Capítulo 33 - Recordando momentos

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Gary – Narrando

Acordo meio sonolento ainda. Abro os olhos e lembro de um sonho incrível que tive, era como se o mundo parasse e só existisse ela no meu mundo. Respiro profundo e me recordo que o que aconteceu ontem não foi um sonho, foi a mais pura realidade e um encontro inesquecível de várias formas.

Recordo da briga que tivemos quando Mariana apareceu no meu apartamento, todo aquele mal entendido entre todas as partes, creio eu que se resolveu e agora podemos seguir em frente, mas fiquei com medo de perder Juliana, dela não acreditar em mim, no meu amor por ela.

Dou um sorriso confuso pensando e recordando da minha vida. Em algumas semanas atrás eu diria que era impossível eu me apaixonar de verdade, que isso não era verdade uma bobagem que deveríamos era mesmo só aproveitar e viver, beijar muito só que sem um compromisso fixo, mas a Juliana me fez voltar a minha adolescência e a alguns dos sonhos que um dia tive, mas que desapareceram da minha vida. Penso em como ela mudou minha forma de pensar em poucos dias, como me fez voltar a sorrir e me apaixonar. Parece bobagem, mas é tão real que nem eu mesmo acredito.

Observo a luz do sol atravessar a janela. Provavelmente já é quase oito da manhã de uma segunda feira e eu ainda estou na cama, como não tenho nenhum compromisso pela manhã decidi que iria dormir até mais tarde, descansar e sonhar com a noite que tive ao lado de Juliana, um jantar que me fez deseja-la ainda mais.

Coloco as mãos atrás da cabeça e olhando para o teto recordo do final da nossa noite, depois das palavras saírem da minha boca, de dizer que amava Juliana e ela responder que odiava me amar, e de fato eu também.

"Seus olhos brilhavam e fixava em cada detalhe do meu rosto. Percebi quando ficou um pouco tensa quando disse que a amava, talvez por perceber que fiquei sério quando disse, nunca disse algo tão real quanto aquelas palavras. Antes de dizer que a amava ela me agarrou pela camisa e me beijando com desejo me incendiando de prazer, e eu aproveitei a oportunidade de dar um passo à frente sendo assim coloquei minhas mãos no seu quadril pensando que poderia se ofender, mas ela manteve a pose e continuou me beijando enquanto me puxava para si.

Poderíamos ter nos beijado várias vezes, mas cada beijo era diferente, cada vez mais saboroso e viciante, ora pegava fogo, ora era delicado. Não queria que aquele momento não acabasse nunca.

Digo então que a amo e a beijo com carinho, quando termina ela me olha pensativa e sorri dizendo que odeia me amar, e estas palavras saíram de sua boca como um sonho para mim, sei o quando me odeia pelas minhas atitudes, mas também admitiu que me ama, que tem desejos por mim.

Nossos beijos continuam, suas mãos que saíram da minha camisa e foram brincar com meus cabelos enquanto minhas mãos deslizavam sobre suas costas, cintura e quadril. Não sei como ou quem incentivou, mas acabamos indo para o sofá que estava do nosso lado, e agora estávamos deitados, ela bem acomodada em cima das almofadas e eu em cima dela, e em nenhum momento nós paramos de nos beijar.

Suas mãos deslizavam pelo meu tórax e depois costas enquanto eu a beijava no pescoço subindo e descendo, podia ouvir Juliana gemer de desejo. Ela ergueu a perna onde havia a fenda do vestido deixando sua coxa a mostra, e minha mão foi deslizando devagar pela perna subindo e descendo, até encontrar o vestido e passar a mão por baixo encontrando seu quadril.

Senti as unhas de Juliana nas minhas costas quando comecei a beijar o seu seio que estava a mostra no decote do vestido. Ouvi uma mistura de gemidos tanto meus como os dela. Juliana então segurou o meu rosto me puxando para um beijo profundo e rápido. Minha mão segurou seu quadril ajeitando no sofá e depois voltei a deslizar na coxa que estava nua. Ela então começou a desabotoar a minha camisa passando a mão no meu peito e tórax me deixando cada vez mais louco. Não conseguiria aguentar, precisava de mais, queria mais daquela mulher que me deixava encantado, então minha mão desceu mais fundo encontrando sua calcinha de renda e meus dedos se enrolaram na renda antes que eu pudesse começar a puxar.

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