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Minha boca estava no chão e brunna estava do mesmo jeito.

Dai estava com o celular na cara da Brunna, paty não pode vir, ela era diretora de uma escola e como estava em dias letivos não podia sair assim, na verdade nem a dai podia mas a bomba era tão grande que ela não perdeu em ver com os próprios olhos a cara da Brunna.

- EU SEMPRE SOUBE! - gritei rindo, quando me recompus, cai sentada no sofá rindo até chorar, dai me acompanhou e Brunna só revirou os olhos e subiu as escadas soltando fogo pelo nariz.

Dai sentou do meu lado e ficamos rindo por algum tempo.

- Eu falei para ela... - dai falava falhado por causa das gargalhadas - ele é legal, um gato!
Mas miga, sinto cheirinho de rosca queimada!-limpou as lágrimas dos olhos e minha barriga estava doendo - Otária nunca me ouve! Aonde já se viu! Eles só davam selinhos!

Cai na gargalhada novamente, a prima da dai que conhecia a brunna, soube que o amigo do irmão dela estava pegando um carinha que não era assumido, mas ficou chocada quando ele levou o namorado na balada e ela descobriu ser o noivo da brunna! Tirou uma foto e mandou pra dai que quando viu pegou um jatinho e veio pra Miami mostrar para brunna!!

- Vai dormir aqui? - perguntei ainda rindo, dai olhou o relógio.

-   Não, só vim ver a cara dela! - caiu na gargalhada novamente - Tenho que comprar o presente de casamento da paty ainda - Limpou uma lágrima dos olhos - fala para bruna me ligar quando estiver melhor.

-   Beleza.

Paguei meu pacote de bala de goma e como quem não quer nada subi as escadas assim que dai entrou no carro para ir pro aeroporto, sorri quando abri a porta do escritório da brunna, ela estava séria digitando no computador, me olhou por cima do óculos e bufou.

- Se manda - sorri ainda mais.
Me apoiei na mesa olhando para ela em diversão.

-   Fala - disse impaciente - Sei que esta louca de vontade.

-   Eu avisei - falei olhando minhas unhas.

-   Pronto, agora vaza Ludmilla- repetiu séria apontando para a porta.

-   O bom é que chifre trocado não dói! - cai na gargalhada ignorando completamente ela.

-   Que engraçado, agora sai Ludmilla, não estou afim de ouvir você tirando sarro de mim - revirou os olhos e sinalizou com a cabeça novamente para a saída, sorri e me sentei na mesa após afastar alguns papéis e coloquei meus pés sobre o apoio dos braços da cadeira dela, puxando a cadeira para mais perto de mim.

-   Só sendo gay mesmo pra não tentar agarrar você - sorri maliciosa mas Brunna continuava séria.

Soube depois que Gabriel e Brunna se beijaram de língua apenas uma vez! Como que alguém fica esse tempo todo com alguém como ela e consegue não beijar ela toda hora?
Eu não conseguiria, não vejo a hora de falar para todo mundo que estou com ela para não precisar me afastar quando alguém está perto, tipo os seguranças, só de lembrar disso já fico com ódio, o imbecil do segurança acha que agora brunna está livre ele pode ficar cercando ela, peguei ele tentando agarrar ela quando brunna estava no jardim, dei a louca e estava até agora sem falar com a brunna, tanto por já terem se passado quatro dias que ela falou que me amava e não ter terminado com Gabriel quanto por ter falado com o segurança, só Ingrid soube que eu e brunna estávamos de Love novamente.

Se dai não tivesse chegado e falado que a treta do Gabriel eu ainda estaria dando um gelo nela.

- Então agora está falando comigo novamente? - semicerrou os olhos.

- Só se você já tiver terminado com o Gabriel- Dei um sorriso de lado enquanto passava meu pé no braço descoberto dela pela regata maliciosamente.

-   Estava falando com ele pouco antes de você chegar - suspirou - Longa história, mas agora sou oficialmente solteira novamente.

Segurou uma das minhas pernas e começou a beijar minha panturrilha, logo subindo os beijos.

-   Solteira não, estávamos tendo algo que você não quer nomear mas é algo, então a única pessoa que você pode pensar em estar é comigo -falei séria observando ela morder de leve a parte interna da minha coxa.

-   Estamos tendo algo não nomeado sério, então? - sorriu quando se puxou para a beirada da mesa e finalmente me olhou.

-   Porque você não quer nomear para ficar se agarrando o segurança revirei os olhos bufando.

-   Ele que me tentou me agarrar e você viu quando eu virei a mão na cara dele!

-   Na próxima vez eu arranco aquele pinto mediano dele - frisei as últimas palavras, brunna me olhou com os olhos arregalados -Talvez eu tenha ouvido uma conversa sua com a dai enquanto ia pro meu quarto a algum tempo atrás.

Brunna negou com a cabeça e fez um som nasal.

-   Então aquela sua greve desnecessária acabou, é? - mudou de assunto, voltando a beijar minha perna, talvez eu tenha falado que ela não ia tocar em mim até terminar com o Gabriel, e só talvez, eu estivesse com saudade dessa mulher me dando os melhores orgasmos.

-   Talvez - sussurrei e levantei meu quadril quando ela fez menção de tirar minha bermuda curta, eu ri e neguei com a cabeça quando ela arrancou a peça e a jogou num canto do escritório afoita - Você ficou calma bem rápido não é, madrasta? - perguntei mordendo os lábios quando ela deu de ombros.

-   Estou com saudades de você... Foram dias horríveis! - riu antes de morder de leve minha virilha.

Não demora para ela arrancar a minha calcinha, nem ela nem eu queríamos enrolar, gemi manhosa jogando minha cabeça para trás sentindo ela pincelar meu sexo com sua língua, chupando então os pequenos lábios e raspando os dentes ali na medida certa para me deixar ainda mais louca de prazer, ela encaixa os ombros por baixo das minhas coxas e então sua mão esquerda sobiu para apertar meu seio ainda por cima da blusa, seus olhos fechando enquanto ela me chupa com maestria, fazendo da minha boceta seu playground e brincando com a minha entrada com a ponta dos dedos.

Eu só sabia gemer e rebolar na boca dela, ela fazia aquilo tão bem...

Não foi necessário muito tempo para que eu sentisse minha boceta se contraindo numa sensação prazerosa e caísse no abismo chamado orgasmo que ela sempre me levava.

Brunna se levantou se encaixando no meio das minhas pernas e me deu um beijo sem nenhum pingo de delicadeza, foi o suficiente para, mesmo após um orgasmo, eu sentir minha boceta dar sinais de vida.

-   Quero ir para o Havaí esse final de semana, faz tempo que não visito meus avós e eles estão com saudades de você - falou enquanto tirava minha blusa.

-   Certo, esse final de semana, agora vem cá - puxei sua cintura.

Hoje ia matar minha saudade do corpinho dela.

A má-drastaWhere stories live. Discover now