Capítulo Quatorze - James

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-- Se eu fosse você, tirava esse sorriso idiota do rosto. -- Digo, parando o carro para olhá-la.

-- Por quê?

-- O seu pai vai nos matar!!

-- Você pode prevenir consequências! O poder está em suas mãos. Não vou voltar atrás no que disse, você pode falar com o meu pai e armar o circo. Não ligo.

-- Por quê isso agora?

-- Já disse.

-- Não disse, não. Só falou merdas sem sentido! Se você me amasse como diz, iria querer ficar comigo.

-- Eu quero ficar com você, mas estou me protegendo.

-- Você está indo se torturar! Olhe para mim. -- Peço e ela demora a finalmente olhar em meus olhos. -- Você tem que viver o momento. Aceita que eu posso te fazer feliz.

-- E se eu quebrar a cara?

-- Servirá de aprendizado. Não deixe que um medo bobo assim estrague nossa felicidade. Você não é a única que tem a perder.

-- Você realmente acha que é feliz comigo?

-- Acho. Tive tempo para pensar nisso, esses dias! Você acha que se eu não estivesse feliz com você, eu não ia arriscar a minha vida contando sobre nós para o seu pai.

-- Me dê tempo para assimilar tudo. Preciso afastar esse sentimento ruim do peito.

-- Posso fazer isso, mas não se afaste e converse comigo sempre. Estamos juntos e me importo demais com você.

-- Tá bom, vou expor minhas paranoias a partir de agora.

-- Amanhã a gente oficializa.

-- Você não disse que ia conversar hoje com meu pai.

-- Eu vou. Tô falando de um anel de compromisso. -- Quando Cecilia entendeu o que eu quis dizer, seus olhos quase saltaram de seu rosto.

-- Para de brincadeira! -- Ela me dá um tapa no braço.

-- Não estou brincando. Até lá, vou achar outra coisa para deixar no seu dedo.

-- Quem diria, JJ, falando em compromisso e tal.

-- Tá vendo o que você fez comigo. -- Disse, puxando-a para um beijo. -- Ahh, Cecilia! Você vai me pagar por ter me feito sentir abandonado.

-- Te pagar?

-- É, vai aguentar caladinha, enquanto te fodo.

-- Você não está falando sério.

-- Hoje eu não estou para brincadeira, amor.

-- Repete! -- Ela pede, deixando um sorriso nascer em seus lábios.

-- Amor! Amor! Amor! -- Eu puxo-a para mim, colando nossos lábios em um beijo calmo e carinhoso. Uso meus lábios para firmar minha palavra.

-- Eu acho que vou morrer do coração! -- Ela sussurra em meus lábios.

-- Espere só até me ter socando fundo de você enquanto sussurrar o quanto te quero.

-- Eu não aguentaria!

-- Vamos ver. -- Beijo os seus lábios mais uma vez, e coloco o carro em movimento novamente. O caminho até em casa pareceu um eternidade, mas quando vi a casa, meu sangue gelou.

-- Vai ficar tudo bem. -- Ceci segura minha mão e faz carinho com o polegar. -- Mas se quiser desistir...

-- Eu vou fazer isso. Nunca estive tão certo de algo em minha vida! -- Afirmo, estacionando o carro.









O Melhor Amigo Do Meu IrmãoHistórias para pegar e não largar. Descubra agora