Briga entre irmãos

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    Eu fico ali parado meu cérebro, só pode tá de brincadeira, com minha cara .
   Meu raciocínio, ficou lento , meu mundo aparou e a única que eu consigo pensar é : Isabella Gilbert é uma vampira?
      --Ela é vampira?  Edward fala .
   Parece que eu não sou o único a não acreditar.
     --Eu só posso tá ficando louco ! Falo e saio em velocidade de vampiro.
     Chego até a entrada e nem sinal daqueles dois .
    Volto pra sala e vejo que só tem eu e Edward na escola de alunos .
     --Iai achou eles ? Ele fala assim que eu entro na sala .
     --Não ! Falo e chuto o vento.
     --Você acha que foi seu irmão que transformou ela ? Ele dá sua opinião.
      --Não, ela era bem experiente, pra uma recém criada ! Falo relembrando a sua velocidade.
   
     Isabella 

    Depois, de nos apresentar , fiz vários truques pro Victor que amou voar.
   Marcamos que depois da escola , nos ir pra uma floresta que não é tão longe da escola, pra caça , já que ele tinha mim dando seu sangue.
   Foi hilário, a cara que o irmão de Victor fez assim que ele correu até a porta da sala , foi mais ainda quando eu corri , ficou claro que Victor vai ter quer inventar uma boa mentira pra ele não descobri meu segredo .
    Já na floresta , eu resolvi mostra a Naylla, pro Victor.
     --Victor , quero te apresentar uma pessoa muito importante para mim.  Falo assim que paramos de baixo de um lindo carvalho.
    --Mim sentir importante agora.  Ele diz e sorri .
    Victor é um bom vampiro, mesmo sendo um sanguinário, ele faz qualquer um ri , palhaçadas a qualquer hora.
     --Você virou importante para mim, pois sabe meu segredo agora , Naylla vem cá ! Chamo minha pequena consciência.
     Logo ela sai de minha bolsa , num vestido amarelo cintilante , e suas asas negras , tem um contraste lindo a sua pele branca .
      --O que é isso ? Victor da um pulo ao  ver a Naylla.
     --Bem ela é minha fada guardiã, mais prefiro que chame de minha consciência.  Falo e ele senta de novo .
      --Oi Victor!  Ela fala e Victor arregala os olho.
       --Como sabe meu nome pequena demônio?  Victor pergunta assustado.
      --Ei ela não é demônio!  Falo e lhe dou um tapa .
      --Sei tudo sobre você .  Mas não quero entrar em detalhes, meu nome é Naylla fada guardiã e conselheira da Isa ao seu dispor.  Ela faz uma pequena reverência.
    Os olhos de Victor, brilham e ele agarra a Naylla a segurando contra seu corpo .
   Num estala de dedo  , Naylla sai de seu aperto e aparece voando na nossa frete .
    --Quando disse que tava ao seu dispor, não quis dizer que era pra mim esmagar.  Naylla resmunga e ajeita seu vestido.
    --Como ela é chata ! Victor brinca e ela mostra seu pequeno dedo do meio pra ele.
      Só que num momento, ela para de ri , e vai perdendo sua cor .
     --Nay, você tá bem ? Falo vendo ela decendo devagar até o chão .
     Ela retira da costa uma flecha pequena , mais na ponta tinha um líquido azul escuro , ela foi envenenada.
      --Arqueiro.  Falo ao pegar a flecha.
      --Ela vai morrer ? Victor pergunta.
      --Sim , mais daqui uns anos ela volta a vida .  Se eu morrer ela morre , se ela morrer ela nasce de novo anos depois .  Falo triste .
    Pois ali , não é um adeus e sim um até logo.
     Com meu lado de bruxa branca, faço um pequeno buraco na terra e a coloco dentro .
    Mesmo não sendo pra sempre não consigo evitar a raiva e minha pele começa a queimar .
      --Bella , você tá ficando vermelha.  Victor fala .
      --Sai de perto de mim Victor, e nem ouse de meter numa coisa que vou fazer . Falo e levanto.
      Quem matou a Naylla, tá próximo da gente , e o ruim foi meu lado negro veio com tudo .
    Corro entre as árvores, atrás do desgraçado, que matou a Naylla.
   O encontro seis segundos depois , um homem , pele rosa claro , olhos amarelos, cabelo negro que nem a noite , mais alto que eu ,eu sei que Victor vem logo atrás de mim sinto sua presença.
     O homem toma um susto , quando sente seu corpo ser levado no ar .
      --Achou  mesmo que ia matar a Naylla, e ficar por isso mesmo ? Falo e o prendo na árvore alguns metro do chão .
      Meus cabelos , estão um vermelho vivo, meus olhos estão negros , minhas unhas estão enormes , e o céu que tava com um lindo sol , agora está com nuvens escuras .
      --Ela tinha que morrer ! Ele fala com dificuldade .
      --E quem é você pra dizer quem tem que morrer ou não ! Falo e um trovão e logo escutado .
