Certa vez Henry me levou para um pequeno chalé que ficava nos arredores de sua residência...
-Da última vez que viemos aqui você disse que não havia nada de interessante.
Henry sorriu com malícia.
-Na verdade, eu disse que não tinha, mas poderia vir a ter caso entrássemos.
Encarei-o.
-Vamos entrar?
-Quero ver se vai gostar da decoração.
Eu sorri, com graça.
-O senhor arrumou o chalé?
-Sim.
-Com que intuito?
Ele encarou meus lábios e sorriu sem tirar os olhos dali.
-De que usemos com frequência para...
Ele subiu olhar até meus olhos e eu engoli em seco.
-...para tratarmos de "negócios".
"Negócios"
Estremeci.
Sei do que se trata os negócios que Henry diz... oh céus. Estou ficando nervosa e ansiosa. Eufórica. Analisei Henry de baixo a cima e por Deus, como me faz tremer as pernas de desejo.
-Muito bem. -Eu disse, caminhando até o chalé e parando na porta. -Vamos tratar de negócios, então.
Ele sorriu e apressou os passos para me seguir. Ele passou para dentro e me arrepiei inteira ao escutar a porta bater e o trinco fechar. Seus olhos cintilaram e escureceram, até pareciam selvagens e intuitivos. Henry sorria com audácia e altivez. Oh céus... estou perdida. Quero me perder.
Ele começou a caminhar até a mim. Devagar. Como um animal caçando uma presa que exigia atenção para ser pega.
-Vamos tratar de negócios, meu bem.
Oh.
Suas mãos alcançaram minha cintura e me puxaram para perto. Eu arfei num suspiro desesperado e Henry sorriu, colocando a boca sobre meu pescoço. Um arrepio intenso passou pelo meu corpo e minhas pernas amoleceram. Henry teve que me segurar para que eu não caísse.
Senti seu sorriso em minha pele.
-Já?
Fiquei tentada a discutir com ele, más eu estava gostando tanto disso que ignorei sua arrogância. Ele me ergueu do chão e caminhou alguns passos até minhas costas encontrarem um pilar de madeira.
-Espero que goste da cama.
Sorri. -Depende do que faremos nela.
-Que atrevida... -Ele disse rouco e arrastado, agora, mordiscando meu ombro.
Ele começou a abrir os botões do meu vestido sussurrou:
-O que você acha que faremos nela?
Sentiu um frio na barriga e meus pelos se eriçaram.
-Existem algumas possibilidades...
-É mesmo?
Assenti.
Senti meu vestido escorregando pelo meu corpo e Henry começou a me empurrar para cair de costas na cama.
-Então, me mostre o que tem em mente, Carolina....
Quando senti minhas costas baterem no colchão, foi meu fim. Todas as minhas roupas estavam jogadas no chão e ele foi o culpado. Henry começou a gatinhar entre minhas pernas.
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Contos de uma Lady
RomantikTodo homem que se preze precisa fazer com que sua mulher o ame todos os dias. Elas também não saem por baixo! Seduzem seus amores até que ambos morram de amor um pelo outro. De forma sensual e apaixonante, esses contos lhes mostrarão o quão devassos...
