual, machista e que és filho de uma grande puta. O que fazes?

Thomas — Ela não se divorcia. Quem tem direito a decidir o divórcio sou eu. Como castigo temos sexo agressivo, espanco a mesma e ela tem de fazer tudo que eu mandar. E só faz as coisas quando eu mando, se eu quiser, ela não come. É tipo assim.

Ivyy — Mas que merda... A tua irmã teve a dar-te moradia e a sustentar-te durante este tempo todo pois?

Thomas — Só revelei o meu verdadeiro lado, este, o bom, há poucos anos, depois dos meus pais falecerem. Ela não ia abandonar o seu irmãozinho depois de um acontecimento triste, mas parece que teve coragem.

Ivyy — Pronto, ninguém da tua família sabia que eras um merd... — Ela decide não avançar com o insulto. — Algo que queiras falar antes de prosseguirmos.

Thomas — Sabes, parece-me que és boa. Eu posso levar-te a casa e fico lá, trato de ti, se me fiz entender.

Ivyy — Não, que nojo. Fora de questão, nem se fosses o último homem da terra! Do universo! Do omniverso!

Thomas — Erh...

Ivyy — Sabes que fui designada para destruir essa mente deturpada, mas parece que vai ser difícil. Eu vou à casa de banho (banheiro), já volto.

Ivyy levanta-se e segue para os lavabos.

Thomas — Mente deturpada? Deturpada é esta puta. Recusar-me?... — Ele abre os bolsos das calças e tira de lá um saquinho com algo branco. Era droga. Ele vê que Ivyy já tinha posto água no copo, e decide pôr a droga lá, mistura e guarda o saco.

Ivyy volta e senta-se à mesa. Bebe a água e volta a falar com Thomas.

–Uma hora depois; 20:45–

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