       --Você tem que ficar só ,não pode ter ninguém, pra acompanhar você ! Ele diz e eu abaixo e suspendo a mão , fazendo ele arranha suas costa na árvore.
      --Você é um tremendo burro , eu tenho amigos, família. Falo e ele ri .
     --Você já não tem pai , sua irmã tá com raiva de você.  E aos poucos todos vão te esquecer. Ele fala e eu fecho mais um pouco a mão , fazendo ele respira com mais dificuldade.
     --Quem te mandou ? Pergunto e ele morde a própria língua, pra não responder.
     Ele tá enfeitiçado, vejo no pé da árvore, uma pequena sacola , pego e abro vejo dez flechas , iguais a que matou a Naylla.
     Suspendo, todas no ar , levo ela em direção ao ser que se contorce todo pra se livrar do feitiço.
      --Você vai morrer !  Igual ou pior do que a Naylla ! Falo e ele arregala os olhos .
     Com apenas um movimento fasso as flechas, ir na sua direção .
    O solto de lá de cima mesmo , ele cai no chão e vira pó.
     Assim , que ele vira pó, eu cai de joelhos no chão e choro , minha raiva é tanta que começa a trovejar, e a relapejar e uma forte chuva cai sobre a cidade de Toronto.
    Victor se aproxima devagar , e quando meu cabelo volta a cor normal , minhas unhas grande ficam pequenas novamente.
     Ele mi abraça, um abraço bem apertado, mim aconchego nos seus braços enquanto a chuva nos molha .
      Depois de uns 30 minutos eu levanto tremendo de frio , meus lábios estão roxo .
       --Você vai ficar doente, se continuar nessa chuva . Victor reclama e passa a tira sua jaqueta.
        --Não seja por isso.  Falo e sorri .
    Olho pro céu escuro e sorri , as gotas d'agua pararam de cair , as nuvens escuras desapareceu, e fiz um vento quente começar a passar por nós , secando logo em seguida.
       --Queria poder fazer isso também ! Assim nunca trocaria de roupa ! Victor diz e eu não aguentei e gargalhei.
       --Só você pra mim fazer ri numa hora dessa ! Mas acho melhor cada um ir pra casa tá ficando tarde .  Falo e ele assente.
       Voltamos pra debaixo do carvalho, onde tinha ficado nossos matérias, nos despedimos , com um beijo na bochecha e cada um correu pra um lado diferente.
        Chego em frete a minha casa , o carro da minha mãe já está lá , ela deve ter saído cedo do trabalho .
        Entro e vejo ela no sofá , assistindo TV.
      --Que vida boa ne dona Melissa?  Falo e ela toma um susto.
     --Filha duma encantada, vai da susto a sua vizinha ! Ela diz e ri .
     --Boa tarde mãe ! Lhe comprimento.
     --Boa tarde nada! Tava a onde ? Ela faz cara de brava mais logo sorri .
     --Na casa de uma amiga , esperando a chuva passar . Minto .
     --Não foi você que causou a tempestade não é?  Ela pergunta desconfiada.
     --Que isso mãe?  Até mim ofende desse jeito.  Faço a dramática.
     --Não sei por que mais eu não consigo acreditar nisso . Ela fala e olha pra tv novamente.
      --Deve ter levando um pé na bunda do Victor, e resolveu descontar nas pessoas que não tem culpa ! Lunna desce as escadas .
      --Quem é Victor?  Minha mãe pergunta.
      --Ta com dor de cotovelo, é querida irmã?  Victor é só um amigo mãe .  Falo começado a ficar com raiva.
     --Eu ? Com dor de cotovelo? Nunca ! Mais tava bom os amassos na sala ? Ela faz uma cara de pessoa siníca.
   Então esse era o jogo , ela viu eu e o Victor e ficou com ciúmes.
      --Até demais , se você não tivesse aparecido pra atrapalhar o clima, ou achou que eu não ia sentir seu cheiro ? Minto na maior cara de pau.
      --Isabella!  Minha mãe mi repreende.
      --Mentira!  Você não sentiu minha presença!  Ela faz não com a cabeça.
      --Sabe o sangue dele é uma delícia!  Passo as mão nos lábios e fecho os olhos .
     Meu lado de vampiro sanguinário, já mim possuiu , posso tá pegando pesado com ela , mais meu lado escuro, já veio ,agora é a segunda vai ser bem pior .
       --Vocês trocaram sangue!?! Minha mãe pergunta incrédula.
      --Não só foi isso . A olho e ela mi encara com desgosto.
      --VOCÊ NÃO TRANSOU, COM ELE!  Lunna grita e faz eu voar e ficar presa na parede acima da porta.
       --LUNNA! !DESSA SUA IRMÃ DALI AGORA !  Minha mãe grita desesperada.
      Os cabelos de Lunna, começa a ficar preto , sua córnea de branca tá ficando vermelha .  Suas unhas que tava rosa , agora estão três vezes maiores e pretas .
     Rumo Lunna , escada a cima , ela se distrai, e mim solta , cai em pé no chão .
    Viro minha mão e ela fica de cabeça pra baixo.
     --Aprenda a se defender melhor ! Falo e subo pro meu quarto .
    Fecho a porta e fasso uma barreira invisível, fasso movimentos com a mão e levo minha irmã até o sofá .

