trinta

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Oii gente! Essa talvez seja a última do ano, então já vim desejar feliz natal e ano novo! Espero que tenhamos somente coisas boas em 2025!!!
Espero que gostem e comentem bastante! ✨

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Uma música em um idioma diferente soava baixinha do banheiro quando Simone acordou, a melodia era gostosa e a voz do cantor era bonita. Demorou um pouco para seus olhos acostumarem com a luz que vinha da janela que havia sido esquecida aberta, mas seus ouvidos se acostumaram com a música, definitivamente. Um sorriso preguiçoso se abriu em seus lábios ao ouvir Rebeca cantando empolgada, o que fez Simone perceber que era uma melodia em português.

O fato de todas as brasileiras falarem inglês e estarem com as estadunidenses, o português não estava sendo falado. Por mais que houvesse o interesse em cada uma para aprender a nova língua, tinham dificuldade e acabavam por falar mais em inglês.

Ao ouvir a porta se abrir e a voz melódica do cantor silenciar, Biles abriu um dos olhos para poder encarar a brasileira, que imediatamente sorriu ao vê-la acordada.

— Ei, bom dia! — saudou, largando o celular e se aproximando da cama, sendo observada pela estadunidense. — Dormiu bem?

— Bom dia e sim, dormi muito bem! — virou-se, deixando as costas no colchão e sorrindo para a brasileira. — E você...? — o tom tímido e ligeiramente acanhado alargou o sorriso de Rebeca.

— Eu tenho dormido muito bem com você — Rebeca sabia muito bem o efeito que sua resposta poderia causar, e o fez de propósito.

— Quem... era aquele cantor? Gostei da voz e da melodia... — o sorriso de Rebeca ficara ainda maior e, somente ele, foi capaz de iluminar aquele quarto mais que a luz do dia.

— Alceu Valença, um cantor brasileiro que eu amo! Depois te apresento umas músicas dele...

Simone apenas assentiu, seus olhos presos em Rebeca e no rosto limpinho e sereno que estava tão perto. Ao entender a intenção da brasileira, negou com a cabeça e pôs a mão sobre a boca.

— Não, não, não! — reclama, sentindo o rosto esquentar. — Acabei de acordar, Beca.

Com uma expressão forçadamente chocada, Andrade franze as sobrancelha teatralmente.

— Vai me negar um beijo? Ai meu Deus! Eu tenho um compromisso e só vou sair depois que receber um beijo seu, Monie. — decreta, segurando os pulsos de Simone e beijando suas bochechas, fazendo a mulher rir. — Mas antes, saiba que meu treinador pode ficar bravo comigo.

Simone riu, os olhos fechados enquanto sentia Andrade beijar suas bochechas e queixo. Ela ainda segurava seus pulsos, mas logo entrelaçou seus dedos, voltando a olhar dentro de seus olhos.

O tempo poderia parar naquele instante e nenhuma das duas reclamaria. Aquele momento, com seus corpos tão perto, corações acelerados, mãos unidas e olhos conectados, parecia perfeito e tão certo. Quando Simone se deu conta, a boca de Rebeca estava sobre a sua, o encaixe perfeito que evoluiu quando Andrade pediu passagem com a língua. Suas mãos seguraram delicadamente o rosto da brasileira, seus polegares acariciando as bochechas macias enquanto a de Rebeca estava em sua cintura e a outra emaranhada em seu cabelo.

Primeira Vez - Rebiles Histórias para pegar e não largar. Descubra agora