Capítulo 90 - Salvar a May (Parte 2)

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Alyssa — Alerta todas as unidades aqui presentes que faltam dois minutos para a invasão.

Capitão Anthony — É claro, Alyssa. — Pega no walkie-talkie. — Atenção a todas as unidades presentes na área, a invasão será feita daqui a dois minutos, estejam nas posições. — Desliga o walkie-talkie.

Eles estavam no hospital abandonado, na parte de fora.

Alyssa — A Ivyy disse que a Emma mandou-lhe uma mensagem a dizer que tinha provas que a tia dela podia estar aqui ou passado por aqui, temos mandato de invasão. Além disso, a Emma não atendeu as trinta e sete chamadas que fizemos.

Capitão Anthony — Espero que esteja tudo bem.

Alyssa — Preparem-se, a invasão vai começar.

Puseram-se todos nas posições. Capitão Anthony ligou o walkie-talkie e mandou todos avançarem. Foi pelas traseiras, laterais e frente. Subiram pelos diversos andares e avançaram pelos corredores. Invadiram todas as salas a procurar por suspeitos.

Num dos andares, Alyssa e capitão Anthony viram alguém no corredor. Mandaram-no parar.

Alyssa — Ponha as mãos ao alto!

Homem — Hm...

Alyssa — Lentamente, ponha as mãos na cabeça.

O homem, foi de forma lenta, mas maliciosa, com as mãos até à cabeça. Alyssa percebeu logo que ele devia ter uma arma. Sem nem pensar, deu-lhe um tiro.

Capitão Anthony — Sabes que ele não apresentava uma ameaça, ainda.

Alyssa — Claramente ele tinha uma arma na parte de trás da cabeça, além disso, a STRIKE segue regras diferentes das vossas. Fui eu que dei o tiro, se ele morrer, o problema é meu, não teu, descontrai.

Alyssa e Anthony seguiram para uma sala com a porta entreaberta, onde a única fonte de luz era o sol, a partir de uma janela. Avistaram um homem com uma tatuagem na parte de trás do pescoço, era a cara de um dragão a cuspir fogo, com exatas nove nuvens à sua volta. Ele falava ao telemóvel.

??? — Eu quero saber onde o Pableo está, ouvi a polícia, vamos sair daqui e agora! Já até ouvi tiros e...

Alyssa — Parado.

??? — ... E... Esquece. — Desliga a chamada e atira o telemóvel pro chão, de seguida, esmaga-o.

Alyssa — Não! Foda-se. Prende-o.

O capitão Anthony algemou o suspeito. A Alyssa guardou a arma quando o seu walkie-talkie apita.

Walkie-talkie — Daqui agente Yamazaki, estou no andar -1 do hospital abandonado, temos um código... sessenta e um código sessenta e dois... Sessenta e cinco? Um código sessenta e dois e sessenta e cinco, em conjunto.

Alyssa (estranhando) — Pode repetir agente Yamazaki?

Walkie-talkie — A situação do código sessenta e dois e sessenta e cinco é a mesma.

Alyssa liga o walkie-talkie para falar novamente mas fala para a central.

Alyssa — Central, no -1 foi identificado código sessenta, sessenta e dois e sessenta e cinco, de acordo com o agente Yamazaki, as situações sessenta e dois e sessenta e cinco é uma só. Vou averiguar.

Alyssa desliga o microfone.

Walkie-talkie — Daqui fala a central, entendido.

Capitão Anthony — O que são esses códigos?

Alyssa — Na STRIKE, o código sessenta é a existência de uma porta de cofre ou parecidos. O código sessenta e dois é uma dica em meio papel ou digital para ajudar a STRIKE a atingir algum objetivo dentro do âmbito da investigação, normalmente essa dica é dada por um suspeito ou criminoso. Por fim, o código sessenta e cinco significa um tablet, computador, telemóvel ou sistema parecido protegido por uma espécie de código, senha, impressão digital, por cara, identificar a face neste caso... Eu tenho de ir verificar.

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