quarenta e quatro

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Apareci de repente, mas cá estou e não pretendo mais sumir (passei por um péssimo bloqueio criativo)... Espero que estejam aqui ainda!
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Rebeca não demorou muito com Jordan e Lorrane, se despedindo com um boa noite e indo até o quarto que ficaria com Simone. E diferente do que achou, não a encontrou dormindo de qualquer maneira na cama, mas ouviu o chuveiro ligado.

Sem ter muito o que fazer e sem querer se juntar a americana para que ela não ficasse muito na água à noite, Rebeca sentou-se em uma pequena poltrona que havia no quarto e pegou o celular, abrindo um aplicativo para continuar uma leitura viciante que havia iniciado há alguns dias.

Alguns capítulos depois quando já estava totalmente imersa na leitura, sentiu mãos sendo apoiadas em seus joelhos. Seus olhos se ergueram lentamente, se deparando com Simone Biles envolta em um roupão vermelho enquanto lhe oferecia um sorriso pequeno que lhe fez erguer sutilmente a sobrancelha.

— Pensei que estaria dormindo, babe — comenta, seus olhos se prendendo involuntariamente nos lábios da americana.

— Não consegui, — volta a postura pro lugar e leva uma mão ao bolso do roupão, puxando um óleo corporal.

Rebeca não fala nada, apenas pega o frasco e, antes que Simone se afaste para ir até a cama, a segura pelo laço do roupão. Suas mãos vão até a cintura da mulher conduzindo-a para o seu colo. Biles aceita, se ajustando nas coxas de Rebeca e rapidamente sente as mãos ágeis da brasileira em seus ombros em uma carícia velada de segundas intenções. O roupão desliza lentamente até estar amontoado em sua cintura.

— Solta o cabelo, amor — o sussurro de Rebeca reverbera por todo seu corpo, e imediatamente obedece, puxando o elástico e balançando os fios com um movimento suave.

O coração de Simone batia de maneira desenfreada, mas nada ruim. Era um nervosismo de antecipação, cada gesto de Rebeca demonstrava suas intenções e ansiava por isso.

O braço esquerdo de Rebeca passa para a frente até conseguir segurar o queixo de Simone, virando seu rosto para o lado oposto e conectando seus olhos. O sorriso que Rebeca abriu lhe arrancou um gemido baixo.

— Onde quer a massagem? — a ginasta continuou a sussurrar, agora com seus lábios quase encostados.

— Rebeca....

Andrade cerrou os olhos, alargando mais o sorriso e com a mão livre, pressionou uma região de suas costas, roçando as unhas.

— Aqui? — questiona.

A mão continua uma provocadora e maliciosa exploração, até descer da nuca até o roupão.

— Levanta. — Simone obedece ainda de costas e logo está completando nua.

Antes de puxá-la de volta, Rebeca aperta a pele macia da americana, descendo até as coxas e estacionando na bunda, parecendo hipnotizada e Simone finalmente olha para trás, soltando uma risadinha com a expressão maliciosa e inerte da brasileira.

O som da risadinha parece acordá-la, pois Rebeca deixa um mordidinha em cada nádega e volta a sentar Biles em seu colo, deixando suas pernas mais abertas.

Ouvindo a respiração de Simone, a ginasta entorna uma boa quantidade do óleo em sua destra e as esfrega, esquentando o líquido. Com ambas as mãos estando com o óleo esquentado, Rebeca desliza suavemente pelas costas de Simone, tocando lugares que já conhecia e sentia falta. Os ombros, pescoço, braços, barriga e seios.

— Beca... — Simone gemeu com a atenção que Rebeca dava, massageando seus seios e brincando com os mamilos.

A massagem se estendeu, voltando a dar atenção a outras regiões do seu corpo, descendo até suas coxas e as apertando prazerosamente. Seu corpo se contraiu involuntariamente ao sentir as mãos hábeis subindo pela parte interior de suas coxas, alcançando a virilha e descendo outra vez.

Primeira Vez - Rebiles Histórias para pegar e não largar. Descubra agora