— Okay, a Kinana vai perguntar pros vizinhos se alguém o viu, e a Mavis ver na rua da frente e eu vou procurar aqui mesmo, as vezes ele só se escondeu debaixo do sofá.
— Por que eu tenho que procurar também se foi por sua culpa que ele fugiu? — Questiona Mavis.
— Porque se o Natsu descobrir ele vai culpar você.
*
Passados 20 minutos escutei a campainha, e adivinha só quem era, só pra desgraçar mais minha vida mesmo.
— O que faz aqui lolicon e ladrão de celulares.
— Acontece que sua irmã me ligou pedindo pra concertar um computador.
— Péra, o que é isso, professor de música, lolicon, ladrão e técnico de informática nas horas vagas, qualé daqui a pouco vai me dizer que é o Batman.
— Se já acabou o se chilique eu vim fazer um favor pra sua irmã e não pra você baixinha, agora me mostra o problema.
Eu levo ele até o escritório, cara como eu to put* com ele. Quando chegamos ele logo pegou o próprio laptop e conectou ao dela e então abriu o laptop dela...
— Sério Juvia? — ele aperta Cntr+Alt+Delet, (Aquelas teclas pra quando da problema no PC) então abre uma janela e fecha o aviso de formatação. — Eu não acredito que ela caiu nisso, é a primeira vez que ela tenta hackear o face do Gray?
— Não, teve outra, ano passado.
— Ele colocou uma proteção para assustar vocês, quando ela tentou hackear esse aviso foi aberto na área de trabalho, eu podia ter resolvido isso de casa.
— Cara como ela é burra.
— Não pode falar nada baixinha, você também caiu na pegadinha, mas isso é normal da Juvia, uma vez ela veio me pedir pra tirar um “virus” do celular dela e era só uma notificação do software.
— Tô começando a duvidar que você realmente saiba tanto sobre computadores já que até agora você não fez nada realmente difícil.
— Você não tem um computador?
— Não, eu só uso pra trabalhos escolares então vale mais a pena usar os da escola.
— E esses livros?
— São todos meus, é mais confiável pesquisar em livros do que na internet.
— Até a Wendy deve saber mais de computadores que você.
— Eu duvido que já tenha lido qualquer dos livros que tenho aqui.
— É mais fácil pegar resumo na internet.
— É, nem imagino o porque desistiu da faculdade.
— Ei, tava ouvindo a conversa, agora além de baixinha é xereta?
— Você estava falando com a MINHA irmã no MEU celular, o qual você nem pediu emprestado, o mínimo que eu podia fazer é escutar. — Eu já estava quase saindo do sério — A quer saber, você já acabou né? Então já pode ir embora, deixa que eu envio isso.
*
— Kinana não é?
— Sim, Laki?
— É, o que ta fazendo na rua tão tarde?
— O gato da minha amiga fugiu, e você, o que ta fazendo?
— Queria te pedir uma coisa, você disse que aquela cobra que encontrou no quintal era da cor do seu cabelo né? Ela ainda ta viva?
— Sim, por que?
— É que eu fui fazer uma pesquisa e descobri que essa cobra é uma das mais venenosas do mundo, queria saber se podia descolar um pouco do veneno de graça.
*
Fui correndo até o parque e ao chegar lá vi Happy olhando a beira de um lago e ao seu lado havia um garoto de roupas preta e cabelo idem, ele olhava o gato com um sorrisinho no rosto.
— EI! Não rouba o gato do meu amigo.
— Você não acha os seres vivos criaturas extraordinárias?
— Espera, o que? Ei você não é o irmão do Natsu.
— Sim… um minuto, recebi um recado. — Ele pega o celular.
Sinto uma energia densa sobre nós, de todas as vezes que vim parar aqui, essa é a primeira noite, mas, é uma energia que de certa forma me conforta.
*
— Pronto agora é só enviar.
Eu aperto o botão de enviar, e fico me perguntando sobre o que é o trabalho dela, acho que não faz mal dá uma xeretada. Então eu abro o arquivo e já começa estranho, o título dizia E.N.D. e o texto falava sobre algum negócio chamado ether, algum tipo de energia, e no final citava alguns nomes, bom, tava mais pra apelidos, como: dragão, demônio, spriggan, tempestade, e mais alguns, também eram citados alguns lugares sobre os quais nunca tinha ouvido falar, como Edolas, eu não entendi tudo já que algumas palavras estavam em código, isso nem faz sentido, a Juvia é tão leiga quanto eu quando se trata de computadores, como ela criptografaria um texto? E se foi ela mesma porque ela chamou o Gajeel aqui pra resolver um problema tão idiota? Até faz sentido ela escrever sobre isso mas o que o Natsu tem a ver? Alguma coisa não me cheira bem nessa história, será que eu deveria ter enviado?
Ligo pra ela.
— Juvia, tem certeza que falou o arquivo certo.
— Por que? Levy não o encontrou? — Ela parecia um pouco apreensiva no telefone.
— Não é isso, esse arquivo parece estar corrompido, será que é por conta do vírus.
— Juvia acha que não, não era pra acontecer isso.
— E como sabe disso Juvia.
— Juvia, ham é …
Vagaranha, ela desligou, acho que vou até a casa do Natsu, pode ser que o happy esteja la também já que nenhuma das meninas deu sinal de vida até agora.
*
— Oque? Porque você quer isso?
— Por favor não ache estranho, eu só coleciono essas coisas perigosas, você certamente não gostaria de entrar no meu quarto — Cara, como deve ser o quarto dela? To com medo.
— Tudo bem, todos temos manias estranhas, vou ver o que posso fazer por você. — Então uma musiquinha como daquelas de elevador começa a tocaríamos.
— A, é o meu. — Ela pega o celular — Puts, eu tenho que atender essa, nos falamos depois Kinana — Ela atende o celular.
— Até.
*
Ao chegar na casa do Natsu penso por um tempo em um plano para entrar enquanto encaro a porta, eu dei uma olhada nas janelas e parece não ter ninguém la dentro porém todas as janelas estão fechadas, hum, porque não? Eu corro em tireção a porta e dou um chute como nos filmes de invasão, resultado, caio de cara no chão, eu não acredito que a porta já tava aberta o Natsu é um tapado mesmo.
— Ei, parada ai, é a policia, mãos pro alto.Tinha que ser, ferrô. Eu levanto minhas mãos.
*
— Alô.
— Fomos descobertos.
— Já estou pronta, quem foi.
— Minha irmã, foi um descuido meu, não a machuque e conte pra ninguém.
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Best Verão Ever
Hayran KurguLevy e Kinana são amigas de infância que não se vêem a muito tempo, mas, durante as férias da faculdade encontram uma brecha para se encontrar em Magnólia, cidade onde Levy mora. Elas têm o plano de relembrar os velhos tempos, porém, quando a azulad...