Vírus no Meu Cérebro

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Limparam toda aquela bagunça, acabou sobrando para mim pagar o pato, acharam que foi eu quem havia matado as freiras, vontades não me faltou mas dessa vez eu sou inocente!!!!

Tive que fugir dali na calada da noite, a sensação de estar sendo observada era um cu! Seja quem for que matou as garotas está atrás de mim, mas se ele pensa que pode me pegar tão facilmente está redondamente certo...digo enganado. Eu aprendi a sobreviver e fiquei boa nisso.

Acabei achando uma casa de uns velhinhos alguns quilômetros daquele lugar, gente boa eles.

Vovó: Que tragedia o que aconteceu lá.

Carmella: Nem me diga. Será que eu posso usar seu computador?

Vovô: Claro minha jovem.

Assim que ele fala onde é eu vou lá, preciso saber quem é esse intruso e porque ele tá querendo fuder minha vida. Ao achar o computador (jurasico. CARA COMPREM UM COMPUTADOR ATUAL)  começo a digitar freneticamente para conseguir as imagens das câmeras de segurança. Um convento com isso é muito irônico, só que eu percebi isso assim que coloquei meus pés ali.

Carmella: Vejamos... — Murmuro enquanto procuro.

Levo um susto quando o rosto dele aparece na câmera sorrindo psicótico, sinto minhas veias congelarem, parecia que ele estava realmente olhando para mim.

Até que meu celular brilha, uma mensagem desconhecida surge.

"Pare de olhar para mim Carmella"

Adeus cu!! Esse já foi embora junto com meu espírito. Ouso um grito lá em baixo, quando volto a olhar para a tela do computador o garoto não está mais lá. Rapidamente penso em fugir dali, porém sou pega pelos cabelos pelo vovô e jogada no chão.

Vovô: Onde pensa que vai garotinha?

Carmella: Só ir ali num ponto de ônibus vê se o do SeteAlem já passou.

Levo um soco na cara que me deixa zonza, aquele elfo estranho está atrás do vovô, como se estivesse manipulando ele.

Carmella: Sabia que bater em mulher é crime? -- Chuto o velho e me levanto.

Saio correndo, mas quase levo uma panelada na cara da velha, me abaixo e passo por ela, mas a droga da porta está trancada. Então pego uma faca e vou para atrás do balcão.

Carmella: Quem é você?? O que você quer comigo?

Ben: Eu quero jogar com você.

Carmella: Eu não quero jogar.

Ben: Acha mesmo que tem escolha? — Ele ri irônico

Os velhos avançam em mim, me esquivo cortando a perna de um e o braço de outro, isso parecia algum jogo macabro de terror. Até que sou pega pela velha e jogada por cima da mesa até o chão. Todo meu corpo doía. 

Ben: Já quer desistir? Que pena.

Seus fundos olhos vermelho penetraram nos meus, era como se ele estivesse infectado meu cérebro com seu vírus.

Ben: Acho que você deve morrer afogada.

Meu corpo se levantou sozinho, quanto mais eu lutava mais difícil ficava manter o controle, a pia começou a se encher de água, então minha cabeça entrou, eu gritei e me esperneei por dentro, mas nada adiantou.

Com toda a força do mundo eu usei a faça para fazer um corte na minha perna e eu me libertar. Tossi ao sentir o sopro da vida. E AINDA DIZEM QUE NÃO APRENDEMOS NADA VENDO TV. CHUPA ESSA.

Ben: Você é mais forte do que eu pensei.

Carmella: Você não viu nada sua fada Verde.

Ben: SOU UM ELFO!! TU ME RESPEITE GAROTA

A bicha ficou revoltada ;-;

Os velhos vieram para cima, mas eu sai correndo pro quarto para onde estava o computador, tapei os ouvidos  e assim que eles chegaram eu apaguei as luzes e coloquei uma sirene alta. Ser hacker tem suas vantagens.

Sai daquela casa, mas sou pega pelo Ben e levo um soco forte no estômago que me faz ajoelhar e perder o ar.

Ben: Você é boa com computadores, quero ver se sobrevive na vida real.

Ele estava me testando? AH NÃO isso não vai prestar.

Desviei de um outro chute dele, joguei areia nos olhos dele e perfurei seu ombro, sai correndo, mas sou parada por uma patrulhinha que me faz ajoelhar pelo sangue na minha roupa.

Carmella: Vocês não entendem, ele está atrás de mim. -- Berro quando sou jogada pra dentro naquele carro.

Policial: Calada Carmella! Você SÓ se mete em problemas. Dessa vez terei que te levar para a delegacia.

Carmella: Ótimo. Ainda tem café frio la? Eu vou querer.

O carro começa a andar, até que do nada o policial perde o controle do volante e o carro bate, por eu não estar presa quase voou no para-brisa. Abri a porta aos chutes e caio no chão, fui me arrastando até que sou pega pelos cabelos.

Ben: Você não vai se livrar de mim garota.

Carmella: Parece até aquele ex chato. -- Debocho.

Recebo um tapa na cara, Ben me pega pelo pescoço.

Ben: Pra quem você trabalha?

Carmella: Não é da sua conta.

Recebo outro tapa, um mais forte.

Ben: Quanta hostilidade comigo. Você deveria me obedecer. Pra quem você trabalha?

Carmella: Não obedecia nem a meu pai quem dirá a você.

Chuto ele e me solto, começo a correr mas meu corpo estava fraco e dolorido, então ele me segura facilmente.

Ben: Você vai me falar por bem ou por mal.

Então desmaio nos braços dele..pelo menos estava quentinho ali.

Falha no sistem@ - Ben Drowned 💚CONCLUIDA💚Onde histórias criam vida. Descubra agora