Eu estava relendo a história e caramba, eu nunca achei que eu pareceria bêbada escrevendo algo mas eu pareci. Humilhante, eu juro que não bebi antes de escrever. eu peço desculpas por isso.
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História não corrigida.
Ink guiou Error por todos aqueles corredores, parecia que quanto mais eles andavam mais fundo eles entravam naquela mansão; a atmosfera parecia que havia mudado juntamente com a decoração e o ambiente, o lugar parecia ficar cada vez mais escuro. Ink guiava Error de perto até uma sala de portas grandes; Ink abriu uma das portas e eles entraram, aquele lugar parecia ainda mais escuro que o dos corredores.
Error olhou em volta, o quarto era bizarro; ele continha várias pinturas diferentes espalhadas, muitos nas paredes, vários montes no chão e muito deles cobertos com panos brancos, aquilo tudo era uma bagunça de um pintor ocupado e que deixou por muito tempo suas obras abandonadas. Ink foi até um dos cantos e tirou um dos panos brancos de cima de um cavalete e uma tela, ele os pegou e o levou para o meio do quarto. — Error. — ele o chamou. Error estava curioso olhando em volta mas assim que escutou seu nome ele ficou rígido e olhou para o pintor.
Ink estava sorrindo virado para ele, é claro. — Venha aqui por um momento. Eu quero pintar você. — Error foi, ele chegou mais perto. Talvez Error estivesse com medo de contrariar o pintor, mas se fosse isso por que ele não podia calar a boca?
— Você sabe que isso é muito bizarro, né?
— Em qual sentido Error?
— Sei lá, talvez, a parte de você levar um adolescente que também é seu aluno para sua casa junto com o irmão dele, depois dizer que vai levar eles para almoçarem e então dizer que pode comprar roupas para esse adolescente, e ainda por cima pedir para o adolescente posar para uma pintura, seja algo do tipo.
Ink riu de novo, ele se afastou um pouco e pegou um banco de madeira que estava perto de suas pinturas. — A meu ver, não é nem um pouco bizarro como você diz, eu só estou cuidando de você além do mais, você já é maior de idade. — o pintor colocou o banco de madeira na frente do cavalete com a tela, estava em um ângulo perfeito para ele ver Error.
— Cuidando? — aquilo o pegou de surpresa, ele não esperava essa resposta, talvez ele não esperasse resposta nem uma. Ink colocou a mão na base das costas de Error e o levou até o banco o fazendo sentar de frente para onde estava a tela. — Sim, sabe Error, você é como uma flor, frágil, sensível, delicada; uma flor precisa de muitos cuidados e muita dedicação para se tornar linda e forte, é apenas isso que estou fazendo, cuidando de você. — Ink voltou para perto da tela e a arrumou, depois ele pegou suas tintas e pinceis.
— Por favor Error, coloque suas mãos no colo, uma em cima da outra. — Error fez o que lê foi pedido, mas Ink parou e ficou o encarando. — Algo está faltando. — ele parecia muito pensativo. — Tenta esticar a perna um pouco. — em vez de manter as pernas grudados uma na outra como Error estava fazendo ele esticou uma levemente. Comyet sorriu. — Você está perfeito. — Error não disse nada, ele só ficou observando o pintor fazer sua obra.
Algumas horas passaram, Error sentiu o estômago roncar, talvez estivesse na hora do almoço, ele tinha perdido a noção do tempo por ficar ali com o pintor. — … Comyet… que horas são? — Error estava bastante dolorido de ficar na mesma posição sem se mexer muito.
Ink levantou a cabeça parecendo voltar à realidade. — Oh céus. Me desculpe Error, eu fiquei tão focado que não reparei que poderia demorar. — ele tirou o celular do bolso bem afobado. — É hora do almoço. — Ele se levantou e estendeu a mão para Error que ficou totalmente desconfortável. — Eu não vou pegar a sua mão. — Ele desceu do banco tomando cuidado com a camisa. Ink riu baixo.
