Me prometa uma coisa...

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Ela amava os beijos dele.

            Ela começou a ver estrelinhas, sua cabeça girava e ela só conseguia apreciar o beijo talentoso dele. David era tão bom com mãos, dedos, língua e boca.... Ela não saberia dizer o que ele fazia de mal. Não havia aparentemente.

            David sentiu que todo o corpo de Helen havia amolecido. Ele sorriu entre beijos e sem que ela percebesse, ergueu os braços dela para cima de sua cabeça. Ele tateou pela cama e pegou o cinto que havia tirado de sua calça a pouco tempo.

            David se afastou dela e ela não pareceu se agradar com a distância.

            — Quero que me prometa uma coisa.

            Helen olhou para cima e viu que suas mãos estavam presas pelo cinto dele. O couro preto em volta de seus pulsos, de alguma maneira afivelado para que não se soltasse. David fez isso enquanto a beijava? Deus do céu... Por mais impressionada que estivesse, se sentiu contorcer. Ela havia tido um impulso de prazer. Ficou mais excitada quando viu suas mãos presas? Ah... ela era esse tipo de mulher? Se sentiu tremer em expectativas.

            Ela encarou David que a olhava com as sobrancelhas juntas. Parecia preocupado, mas suas mãos acariciavam o interior de suas coxas, já que ela não conseguia fechar as pernas por David estar entre elas.

            Ela assentiu.

            Ele continuou.

            — Se eu fizer alguma coisa, qualquer coisa, que a desagradar. Me prometa que vai me dizer e vai me mandar parar. Me prometa, Helen.

            Helen quis chorar. Ele estava preocupado com ela, de verdade. Seu coração apertou dentro do peito e ela sentiu vontade de abraçar seu marido e lhe agradecer por ser quem é. David é o melhor homem que ela conheceu e jamais encontrará alguém como ele. Estava tão feliz, tão feliz em estar casada com ele, que quis gritar ao mundo que estava apaixonada por ele.

            Ela gritaria. Com certeza gritaria.

            Ela assentiu e David suavizou a expressão. Ele sorriu e foi agracia-la com os dedos enquanto a beijava com paixão na boca. Seus dedos a alisaram precisamente no ponto mais sensível, fazendo com que Helen erguesse o quadril algumas vezes... David passou seus beijos para o pescoço e dali para a clavícula. Sua mão livre estava segurando os pulsos presos dela na cama para que ela não os pudesse usar.

            Helen se contorcia enquanto ele colocava dois dedos dentro de sua carne macia e quente e úmida. David grunhia de satisfação a cada beijo que dava na pele de sua mulher. O fato dela estar presa o deixou tão excitado que seu pênis latejava fortemente, pedindo por atenção. Ele estava quase explodindo de vontade de tomar o lugar de seus dedos e os Deuses tinham ciência de que ele logo faria isso.

            Mas primeiro...

            Helen arregalou os olhos quando sentiu ser impulsionada para a esquerda, fazendo com que ficasse de barriga para baixo. David pressionou seus braços para baixo e ergueu seu quadril, a fazendo ficar de quatro, com o rosto pressionando o colchão. A posição era incrivelmente deliciosa. Nunca que Helen se quer pensou em algo como isso, mas David quem a estava fazendo provar essas novidades e ela estava gostando. Muito.

            — Você disse que já sonhou em ser acorrentada em minha cama, Helen... — Ela gemeu. — Depois disso eu não consegui deixar de fantasiar sobre você assim... exatamente como está agora...

            Ele se ergueu, arrastando as mãos pelo corpo dela, sentindo o tecido junto ao centro do corpo de Helen, ele poderia tê-lo tirado, mas era maravilhosa a ideia de fazer amor com sua mulher apenas erguendo seu vestido. Era sedutor demais... E ele estava ficando louco.

Contos de uma LadyOnde histórias criam vida. Descubra agora