Capitulo 24 - É feio sabia?

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Travis

Enquanto estávamos indo para o departamento, eu prestava total atenção ao caminho, para ter certeza que ninguém havia nos visto, e que ninguém estaria nos seguindo, se algo acontecesse com ela, eu me culparia para sempre, senti a mão dela se juntar a minha, e um sorriso gentil se espalhar sobre os seus lábios, caramba como eu a amo, chegamos no departamento, estacionei, e entramos no local, fomos direto para a sala do capitão, que nos recebeu sem muita surpresa, com ele estava o Nico e a Tenente.

- Julieta é bom vê-la. — O capitão sorri meio que... Aliviado?

- Onde ele está? —  pergunto sem rodeios.

- Calma, vamos primeiro passar o plano, antes de tudo. — A tenente fala.

- Vamos lhe dar total acesso, irmos confiar na senhorita, afinal é a sua vida em jogo.

- Ok, preciso falar com ele. — Julie diz.

- Nem pensar! — Nico fala.

- Eu preciso. — Ela suspira.

- Ah.. Certo! Mas não demore. — Cacete capitão jura?

- Vou ser rápida. — Eles trazem o cara para uma das salas de interrogatório, e Julie entra, os minutos se estendiam, eu já estava para entrar lá quando ela saiu, com raiva?

- O que ele disse? — Pergunto assim que ela chega perto de mim.

- O cara é um idiota, ele disse que não devíamos ter voltado, o que ele quis dizer com isso?

- Eu não sei, morena, o computador lhe espera. — Ela suspirou e foi até o computador, quando ela o viu, ela deu um pulinho de alegria, como criança no natal, ela começa a abrir diversas coisas com muitas letras e números, o os olhos e dedos dela se mexem numa velocidade impressionante.

- Eles são bons, muito bons admito

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- Eles são bons, muito bons admito.

- Então você não consegue? — Nico pergunta e o capitão e a tenente riem baixo, ela olha Nico e sorri.

- Eu sou muito melhor que eles. — Ela continua e em poucos segundos cadeados aparecem na tela.

- Entramos, vamos olhar

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- Entramos, vamos olhar... — Havia muitas coisas sobre os pais da Julie e sobre ela, até que quando ela foi entrar  num arquivo pediu um user e uma senha, ela abriu outra aba e começou a tentar encontrar a senha.

- Agora é oficial, entramos

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- Agora é oficial, entramos. — A tenente diz. Fuçamos por algum tempo, até que a Julie fechou tudo.

- O que está fazendo? — O capitão falou irritado.

- Tentando não nos entregar.

- Então era assim que você fazia. — Eu digo.
- Isso, se eu quisesse todo o dinheiro de todos os bilionários por aí, eu já tinha conseguido, e ninguém me descobriria.

- Agora sei porque riram de mim.

- Já chega. — A tenente diz.

- Quando podemos continuar? — Nico diz.

- Daqui a uma hora.

- Vamos parar para comer. — Falo e peço para alguém buscar comida, após uma hora já estávamos voltando a busca, até que ouvimos uma risada e vários homens, fortemente armados.

- Ora ora ora, o que temos aqui? — O cara fala e os outros apontam as armas para nós. — É feio bisbilhotar as outras pessoas, armas na sacola já! Ah como pude esquecer, sou o Ryan. — Minutos depois, eu estava amarrado a uma cadeira de frente para a Julie, que também estava amarrada, assim como todos, o cara começou a me socar, a morena pedia para ele parar, então ele se aproximou dela e deu uma coronhada com o punho da arma na cabeça dela, ela desmaiou e a sua cabeça começou a sangrar, eu tentei me levantar, tentei me soltar, ir ao encontro dela, protegê-la, mas ele me bateu de novo e de novo e mais uma vez, com o punho da arma, depois eu desmaiei.

Uma hacker apaixonada.Histórias para pegar e não largar. Descubra agora