Capítulo 25

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Matador.

Acordei já eram quatro horas da manhã.

Bebi pra caralho ontem e só não me fudir por causa da Camila,se não fosse por ela eu tava chapado de bebida.

Tomei um banho rapidão,vestir uma calça preta e coloquei a arma na cintura.

Matador:Pai nosso que estai no céu-fiz minha oração.

Me benzi repreendendo todo mal.Nem frequento igreja porque acho esses pastores uns cuzões,mas minha fé é inábalavel.

Matador:Atividade nesse caralho-falei no radinho-vai chegar uma carga pesada no porto,se preparem que nós vai ir buscar essa porra,tou descendo ai.

Peguei uma polo cinza e sair correndo pro quarto da Camila.

Matador:Acorda aí caralho-ela levantou me olhando-tou indo pra missão lá no porto,te amo tá ligada né?

Camila:Também te amo,se cuida-eu abracei ela-por favor,não mata gente inocente.

Matador:Díficil-dei um beijo na testa dela e sair andando.

Peguei o carro e desci pro galpão onde os caras já tavam me esperando.

Ia uns quatro carros cada um com cinco caras.

Matador:O bagulho é simples,a gente chega lá no porto e coloca os bagulho no caminhão,vamos vim escoltando essa porra até a estrada do capim.

JM:Independente de qualquer bagulho,ninguém fica pra trás-eles gritaram-fé na caminha e mete tiro em quem vinher contra.

A gente saiu entrando nos carros,tava nervoso mas tinha que manter a calma.Essa porra é direto.

Três iam pela pista e dois iam por outras favelas.

Ficamos uma rua antes da entrada do porto,avistei o caminhão entrando e apressei os caras.

Matador:Bora,bora-sair do carro colocando o boné e enterrando ele na cara.

Fomos por trás,uns cara de lá de trás iam ajudar a gente.

Duca:Caralho,é a federal?

Matador:Relaxa aí.

A gente entrou e eu falei com o miliciano.

Carlos:Quem é vivo sempre aparece-sustentei o olhar-trouxe meu bagulho?

Matador:Trouxe,manda os caras descarregar.

Carlos:Tranquilo,desce essa porra ai-gritou.

Colocaram tudo dentro do caminhão e eu entreguei o bagulho dele.

Do nada escutei o barulho da sirene,fiquei bolado.

Matador:Últimas palavras-apontei a arma.

Carlos:Qual foi ai rapaz?A gente tinha um acordo.

Matador:Falou certo,tinhamos-apertei o gatilho e metir o pé.

Saímos correndo e foram dois por outra rua escoltando o caminhão,a troca de tiros começou e o bagulho ficou doido.

Tava tranquilo,não ia dá em nada e se desse era pouca coisa.

Matador:Vai caralho,corre nessa porra.

Piaba:Mete bala porra-gritou-.

Matador:Ai HG,desce caralho-falei no rádio-mete o carro nessa rua ai.

JM:Tá fechada caralho.

Matador:Foda-se,vai caralho.

Ele entrou na rua que era de uma via só,vinha o caminhão no mesmo sentido.

Mente MilionáriaHistórias para pegar e não largar. Descubra agora