Ao chegar ao quarto, encontro Madeleine deitada sobre a minha cama, completamente aconchegada entre minhas almofadas e meus lençóis.
— Gostou da cama? — pergunto, em tom irônico, observando o quanto ela parecia confortável.
— Gostei. Posso mimir com você? — ela pergunta, fazendo um biquinho e entrelaçando as mãos.
— Sua mãe não vai achar ruim? Você vai estar dormindo com a garota que ela proibiu você de namorar.
— Deixa minha mãe de lado. O que importa somos nós duas.
Ela se senta no meio das almofadas.
— Senta.
Obedeço.
Por alguns segundos, ficamos em silêncio.
— A gente vai continuar fazendo isso? — pergunto. — Tipo... escondendo tudo do Jacob?
Madeleine me encara profundamente.
— S/N, eu sou apaixonada por você. E Jacob não vai interferir nisso.
Ela leva a mão até meu rosto, fazendo um carinho delicado.
— Madeleine... você está noiva.
— Eu não me importo! — responde, firme. — Se for preciso esconder isso pelo resto da minha vida para conseguir te amar, eu vou.
Fico em silêncio.
Ela parecia estar falando sério, ela realmente me amava.
— E se der errado?
Madeleine não desvia os olhos.
— Se der errado, a gente foge. S/N, eu amo você e vou fazer absolutamente tudo para ficar com você. Para você ser a minha mulher.
Cada palavra fazia meu coração bater mais rápido.
Eu sorrio de leve e diminuo a distância entre nós, dando a ela um beijo carinhoso.
Quando me afasto, olho em seus olhos.
— Eu te amo, Maddy.
Ela para completamente.
Seus olhos se arregalam por alguns segundos, como se não esperasse ouvir aquilo de mim.
A verdade era que eu amava Madeleine desde o dia em que a beijei pela primeira vez naquela praça.
Amava o jeito dela, a maneira como ela conseguia me fazer rir mesmo quando tudo parecia estar desmoronando.
Ela era a primeira mulher por quem eu havia me apaixonado daquela maneira.
E eu faria de tudo para que desse certo.
Se fosse preciso, eu iria até o fim.
[...]
A madrugada havia chegado.
E, com ela, o grande furacão.
Eu estava deitada ao lado de Madeleine enquanto conversávamos sobre coisas completamente aleatórias, até que o som de batidas na porta interrompe nossa conversa.
— Quem é? — Madeleine pergunta.
— Amor, sou eu. Abre a porta!
Jacob.
Em questão de segundos, Madeleine se ajeita no colchão que estava ao lado da minha cama, onde ela deveria dormir.
Ela arruma rapidamente os cabelos e respira fundo.
— Pode entrar!
Jacob abre a porta.
— Amor!
Ele vai até Madeleine e se senta ao lado dela.
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𝐦𝐲 𝐠𝐢𝐫𝐥-ᵐᵃᵈᵃˡᵉⁱⁿᵉ ᵐᶜᵍʳᵃʷ
أدب الهواةapós uma briga com seu pai s/n thame's volta para sua cidade natal, Los Angeles que também era a cidade que sua família materna morava, mas ao chegar em sua cidade se depara com a melhor amiga de seu irmão, mas conhecida também como Madeleine. Mas n...
