♡15𑁍

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História não corrigida.

Eles estavam na sala de jantar da casa de quem, agora, Geno sabia se chamar Reaper. O lugar era enorme e se não, mais luxuoso que o quarto a qual Geno acordou, falando nele, o pobre estava em pânico mas não tanto quanto uma pessoas normal ficaria, quer dizer, ele tinha algumas tendências a não se importar muito com a própria vida. Se ele não tivesse Error e Fresh para cuidar ele já teria dado um fim em tudo isso a muito tempo, mas ele tinha que se preocupar e cuidar de seus irmãos, ele devia garantir que eles ficassem bem; estão pular de uma ponte NÃO estava em questão e nem arriscar o próprio pescoço com um desconhecido. — . . . — Geno só se limitou a olhar para seu colo e suas mãos que estavam juntas, apesar de ter uma mesa farta com vários tipos de opções para o café da manhã em sua frente.

— Não vai comer? — perguntou Reaper calmamente, que estava na frente de Geno com um jornal em mãos. Geno preferiu não responder e Reaper o encarou para logo voltar a seu jornal.

Geno estava vestido somente com uma camisa preta que Reaper havia lá dado; ele não fazia ideia de onde estavam as roupas, tudo estava uma bagunça, ele só queria saber o que tinha acontecido e o que ele poderia fazer para se livrar de tudo aquilo.

 — . . . O que. . . O que aconteceu? — Geno não pode olhar para Reaper. — Você diz ontem à noite?... simples, tivemos uma noite muito satisfatória. — ele riu de um jeito zombeteiro, o que fez a pele de Geno se arrepiar.

— . . . O que você vai fazer comigo? . . . —

Reaper parou de ver seu jornal e o olhou, os olhos intensos dele davam medo só de se moverem. Geno engoliu em seco com isso e olhou de um jeito temeroso para aquele homem. As coisas pioraram quando ele deu um sorriso frio de escárnio. — Vamos jogar um jogo.

— Q-Que… Que tipo de jogo?

— O jogo é o seguinte. Eu sei que você não é alguém que se dá por vencido, então vamos fazer uma promessa. — Reaper se levantou da cadeira onde estava sentado e a arrumava com cuidado.

— Promessa? Não seria um acordo?

— Não, claro que não, acordos tem brechas e promessas não. — ele andou em passos lentos para perto de Geno.

— Eu posso só não cumprir.

— Você não, vai sabe por quê? Porquê você, Geno, vai perder tudo que mais ama se não cumprir com as regras. —  Reaper se inclinou e ficou tão perto que Geno podia escutar sua respiração.

— Você é maluco!! — Geno se levantou de supetão empurrando a cadeira para trás.

— Ah não querido, eu não sou, sou apenas um homem de negócios que sabe brinca, agora vamos aos negócios. — Reaper empurrava Geno de volta na cadeira para depois apoiar as mãos no encosto. — Posso parecer mas não sou tão cruel assim, bem não com Ômegas bonitos.

Geno o olhava friamente, ele sabia que não poderia simplesmente sair dali. — Como vai ser nosso jogo? — Reaper sorrio com a pergunta. — Não sou um homem muito decente mas gosto de fazer as coisas como se devem e o cortejo é uma delas.

— Cortejo? Cortejo o período de desenvolvimento para uma relação?

— Exatamente isso.

— Quem, raios, faz isso hoje em dia? Você tem certeza de que não é maluco? — Geno estava achando aquilo muito estranho, até seu rosto mostrava isso.

Reaper bufou divertido. — Eu prefiro fazer as coisas à moda antiga, quer dizer, algumas coisas.

— Por que?

— Você é meu destinado e eu já te marquei como meu, você não teve a possibilidade de escolher. Eu quero te dar essa possibilidade.

— Por que? Você não ganha nada com isso. — Geno olhava no fundo daqueles olhos, ele não negava que eram belos.

— Aí é onde você se engana, eu vou ganhar. O nosso jogo é simples, eu te cortejo por um ano, se depois disso, você decidir não ficar a meu lado eu te deixo em paz se não, você será meu para o resto de nossas vidas, você não vai poder me deixar nunca, não vai poder me trair e nem ir embora.

— Eu ainda não entendo o que você vai ganhar com tudo isso.

— Você.

— Se eu não ficar com você, nós ainda teremos uma conexão e eu também não vou poder ser marcado por ninguém.

— Um pequeno efeito colateral, mas acredite, se depois disso você ainda não ficar, você nunca mais me verá de novo. — Reaper se desencostou da cadeira para se endireitar, só para a puxar para perto da mesa.

— Eu posso simplesmente não aceitar isso. — Geno o olhou. — Aí você ficará comigo e nunca mais verá seus irmãos, você escolhe, estou te dando uma oportunidade.

— Porque eu seria o seu prêmio?

— Ah… agora, isso não é da sua conta. — Geno não sabia o que responder, ele não achava que aquele homem usaria aquela resposta. — Vamos às regras. — Reaper se virou para voltar a sua cadeira. 

— Você não vai contar absolutamente nada para ninguém, não vai falar nada sobre o que aconteceu ontem a noite ou sobre isso aqui. — Ele apontou para tudo enquanto se sentava. — Não vai mencionar nada a polícia e nem para mais ninguém. Se seus irmãos ou outras pessoas descobrirem sobre nós, invente algo, mas nada da verdade. Se você tentar fugir eu saberei, então nem pense nisso. Se você me desobedecer em alguma dessas coisas você perde tudo. — ele sorriu novamente da cadeira. — Então, o que me diz?

Geno olhou para baixo; ele não tinha outra opção, ou ele aceitava ou ele perderia os irmãos. — Feito. — disse Geno com toda convicção que tinha, não era muita assim como sua vontade de viver mas ele faria pelos irmãos.

Aparentemente aquilo agradou a Reaper. — Coma, te levarei para casa depois disso.

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Centro de Valorização da Vida

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Cortejo: o ato de demonstrar interesse romântico ou amoroso por outra pessoa de maneira respeitosa e atenciosa, com a intenção de conquistar seu afeto ou seu amor.

𝐃𝐞𝐚𝐫 𝐇𝐞𝐚𝐫𝐭Histórias para pegar e não largar. Descubra agora