— Vamos Error, eu vou te dar uma calça e sapatos para que possamos ir. — Error não disse nada, ele só acompanhou Comyet em silêncio. — Você pode chamar os meninos para mim enquanto eu vou buscar o que você precisa? O quarto do Jammy está no segundo andar, porta roxa. — ele não esperou Error concordar para sair
Error bufou irritado e saiu andando para baixo, toda aquela situação era estranha e desconfortável, ainda mais por ele estar só de camisa; era humilhante. Error seguiu as instruções que Comyet deu, não demorou muito para Error achar. Segundo andar, porta roxa, era exatamente aquilo, o nome de Paper Jam estava em uma placa de madeira na frente da porta. Error tocou. — Eu tô entrando. — ele só abriu a porta e deu de cara com os dois garotos e um cachorro fantasiados de Príncipe, cavaleiro e dragão com um quarto inteiro totalmente bagunçado, era um quarto colorido típico de criança rica, o que era surpreendente já que Comyet era só um professor. — O que vocês estão fazendo. — Error sinalizou enquanto falava. As duas crianças olharam ele mas só Paper Jam respondeu. — De príncipe, dragão e cavaleiro, o Mafioso é o dragão e o Freshy é o príncipe e eu sou o cavalheiro. — ele apontou para si e depois para Fresh.
Eles eram crianças, Error não devia ter ficado surpreso. — Certo. Comyet mandou chamar, ele disse para nós decermos.
— Ok, já vamos. — Paper Jam começou a tirar a fantasia e Fresh concordou indo atrás. Não demorou até eles estarem andando pelo corredor com Mobster atrás.
— Por que você chama o meu pai de Comyet? — Paper Jam perguntou depois de dar uma olhada rápida em Error.
— Porque esse é o sobrenome dele.
— Parece que você não gosta dele, ninguém chama o papai assim, a menos que seja alguém do trabalho ou que esteja bravo com ele.
— Você tá certo.
—... Por que você não gosta dele?
—... Porque ele é estranho.
— Você também é estranho, mas nem por isso eu não gosto de você. — Paper Jam franziu a testa para Error.
Error bufou tentando pensar em como resolver a situação. — Não é a mesma coisa.
— Como não? — Paper Jam cruzou os braços ainda parecendo chateado. Error suspirou e se ajoelhou na frente de Paper Jam. — Escuta Papar, tem algumas coisas que são mais complicadas do que parecem.
— Tipo?. — O garoto não ia se dar por vencido e pela primeira vez, Error ficou aliviado por Comyet entrar ali interrompendo. — A calça e os sapatos vão ficar bem grandes para você Error, mas vai quebrar um galho até você ter roupas novas. — Error queria dizer que não precisava de nada que Comyet desce mas ele precisava, não dava para ele ficar com as roupas do cara e ele nem sabia onde estava a fantasia da festa. Por mais que ele tentasse, Error duvidava que Comyet ia se dar por vencido com ele.
Error pegou a calça e os sapatos para se vestir rápido e Comyet tinha razão, ficavam grandes. Ink sorriu vendo Error enquanto colocava a coleira em Mobster para eles poderem sair. — Agora estamos prontos para ir. — A entrada no carro e grande parte do caminho foi em silêncio.
Error estava olhando pela janela no banco do passageiro enquanto escutava as crianças no banco de trás brincando de algo que ele não entendeu. — Você quer colocar alguma música, Error? — Comyet quebrou o silêncio que Error estava gostando. — Não… meu celular. — A ficha só tinha caído ali, ele tinha esquecido o celular, o único aparelho que ele poderia usar caso aquele maluco fizesse algo.
— Ah, ele descarregou e eu coloquei ele para carregar mas eu esqueci de pegar haha desculpa.— ele parecia envergonhado mas nunca tirou os olhos do caminho. O silêncio voltou.
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𝐃𝐞𝐚𝐫 𝐇𝐞𝐚𝐫𝐭
FanfictionHistória não corriginda. O senho da maioria das pessoas naquele mundo era encontrar seu destinado, sua alma gêmea, seu amor dos sonhos, como naqueles filmes de romance clichê mas acontece que a vida não é assim, não é um morango doce, Error sabia mu...
