Ethan
Oli abre a porta do apartamento com tanta força que me pergunto como ainda não a arrancou.
– Onde já se viu! Vou ser obrigado a dormir nesse lugar enquanto minha mulher e meus filhos estão lá com aquele imbecil do Lorenzo – Resmunga se jogando no sofá e analisando o ambiente com desgosto.
Sento do outro lado do sofá e o encaro.
– Isso é tudo culpa sua! – Digo, vendo seu rosto corar em vários tons de raiva – A forma como falou com ela não foi legal. Lily não estava certa em mentir para nos, mas estamos mais errados ainda em desconfiar dela.
Oliver bufa e respira fundo tentando se acalmar.
– Não é que eu não confie nela, claro que confio, ela é nossa! É nele em quem não confio, Lorenzo é um ser maldoso e traiçoeiro.
Ele não mentiu.
Conheço meu primo bem o suficiente pra saber que mesmo apaixonada por Táli ainda sim seria capaz de cometer muitos erros.
– Vamos deixar por isso mesmo? Ela vai simplesmente nos expulsar e vamos aceitar? – Incito indignado, como pode uma menina de meio metro mandar em nos dois e seguirmos como dois cachorrinhos. – Ela não pode nos afastar!
– Se voltarmos para o apartamento ela não poderá nos expulsar! – Ela pode sim, mas espero que não faça
– Então vamos até lá! – Oliver se levanta rapidamente e pega a chave do carro seguindo em direção a porta.
Em poucos minutos chegamos no apartamento.
Abro a porta devagar e não vejo ninguém, ao longe escuto a TV ligada.
– Até que vocês demoraram bastante – Tália diz me assustando.
– Cacete! – Xingo me virando em sua direção e vendo-a de pijama, pés descalços e uma tigela de pipocas na mão. – Peter e eu estamos vendo um filme, Bryan está dormindo no sofa e a Lily já foi deitar, o que quer que façam, não a irritem ainda mais.
Seguimos em direção ao quarto, deixamos os sapatos do lado de fora e entramos em silêncio.
Nossa mulher estava esparramada na cana grande de casal, uma camisola fina cobria seu corpo pálido e os bicos dos seios molhavam o tecido fino.
Nosso doce leite sendo desperdiçado...
Percebo que meu irmão pensou o mesmo, pois engole em seco lambendo o lábio inferior.
Como se fossemos sincronizados deitamos cada um de um lado, nos aconchegando na garota que tanto amamos.
Em movimentos leves, desço a alça da camisola até que um de seus seios fosse descoberto, Oliver espelha meu gesto destampando o outro.
Nos encaramos e juntos descendo devagar a boca até seus mamilos. Quando minha boca fez contato com a textura rígida e molhada de seus seios soltamos um gemido de alívio.
Não havia e nunca haveria lugar melhor que esse, junto a minha mulher, minha família.
Suspirando fundo sugo o bico rijo sentindo o sabor doce invadir minha boca. Estávamos com tanta saudade, tanta sede dela que sugamos famintos, como dois bezerros que foram privados do que era seu por direito.
Não percebemos o momento em que Lily havia acordado até que sentimos suas mãos delicadas acariciando nossos cabelos. Olho pra cima a encontrando com um pequeno sorriso no canto do lábio.
Tenho certeza que ela já previa nossa volta.
– Meninos, podem mamar tranquilos, não vou a lugar algum. – Diz rindo.
Meu irmão respira aliviado e diminui o ritmo da sucção.
– Mas... ainda não estão perdoados pela cena feia que aconteceu hoje, me deixaram verdadeiramente magoada.
Paro de mamar para tentar me explicar, mas ela me cala, empurrando minha cabeça para baixo novamente.
Em resposta a sua audácia, mordisco seu mamilo com um pouco mais de força, mas ao invés de me xingar, Lily solta um gemidinho que acende todas as minhas terminações nervosas.
O mesmo parece acontecer com meu irmão, pois na mesma hora Oliver se desvencilha do bico de seu peito e o aperta entre os dois dedos, fazendo-a repetir o grunhido.
– Meninos... – Arfa ficando corada.
Meu irmão Oliver, que agora a pouco era um gatinho ronronando pelo seu precioso leite, agora assume uma posição diferente.
Ele a pega pelos cabelos sem nenhuma delicadeza e penso em protestar, mas Lily sorri e assente.
– Quem você acha que é para nós manter afastados, Sweet? – Oliver a agarra pela cintura a puxando para mais perto e com as mãos cheias aperta seu seio.
Aproveitando a brecha quando ela firma os joelhos no chão, me deito encaixando- me entre suas pernas.
Beijo sua bocetinha e gemo quando a percebo já molhada.
Passo a língua na fenda fazendo com que Lily se desequilibre e senta na minha cara.
Agarro suas coxas a prendendo bem ali, era o local perfeito para ela estar.
Minha garota geme alto a medida que lambo cada extensão dela.
❤️❤️❤️
Voltei, estava com saudades!!
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Our Sweet Lily
RomanceLivro 1 LIVRO 2 ( LA MIA DEA HELENA) Aos 17 anos teve que assumir a responsabilidade de cuidar de uma criança que não era sua. Lily se vê em uma encruzilhada, sua irmã grávida Lídia morreu na hora do parto. Não poderia deixar seu sobrinho nas mãos d...
