Sem revisão...
Acordei depois do almoço, fui atrás do pessoal e estavam todos curtindo o solzão e a piscina.
- Filha!! Até que enfim você acordou. - Meu pai diz.
- Vocês almoçaram sem mim? - Pergunto.
- Sim, fui até o seu quarto, bati na porta até minha mão doer, e nada de você dar sinal de vida. - Ele explica.
- Humm. - Poxa! Eu odeio almoçar sozinha, sacanagem. Mas também quem mandou desmaiar?
- Vem! - James estende a mão para mim.
- Pra onde? - Tento focar nos olhos dele.
- Para a cozinha, vamos comer. - Ele responde.
Hmmm, comer...
Não olhe para baixo!
Não olhe para...
Não olhe...
Não...
Nossa! Que pacote!
Meu Deus, que calor é esse?
Preto virou minha cor favorita.
- Cecilia, o meu rosto é aqui em cima. - Ele diz, e eu quase tenho uma síncope. Droga!
- Sei que o seu rosto é aí, mas eu estava procurando uma parte bonita para olhar. - Respondo.
- E você achou? - Ele passa a mão no cabelo, e depois cruza o braço, me dando um sorriso presunçoso.
- Não, claro que não! Você é feio demais! Devia andar coberto. - Me viro rapidamente e começo a andar para a cozinha. Eu não entendo por que não consigo ficar de boca fechada quando preciso. Ouço ele rindo logo atrás de mim. - Vai comer? - Pergunto ainda de costas para ele, garanto que meu rosto está mais vermelho do que morango.
- Não, só vim te acompanhar. - Ele responde e eu ouço o barulho de um banquinho sendo arrastado.
Faço o meu prato e o levo até o microondas, encaro o aparelho eletrodoméstico como se minha vida dependesse dele. Após três minutos, que para mim foram uma eternidade, ele finalmente apita; retiro meu prato e vou para a bancada.
Me sento o mais longe de James. Ficar muito perto dele está queimando meus neurônios.
Começo a comer, e mantenho o foco na comida, ignorando-o totalmente. Mas um tempo depois, isso está me incomodando.
- Dá pra parar de me olhar? Está me incomodando. - Digo, sem olha-lo.
- Quem disse que eu estou olhando para você? - Ele pergunta.
- Estou sentindo seu olhar sobre mim, minha pele está até formigando. - Corto um pedaço de carne.
- Isso aí, é tesão! - Ele diz e eu congelo a garfada no ar, olhando-o. - Você não está sendo sútil com suas encaradas.
- Já disse que você é feio que dói, né? - Levo a comida à boca.
- Eu tenho espelho em casa, sei que isso é mentira. Sou lindo de doer as vistas. - Ele me dá um sorriso muito convencido e destruidor de calcinhas. A minha já era. Arfo ao sentir aquela sensação esquisita no meio das pernas.
- Você é muito convencido. - Tento manter a postura. Ele se levanta e para na minha frente.
- Eu sou convencido e você uma péssima mentirosa. - Ele franze o cenho. - Estou sentindo o cheiro da sua excitação daqui.
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O Melhor Amigo Do Meu Irmão
RomanceVocês decidem viver o romance de verão, ela é a mulher certa para você, mas você não é o homem certo para ela. Você o ama com todas as suas forças, não está disposta à abandoná-lo por nada nesse mundo, mas ele não é capaz de amar, um acontecimento...
