Julie
Uma garota linda, inteligente, rica e formada em artes visuais e administração, ela é considerada uma das melhores hacker's de New York, de dia ela trabalha como CEO na famosa Design Blame, e a noite e nos tempos livres, ela invade os servido...
Admito queria jogar ela na minha cama e não sair de lá pelas próximas horas, mas não queria que a nosso namoro fosse apenas sexo, algo deu errado, brigamos, nos resolvemos no sexo, não! Vou mostrar para ela que eu sou melhor do que aqueles homens que pensam com a cabeça de baixo, eu tinha que dar um voto de confiança, fazer com o que ela acredite em mim, eu iria agir como um homem e não um garoto, vou mostrar a ela que o Travis policial é melhor que o Travis jornalista falso. Ela queria me ter nela, queria que fossemos um só, mal ela sabe que já somos um só, mesmo sem estarmos nos tocando. Ela estava esperando minha reação, beijei a testa dela.
- Por mais que eu queira fazer o que você pede, eu não vou fazer, não sou esse tipo de cara morena, não é assim que quero fazer as pazes com a senhorita. - Achei que ela ia brigar comigo o coisa parecida, mas ela fez algo que me surpreendeu, Julieta me abraçou forte.
- Ella tem razão, eu tenho que começar a te ouvir mais. - Faço ela olhar para mim, ela coloca as duas mãos no meu pescoço. - Você é diferente, talvez eu esteja um pouco brava por ter rejeitado, mais sei que quer tanto quanto eu, porém não quer resumir a nossa relação em sexo, eu respeito isso.
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- Morena... Como?
- Eu te conheço Travis Marshall. - Ela sorri.
- E eu te conheço Julieta Bennett, o que está pensando em fazer?
- Ok, me pegou. Quero ajudar a pegar o cara que quer me matar, ele está interferindo na minha vida, eu sou uma hacker, hora de usar a internet a nosso favor. - A encarei e sorri de lado.
- Tudo bem, qual o plano?
- Vamos voltar a cidade, vamos ver se a policia não precisa de uma ajudinha. - Voltar para a cidade? Ela endoidou?
- Não podemos voltar é perigoso
- Tem mais cinquenta policiais naquele seu departamento e você vai estar comigo, e além do mais, você ainda não viu o que eu faço com um computador na mão. - Ela tem razão, Travis faça com que ela use o que ela sabe para o bem.
- Saímos de manhã. - Ela sorriu e praticamente pulou em mim, eu a segurei e a beijei e ela retribuiu, cacete como eu amava beijar essa mulher, ela para de me beijar e morde o lábio.
- Agora, vamos fazer aquilo que queríamos. - Agora sim, se é o que quer, lá vamos nós morena, vou ser franco, eu nunca vou me cansar dela, quero o meu nome na aliança dela, e quero seu nome na minha. Peguei ela no colo e a levei para a cama, deitei ela e comecei a beijando, depois a olhei e passei meu indicador pelo seu lábio.
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Tirei as roupas dela e ela as minhas, beijei o pescoço dela, e fui descendo pela meio dos seios dela, depois pela barriga, tirei a calcinha dela enquanto Julie tirava o sutiã e a minha cueca. Resumindo, acabamos fazendo o que queríamos mesmo, eu nunca tinha feito amor, até porque eu nunca tinha amado ninguém, mas admito, Julie era incrível de todas as maneiras possíveis. Horas depois ela estava adormecida sobre meu peito, ela tinha um coração bom, só que o que aconteceu na vida dela a deixou meio fria, quando nos conhecemos, ela não parecia afetada com a minha presença como aquelas mulheres que eu dispensava após uma noite, foi exatamente ao contrário, ela me afetou, eu juro por Deus se alguém tentar ao menos tentar machuca-lá vai se arrepender profundamente, acariciei as costas dela, e ela se aninhou em meu peito. E do nada ela começa a se mexer e franze a testa, murmura coisas, ela está tendo um pesadelo, e de repete ela acorda e se senta num susto, eu me sento e a olho.
- Morena o que foi? - A olho preocupado, Julie apenas se vira para mim e me abraça.
- Eu vi.
- Viu o que?
- Tudo de novo. - Não costumo ser tão burro mais do que ela estava falando?
- Baby o que você viu?
- Eu vi todo aquele dia de novo, os trovões e relâmpagos, a chuva... O sangue no tapete, o cara, a delegacia... - passei a mão sobre o cabelo dela.
- Já passou, vai ficar tudo bem, eu estou aqui, ninguém vai te machucar. - Nos deitamos, e eu apertei ela de leve contra a lateral do meu corpo, eu ia protege-la a todo custo, seria eu que faria ela superar o passado.