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AVISO! ⚠️
Oi meu amores
Eu sumi por um ano eu sei, e peço desculpas mas MUITA coisa aconteceu e eu tive realmente de priorizar a minha saúde mental :(
Mas estou de volta!!
Vou tentar meu máximo para não ficar muito longe daqui e atualizar a história com uma certa frequência mas pode ser complicado por conta das aulas e trabalhos..
Mas não é sobre isso que eu quero falar, queria dizer que infelizmente eu não me lembro de tudo o que eu escrevi na história e não vou conseguir reler pq tenho MUITA vergonha de ler meu próprios capítulos 😭😭😭😭
Pode acontecer de eu sem querer mudar alguma coisa na história pq não lembro mais como eram as coisas então desde já peço desculpas ❤️

Amo vocês obrigada por esperarem este tempo por mim 😭❤️

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Rio de Janeiro, VK
sabado | 11:27📍

EDUARDA

— Tem trinta dias caso queira trocar ou devolver — falei pra cliente, que assentiu e saiu desejando um bom dia.

— Patroa, vai mesmo fechar mais cedo? — Luiza perguntou enquanto arrumava as roupas expostas.

— Sim, Lu. Hoje tem pelada e churrasco, então nem vai ter movimento. Não tem por que te prender aqui — falei, e ela sorriu animada.

Olhei a tela do meu celular em cima do balcão e vi uma mensagem nova.

Gabriel 👩🏽‍❤️‍💋‍👨🏻❤️
G: Oi, nega, só pra te lembrar do jogo hoje, ein. Aparece lá
G: Beijo, minha preta, bom trabalho ❤️

Gabriel tava cada vez mais carinhoso comigo, e eu não sabia se isso era bom ou ruim. Eu já tava gostando dele, nem negava mais, mas assumir isso? Jamais. Não queria estragar o que a gente tinha.

Ele era traficante e, pelo que eu sabia, sempre foi do tipo que gostava de ficar sem compromisso. Quando falavam em algo sério, ele pulava fora rapidinho. E eu tinha medo disso acontecer comigo também. No fim, a gente era só uma amizade colorida mesmo, sem amarras. Nos pegávamos quando queríamos e pronto.

Respondi um "Tô colando lá, lindo" e terminei de organizar as coisas na loja. Quando deu 13h, mandei Luiza pra casa e fechei tudo.

O sol tava rachando quando comecei a subir o morro, e eu já tava arrependida de não ter pegado uma mototáxi. Pelo menos minha encomenda de joias e perfumes tava chegando. Tava pensando em começar a vender acessórios na loja também. Ter mais variedade ia atrair mais clientes.

Assim que entrei em casa, arranquei a roupa e fui direto pro banho. Não lavei o cabelo, mas tomei aquele banho caprichado, saindo cheirosinha. Escolhi um short jeans clarinho e uma regata preta sem sutiã. Passei meu perfume, desodorante e coloquei uma havaiana branquinha com a bandeirinha do Brasil. Peguei o celular e saí de casa trancando tudo.

A quadra já tava cheia quando cheguei. Vi meu grupo de amigos reunido e fui até eles.

— Oi, amores, cheguei — falei, e todo mundo me cumprimentou. — Cadê o fedorento?

— Peixe tá lá — Ana Clara apontou pra quadra.

Olhei na direção que ela indicou e lá estava ele, todo gostoso, sem camisa, suado, com aquele cabelo bagunçado e a tatuagem no braço à mostra. Sorri de canto sem nem perceber.

Gabriel, como se sentisse meu olhar, virou a cabeça e me encarou com aquele sorrisinho safado. Neguei com a cabeça, rindo.

— Que horas essa porra começa? — Ana Clara reclamou, tampando o rosto do sol.

Loucuras - [M]Onde histórias criam vida. Descubra agora