quero descobrir isso com vc.

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a conversa estava muito boa,mas me lembro que não poderia ficar tanto tempo fora de casa assim.

-gente,eu preciso ir-eu falo me levantando da poltrona onde estava sentada.

-agora?, fica mais um pouco-rebecca diz quase implorando.

- não becca, tenho q ir!- eu falo. Dou um beijo em sua testa em forma de demonstrar meu amor por ela.

Rebecca e Miguel se despedem de mim.

eu saio do quarto de rebecca pensando como irei ir embora,Miguel havia me trouxe.

[...]

eu estava caminhando até minha casa enquanto carros e motos passavam pelas ruas ao meu lado.
As folhagens das árvores caíam em unisso com os meus passos,várias poças de águas por causa do furacão. Ele havia feito muito estrago realmente, casas havia sido inundada, quebradas e várias coisa horríveis.

Enquanto caminhava, o vento frio trazia um leve cheiro de terra molhada, e eu não conseguia deixar de pensar no que havia acontecido. O furacão tinha deixado sua marca na cidade, mas também havia unido as pessoas de uma forma que eu nunca tinha visto antes. As imagens das famílias se ajudando, dos vizinhos se reunindo para limpar as ruas, aqueciam meu coração em meio ao caos.

Continuei a andar, observando os estragos, mas também as pequenas vitórias: crianças brincando em poças de água, adultos conversando e rindo enquanto trabalhavam juntos. A cidade estava ferida, mas a esperança parecia brotar entre as rachaduras.

Ao chegar em casa, abri a porta e fui recebida pelo cheiro familiar do café que minha mãe sempre fazia. Ela estava na cozinha, parecendo preocupada. Quando me viu, seu semblante se suavizou.

- Graças a Deus que você está bem! -ela exclamou, vindo me abraçar. -Ouvi sobre os danos na cidade e fiquei preocupada.

-Estou bem, mãe. Foi um pouco assustador, mas estamos todos juntos nessa, né? - respondi, tentando tranquilizá-la.

Sentamos à mesa e começamos a conversar sobre os eventos do dia. Falei sobre Rebecca e Miguel, sobre como eles estavam lidando com a situação. Minha mãe ouviu atentamente, sempre buscando maneiras de ajudar os vizinhos que foram mais afetados.

Enquanto o café esfriava na caneca à minha frente, percebi que mesmo em meio ao desespero havia um senso de comunidade que nos fortalecia. O furacão pode ter causado estragos físicos, mas ele também nos lembrou da importância de estarmos unidos.

Decidi que no dia seguinte ajudaria a organizar uma arrecadação de alimentos e roupas para aqueles que perderam tudo. Era o mínimo que eu poderia fazer por quem tanto precisava.

com meus pensamentos a noite havia chegado,e novamente todos estavam juntos denovo.

nesse dia tão barulhento eu mal vi Madeleine,queria ir beija-lá,abraçar e não soltar.

meus olhos e de Madeleine se encontram diante a mesa onde todos estavam sentados se alimentando e conversando.
seus olhos tinham o mesmo desejo que os meus,nos beijamos até não ter mais ar para se respirar.

me afasto a cadeira da mesa e me levanto,pessoas em minha volta me olham desconfiados.

apenas deixo esses pensamentos de lado e vou em direção a meu quarto,ao entrar me sento em minha cama esperando Madeleine chegar.

O coração batia acelerado enquanto eu esperava por Madeleine. A sensação de ter seus lábios nos meus ainda pairava em minha mente, como uma chama que não se apagava. As risadas e conversas da sala pareciam distantes, quase como um eco; tudo o que eu queria era estar com ela.

A porta do meu quarto se abriu lentamente, e Madeleine apareceu, com um sorriso que iluminava seu rosto. Ela parecia um pouco nervosa, mas seus olhos brilhavam com uma mistura de alegria e expectativa.

— Oi — disse ela, entrando e fechando a porta atrás de si. — Desculpe por ter demorado.

-Estava te esperando - respondi, levantando-me para puxá-la para mais perto. O toque das nossas mãos fez meu coração acelerar ainda mais.

- Eu não consigo parar de pensar naquele beijo... - ela murmurou, olhando nos meus olhos.

- Nem eu -admiti, sentindo a intensidade do momento aumentar. -Foi como se o mundo ao nosso redor desaparecesse.

Ficamos em silêncio por um instante, apenas apreciando a presença uma da outra. Então, sem pensar duas vezes, puxei-a para mais perto de mim novamente. Nossos lábios se encontraram outra vez, e dessa vez foi diferente: o beijo começou suave, como uma dança delicada entre nós. Senti o calor dela irradiar e o toque dos seus lábios era como seda contra a minha pele.

Ela hesitou por um momento antes de aprofundar o beijo, e eu correspondi, deixando que a paixão tomasse conta. Nossos lábios se moldavam perfeitamente, como se sempre tivessem sido feitos para se encontrar. O gosto doce dela misturava-se ao ar ao nosso redor, e cada movimento parecia fazer o tempo parar.

O mundo externo desapareceu completamente enquanto nos perdíamos uma na outra. O beijo se tornou mais intenso; as mãos dela deslizaram pelo meu rosto enquanto eu envolvia sua cintura com os braços, aproximando-a ainda mais de mim. Era como se estivéssemos em uma bolha de alegria e descoberta; tudo ao nosso redor sumia diante da conexão que estávamos construindo.

Finalmente, quando a necessidade de ar se tornou inevitável, me afastei lentamente, olhando em seus olhos maravilhados.

-O que você acha que vai acontecer com a gente? - perguntei, ainda ofegante.

Madeleine sorriu e passou os dedos pelos meus cabelos.

- Eu não sei… mas quero descobrir isso com você. Mesmo com tudo que está acontecendo lá fora, sinto que isso é real.

Aquelas palavras me aqueceram por dentro. O mundo podia estar desmoronando ao nosso redor, mas ali, naquele quarto, tudo parecia perfeito.

Decidimos sentar na cama e conversar sobre nossos sonhos e medos enquanto o barulho das nossas famílias continuava ao fundo. Falamos sobre o futuro e sobre como poderíamos ajudar aqueles que estavam sofrendo por causa do furacão. A conexão entre nós crescia a cada palavra trocada.

Naquela noite, não importava o caos do lado de fora; o que realmente importava era o que estávamos construindo juntas ali dentro.

𝐦𝐲 𝐠𝐢𝐫𝐥-ᵐᵃᵈᵃˡᵉⁱⁿᵉ ᵐᶜᵍʳᵃʷOnde histórias criam vida. Descubra agora