Aja capítulo, é capítulo daqui é capítulo de lá, capítulo por toda parte. Fiquem felizes porque tem muitos capítulos prontos para vocês, até o especial de fim de ano; sim eu sei, eu sei, eu não esqueci dele e eu sei que já passou, mas ainda tinha muita coisa para acontecer.
Ps: eu faço tradução de todos os capítulos para o espanhol é por isso que também demora um pouco.
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História não corrigida.
Geno parou a mão no rosto, ele estava com uma ressaca horrível, mas não foi tão ruim, Geno sabia que Error tinha passado por ali para ajudar. Ele olhou para cima, ele precisava levantar. Geno comeu e bebeu o quê Error tinha deixando, ele também acabou tomando o remédio e se limpando, a água quente do chuveiro ajudou.
Geno se sentou no sofá ao lado de Mobster se sentindo um pouco melhor fisicamente, mas se sentiu culpado por ter feito os irmãos dormirem fora, ele nem sabia onde eles tinham ficado e se estavam bem. Geno pegou o celular e mandou uma mensagem para Error, ele demorou um pouco para responder de volta mas pelo horário ele devia estar trabalhando e… caramba, Geno tinha dormido praticamente o dia todo, ele realmente se surpreendeu o que o levou a se deprimir mais, ele estava se sentindo patético e inútil, ele devia ter sido melhor.
A conversa com Error também não tinha acabado bem, os dois tinham ficado irritados e os dois tinham sido grosseiros. Geno bufou e jogou a cabeça para trás no sofá respirando fundo e tentando se acalmar, as emoções estavam à flor da pele para os dois, ele sabia disso e sabia que eles precisavam esfriar a cabeça antes de qualquer outra conversa.
Ele ficou algum tempo assim até que alguém tocou a campainha. Geno a ignorou. Ela voltou a tocar, Geno suspirou pesadamente e se levantou com Mafioso que foi a seu lado, chegando na porta Geno só virou a chave é abriu dando de cara com quem ele menos queria ver naquele momento. — Por que você está aqui? — Geno o olhava como se ele fosse uma pedra no sapato dele e de fato era.
— Eu fiquei sabendo que você foi despedido. É uma pena. — Reaper estava parado na frente dele com um buquê de rosas e um copo de café enquanto estava estranhamente bem vestido, além de não parecer estar com nem uma pena de Geno, já que ele tinha um sorriso em seus lábios. — Posso entrar?
— Eu tenho escolha?
— Você sempre tem, Geno.
— E você é a fada dos dentes. — Reaper riu e Geno abriu a passagem desgostoso da vida enquanto sentia sua marca já cicatrizada pulsar atrás de seu pescoço. Reaper entrou em passos calmos e confiantes mesmo com Mafioso claramente em alerta perto dele.
O mais velho se sentou no sofá colocando as flores e o café ali na mesa de centro e Geno fechou a porta e parou alguns centímetros à frente de Reaper. — Você ainda não respondeu por que está aqui.
Reaper permaneceu com aquele sorriso no rosto. — Eu disse, fiquei sabendo que você foi despedido.
Geno fechou a mão em punhos ao lado do corpo. — É, bem, isso não é motivo para estar aqui e é claro que você está mentido na minha cara, eu não sou idiota.
Reaper riu enquanto se levantava e ia até Geno que estava parado ali com tensão em seus ombros. Geno olhou para cima, ele admitia que Reaper era alguém muito bonito mas isso não diminuía o fato de ele ser alguém com intenções duvidosas. — Eu só queria ver meu ômega. Sabe, eu fiquei bastante surpreso quando me ligaram dizendo que você não estava lá para receber as flores e o café. — ele passou a mão na nuca de Geno o levando mais para perto, ele conseguia sentir a respiração agitada do mais baixo. — Você me deixou preocupado, então, eu tive que ver por mim mesmo como você está.
