Enfim foi achado uma utilidade para o salão de festa.
Meu aniversário tinha chegado, já não aguentava ter 17 anos!
Sempre nos meus aniversário Brunna fazia uma festa simples mas chique, dai e paty vinham, eu amava elas, principalmente a paty, ela era muito doida, no último final de ano eu e brunna passamos na casa dela, eu estava puta com brunna por ela não me deixar beber, então paty me deu uma garrafinha cheia de vinho e disse para mim falar que era um suco de uva com abóbora e beringela que eu estava tomando pra emagrecer, foi muito louco aquele dia, eu nunca tinha bebido acabei dormindo no banheiro porque não consegui chegar até o quarto, uma vez a gente pulou de paraquedas sem a brunna saber porquê se não ela a surtar, paty falou que ia me levar na igreja porque eu estava querendo conversar algo privado com um padre, a paty era a melhor pessoa.
Mas esse ano foi diferente, eu chamei meus amigos e Brunna tinha que chamar a família do tripa seca, ela estava lavando a sério esse namoro, e isso me deixava revoltada.
Todo mundo sabia que isso não tinha futuro.
Na nossa casa tinha um salão de festas, mas nunca era usado, sempre me perguntei o motivo da sua existência já que as festas eram feitas nos jardins mas brunna sempre falava que era necessário.
A paty e dai já tinham chegado, elas ficariam até amanhã de tarde aqui e depois iriam voltar para Veneza que era onde paty morava para poder cuidar dos negócios.
A festa ia começar as oito da noite, já eram seis horas, logo os sogros (sogros Garros e jarros de vômito podre) da brunna iam chegar, eu não ia ver essa pouca vergonha, só ia pra lá quando meus amigos chegassem, eles iam trazer bebida, a brunna ia querer me
matar mas uma festa de 18 anos precisa ter bebida.
E quanto a eu e Brunna, bom, ela disse que nunca ia fazer aquela loucura de novo, que era errado e que não ia se repetir, que eu deveria excluir da minha memória como ela iria fazer porque ela namora, eu sou só uma adolescente de 17 anos, e ela é minha "madrasta".
- Eu preciso me arrumar... - murmurou entre os gemidos abafados, ignorei e continuei beijando o pescoço dela, adorava ver ela arrepiada e me apertando mais forte, ela me empurrou para o lado tentando se levantar mas eu a puxei novamente, brunna caiu sobre mim, a fiz se sentar sobre meu quadril e apertei com força a bunda dela, Brunna gemeu manhosa e fechou os olhos - Não começa, por favor, se não eu não vou querer sair...
Após nossa meia discussão eu jurei para mim mesma que não ia tocar no corpo totalmente não atraente dela novamente, não queria ela brincando comigo, mas quando eu desci de madrugada no mesmo dia para comer o doce que estava escondido na geladeira, vi algo muito melhor que eu podia comer, sim, era brunna com um maldito baby doll vermelho justo e curtíssimo, ela estava sem nada por baixo e além de tudo estava toda empinada pegando algo no fundo da geladeira, nós transamos novamente naquela cozinha, ainda suada, sobre o balcão brunna disse essas exatas palavras (sei delas pois a cada transa nossa ela repete, parece um disco quebrado)
"Isso é errado, não vamos fazer novamente, eu sou sua madrasta! E eu tenho um namorado e você é muito jovem, esquece que isso aconteceu, eu também vou esquecer"
Claro que eu fiquei com raiva me senti dispensável e até acreditei nas palavras dela, mas quando eu cheguei da casa da Ingrid após ter falado mal da brunna por horas encontrei ela rindo de um filme que passava na TV com um pote de sorvete e um cobertor em pleno domingo, ela estava com um pijama de macacão de dragão, estava frio aquele dia e o ar condicionado estava ligado, ela estava muito fofa, eu achava incrível o fato dela ser tão sensual mas conseguir ficar tão fofa as vezes, bom, também transamos aquele dia, naquele sofá e depois no tapete (belas lembranças).
Ela repetiu as mesmas palavras após três orgasmos, isso já estava me deixando puta da vida e eu jurei diante da minha janelas olhando um pé de bananeira que agora eu nunca mais ia ficar com ela, bom eu acho que a bananeira morreu porque quando o Peter veio jantar com ela jarros e jarros de vômito podre) foi só ele sair pela porta que ela subiu pro meu quarto, ela estava meio alterada pelo vinho e pediu pra dormir comigo, eu inocente deixei, ela abusou da minha inocência e boa vontade de ajudar humanos aquele dia novamente, e me obrigou a descubrir minha promessa.
Então a frase dela se tornou repetitiva e sem significado, mas mesmo assim eu me sentia horrível quando ela falava, eu odiava ver ela com o tripa seca, mesmo eles não parecendo um casal, mas mesmo assim eu me sentia ruim pois ela falava que queria ficar com ele mas toda noite estava na minha cama, eu entendia o ponto de vista dela, afinal eu era uma pirralha de 17 anos, ja ele era um cara com uma carreira sólida, tinha uma boa condição financeira, meio afeminado mas era bonito, a família dele amava ela, já eu era só eu com meus incríveis olhos castanho, mas eu não conseguia aceitar, eu queria ela pra mim, e isso me deixava com raiva de mim mesma pois eu sempre soube que eu ia sair ferrada, era eu a iludida, ela nunca tentou me enganar, eu queria ficar longe, mas fica difícil com a tentação estando sobre o mesmo lugar que você sozinha e sempre irresistível.
E o pior é que eu nem conseguia ficar com ninguém.
Estávamos novamente lado a lado na minha cama, nuas e suadas, eu sentia meu coração pesado, e estava triste, pois sabia que como sempre ela ia se levantar e falar a mesma coisa, mas eu era a culpada, eu que estava aceitando essa situação.
Sou eu quem faz amor e chora.
- Lud, eu... - ela começou, me levantei da cama, eu não gostava que os outros me vissem fraca, não queria que ela visse como as palavras dela me afetavam.
- Você não pode continuar, isso é um erro, eu já sei-eu estava farta - se, se arrepende tanto, porque contínua? - me virei para ela que estava me olhando perdida coberta pelo lençol.
- Você sempre vem atrás de mim! - arqueei as sobrancelhas, era a primeira vez que eu falava algo sobre o assunto e eu não fugia para socar algo, olhei para ela descrente.
Então a culpa é minha? Sou eu que influencio você Brunna?! - então eu era a corruptora! Eu que abusava da "inocência" dela! balancei a cabeça lentamente - OK, Madrasta - disse com deboche - então eu sou a culpada pela sua infelicidade, sou eu que te influencio a trair seu namorado perfeito, já entendi, nunca tinha visto por esse lado - eu falava tudo com calma mas minha garganta estava fechado e meus olhos ardiam, mas eu não ia chorar, não na frente dela.
- Não é isso Lud... - brunna começou desesperada.
* Não precisa pedir desculpas brunna, você é a vítima, não se culpe, já que eu que corrompo você pode ficar tranquila, não vou voltar a ir atrás da minha madrasta comprometida - brunna se levantou com o lençol em volta do corpo e tentou se aproximar abrindo e fechando a boca diversas vezes - Vou tomar banho, afinal hoje é meu aniversário, é um dia feliz!Quando eu sair espero que você não esteja aqui - abri a porta do banheiro mas logo me virei para ela lembrando de algo - Mas eu não preciso pedir isso, né? Você sempre faz de qualquer forma.