     Victor

    Quando chego em casa , minha mãe está na cozinha , Carolinne também está em casa , seu carro tá parado em frete a grande casa.
   Meu pai deve tá no hospital ele é médico, meu irmão com certeza está em casa .
      --Mãe cheguei!  Falo assim que tranco a porta.
     --Tava até agora com a isabella?  Ela pergunta aparecendo na sala .
     --Sim . Falo e sorri .
    Ela volta pra cozinha.
     --Eu estou exigido uma explicação Victor! ! Arthur fala aparecendo do nada na minha frete.
    --Não lhe devo satisfação.  Falo e quando eu ia sair ele segura meu braço .
    --Você só sai daqui , quando mi dizer o que ela é !. Ele diz entre os dentes.
   --E quem vai mi impedir ? Falo jogando minha mochila num canto .
     --Eu é claro ! Ele diz e ri debochado .
     --Me solta Arthur não tô brincando. Falo sério e ele continua mim segurado ,só  que agora com mais força .
      Com  uma mão , seguro seu pulso, a outra livre faço junto com o corpo um impulso, imobilizado, meu irmão .
     --Você só é mais velho ! Falo perto do seu ouvido .
    Ele mi joga pra trás , e se livra das minhas mão .
    Ele vem com tudo pra cima de mim , em movimento rápido lhe dou uma cotovelada no abdômen, uma rasteira, ele cai no chão pego em sua blusa , e lhe rumo em direção a escada .
    Suas costas , bate com força na escada , aproximo devagar dele , ranco um pedaço de madeira do corrimão, e mim aproximo do  seu ouvido.
     --Você pode ser mais velho e mais forte só que não é dois . Falo e enfio o pedaço de madeira em sua coxa direita, e saio em direção a saída da casa .

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