–Departamento da polícia de Fiewidtin, sala de operações; 01/03/203; sábado; 11:30–
Estavam presentes: Emma, Melo, Ivyy, Ricardo, Mateus,Capitão Anthony e Marianne. Eles conversaram entre si apressadamente. Olhavam todos no mesmo sentido: Um quadro com as informações do rapto da May e dos Monsaral. Alyssa estava a caminhar o mais rápido possível em direção à sala de operações. Entrou sem grandes cerimônias e foi até ao quadro.
Alyssa — Olá a todos os presentes, são poucos, mas mesmo assim acho que uma re-apresentação é o devido. Sou a Alyssa, a chefe da STRIKE, e estamos numa corrida contra o tempo para achar a May.
Emma — O que nós sabemos sobre os Monsaral e o que eles querem da May?
Melo — Matá-la.
Alyssa — Estás errado, Melo. O Pableo já sabe que sabemos a sua identidade, ele pode matar alguém na rua, tanto faz, sabemos quem ele é e as suas verdadeiras intenções. Ele não matou a May, raptou-a, vemos isso nas a partir das gravações das câmaras de vigilância da rua onde raptaram-na. Ele quer algo da May, não a quer matar, não por agora. Ele sabe que a May é uma agente secreta altamente qualificada, ela conseguiria fugir de qualquer lado facilmente, vá, facilmente não, mas iria tentar e iria ser ótima nisso. Com a raiva que ele tem guardado sobre ela, as suas segundas intenções podem ir dos mínimos, aos máximos.
Capitão Anthony — Ele pode querer dados dos agentes da STRIKE, quem sabe derrubá-la de vez.
Marianne — Como se derruba uma agência secreta britânica altamente qualificada e poderosa?
Alyssa — Basta ele ter os dados de todos os agentes, a localização da base principal, mandar que os seus capangas tratem da saúde aos agentes e fazer um ataque à base.
Emma — Ele pode ir de apenas roubar alguns dados ou invadir o sistema da STRIKE, até fazer um ato terrorista.
Alyssa — Mesmo que não ache que ele fosse fazer um ato terrorista, até porque não faz sentido, nestas situações não podemos descartar nada. Não podemos trabalhar com suposições, temos de trabalhar com a verdade. As suposições só ajudam se forem muito bem fundamentadas.
Melo — O que fazemos?
Emma — Agentes tanto da polícia quanto da STRIKE estão a fazer buscas pela cidade. Estamos a fazer um mapeamento da cidade de acordo com as câmaras espalhadas pela cidade para sabermos para onde foi o carro.
Alyssa — Exato. Vamos verificar as coisas, ficheiros, documentos, áudios, câmaras... Até obtermos algo novo.
Emma, que estava sentada em cima de uma mesa, recebe um telefonema. Ela saiu da sala de operações para atender.
–Chamada–
Emma — Olá? Quem fala?
Catarine — Olá, Emma.
Emma — Catarine? Eu sabia que devias estar envolvida nisto.
Catarine — Oh por favor, não comeces com as tuas falinhas típicas. Eu só quero que venhas ter comigo.
Emma — Como?
Catarine — Mas, tens de me trazer algo.
Emma — O quê?
Catarine — Trás-me cartas.
Emma — Como?
Catarine — Um baralho de cartas, agora!
Emma — Eu não te vou levar um baralho de cartas!
Catarine — Então a tua tia não vai ser salva, só eu te posso ajudar.
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O outro mundo!
FantasySinopse geral: Após um acidente, quatro jovens vão parar a Aetheris, um outro mundo num outro universo. Apenas com o objetivo inicial de regressar à Terra, vão se ver entre aliados, inimigos, amigos, aventuras e perigos. Não importa o quanto tentem...