Geno pousou as mãos no peito de Reaper e chegou mais perto de seu rosto quase encostando nariz com nariz, ele empurrou Reaper que cancelou para trás e caiu no sofá surpreso com a atitude. — Você já viu, agora saia. — Reaper começou a rir alto, era a primeira vez que um ômega o tratava assim, mas claro, não era qualquer ômega a sua frente, era seu ômega, o seu destinado.
— O que há de tão engraçado? — Geno não estava entendendo nada.
— Sabe, é a primeira vez que alguém me trata desse jeito. — Reaper ainda estava sorrindo.
— Ah, então você é um playboy que nunca escutou um não na vida? bom saber. — Geno revirou os olhos e foi até a cozinha. Mobster o seguiu. — A porta está aberta, fique à vontade para sair. A saída é serventia da casa. — Geno falou entrando no cômodo, sua boca estava seca e ele precisava de um copo de água. Ele ainda estava completamente sobrecarregado e não queria Reaper tão perto, principalmente em sua casa.
— Não estou muito afim de sair, não ainda pelo menos. — Reaper tinha ido atrás de Geno, ele fez questão de se encostar no batedor da porta, a única saída de Geno.
A marca no pescoço latejou de novo e um arroio frio passou por ele, Geno não teve coragem de olhar para Reaper, ele sabia que não era muito seguro dar as costas para um Alfa, mas ele não conseguia olhar para ele. Seu copo estava apoiado na pia, ele via como algumas gotas de água escorriam para sua mão. — Geno. — Reaper suspirou seu nome e Geno se segurou na pia, suas pernas pareciam fracas, sua marca pulsava mais forte, ele se sentia fraco e o calor que ia de seu estômago e preenchia seu peito não ajudava. Ele estava à mercê daquele homem, ele poderia fazer o que quisesse e Geno não ia conseguir fazer nada. — Geno. — ele cantarolou desta vez, sua voz grave mais perto assim como seus passos. Geno fechou os olhos e sentiu os braços fortes rondando seu peito e abdômen, ele não apertava para doer, era só um aperto firme, quente. — Vamos Geno, me deixe te ajudar, me dê uma chance. — A voz dele era calma, suave e não muito alta, sua cabeça estava encostada na de Geno, bem perto ao ouvido dele.
— E-Eu não posso. — Geno respondeu não muito acima de um sussurro, ele tremia levemente sem se conter. — Por que não? — A cabeça de Geno se recostou no peito de Reaper sem nem perceber. — V-Você é perigoso… você é muito perigoso… você pode machucar meus irmãos e a mim e se… e se essa “promessa” é verdadeira, a única maneira de eu ser pelo menos um pouquinho livre de ser o ômega de alguém… e-eu — Geno estava ficando com a voz embargada a cada palavra.
— Do que você tem medo Geno? Porquê eu não acho que seja só isso. — A voz de Reaper nunca mudou, ela continua suave. Geno soltou um soluço abafado. — Você quer saber do que eu acho que você tem medo? — Geno não respondeu. — Eu acho que você tem medo de se apegar e depois se decepcionar, eu acho que você tem medo de se machucar por amar alguém perigoso e eu acho que você tem medo de não poder fugir de alguém como eu. — Reaper puxou de leve o cachecol de Geno. — Você sabe que eu posso te ajudar com tudo, mas está com medo de acabar gostando do que te machuca. — ele beijou o ombro de Geno.
Dali em diante Geno não queria se lembrar do que aconteceu, porque ele teria vergonha e raiva de si, raiva de suas atitudes, raiva por não poder impedir Reaper e raiva porque tudo que aquele homem disse estava certo.
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𝐃𝐞𝐚𝐫 𝐇𝐞𝐚𝐫𝐭
FanfictionHistória não corriginda. O senho da maioria das pessoas naquele mundo era encontrar seu destinado, sua alma gêmea, seu amor dos sonhos, como naqueles filmes de romance clichê mas acontece que a vida não é assim, não é um morango doce, Error sabia mu...
