Capa por: @yvezinha
LIVRO 1 Da SÉRIE: OS CLARKE
Arthur, gentil, passivo, implacável, gostoso e herdeiro de um império que promove novos avanços tecnológicos e, principalmente para a medicina. Será que Ellara - a garota dos 6 nomes - uma secret...
Ellara é realmente imprevisível, desprezível é incrivelmente irritante e autoritária. Ela me desperta uma raiva e uma excitação ao mesmo tempo que nunca senti antes. E agora, esperando na sala do apartamento de Beatrice é que me sinto ainda mais puto. Mulheres demoram séculos para se arrumar. O que mais me irrita é nunca saber oque esperar dela. Finalmente, vejo as três sairem da suíte. Ellara em uma maquiagem escura e um vestido de paetês prateados, era solto com um decote e costas nuas sem contar o salto da mesma cor que o vestido. Seus seios pareciam querer saltar e instantaneamente me peguei imaginando como seria beija-los.
Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.
Em seguida vem Beatrice e fico ainda mais puto. O vestido não é tão ruim quanto o de Ellara mas, possui um decote fundo que vai até sua barriga. O vestido é em um preto brilhante de mangas longas é incrivelmente curto. O cabelo das três estava solto, mas Bia usava uma bota de salto.
Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.
E por último o de Elizabeth, que vale considerar que é o melhorzinho dos três. Ele era vermelho vinho e combinava com os saltos veludo. Pensar que babacas tentariam dar em cima das minhas irmãs e de Ellara me despertava um ódio mortal. Claro que nenhuma era mais virgem mas preferia pensar que todas ainda são intocáveis.
Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.
— Nem fudendo. Ellara! Você está influenciando minhas irmãs com sua roupa à lá brasileira e de femme fatale. Pode parar! — Obrigada por me considerar uma femme fatale mas não precisei influência-las elas mesmas escolheram suas roupas elas não são freiras e nem virgens e aliás imagino que saiba o porque de estarmos indo a uma balada brasileira. Nós vamos rebolar nossa bunda com o funk e eu faço questão de ensinar! – admito que demorei para entender tudo o que ela falou no final e seu sotaque quase inexistente brasileiro aparece. — Garota de seis nomes! – rosno. — Isso mesmo! – ela se aproxima e parece se esticar um pouco mais para chegar em meu pescoço e falar — E espero que tenha aprendido todos. Então, apenas sai com minhas irmãs atrás. — Você dirige dessa vez! – ela fala da porta e fervo ainda mais. Inacreditável.
************************
Chegando na boate nos deparamos com uma enorme fila com, claramente, a maior parte composta de brasileiros. Ellara simplesmente passa direto e cumprimenta o segurança com dois beijos na bochecha. Eles realmente tem uma cultura peculiar. A garota de seis nomes nos dirige até o balcão e nos entrega uma bebida colorida. — É chamado de caipirinha – ela fala em seu sotaque britânico-português e levo, receoso minha bebida até a boca — A minha é de morango com hortelã e a de vocês, limão. Ao provar a bebida fico realmente impressionado é muito boa. E eu não sou o único. Em segundos a bebida das minhas irmãs já havia sido praticamente virada e trocada por outra. Não tinha a intenção de ficar bêbado afinal eu era o motorista e preciso ficar "de olho" nelas. Do balcão via Ellara se dirigindo a pista cheia e começar a dançar. E instantaneamente, fiquei puto. Seu vestido era ridículamente curto e faltava mostrar sua calcinha para todos ao som de algum 'funk'. E a forma como a maior parte de mulheres - e homens - eram capazes de fazer aquele movimento com a cintura era impressionante. Era visível que as mulheres no pole dance deixavam os americanos babando naquele peque palco não muito ao fundo. Uma onda de raiva e entorpece ao ver um homem se aproximando de Ellara e começando a roçar nela como se estivessem a sós. A esta altura da noite todas estavam bêbadas após mais sabe-se lá quantas caipi/rinhas/vodkas e outras Caipi's , como Ellara fala, shots de tequila e vodka e parece que agora pularam para a cerveja gelada. Para o meu ódio, o homem toma uma atitude subindo seu tronco e fazendo-a encostar em suas costas e sussurrar algo que não tenho ideia que A FEZ SORRIR. Como uma explosão, me canso de olhar e vou até onde ela estava. — Desculpa cara ela tá acompanhada – o homem apenas sorri de canto, dando de ombros, e fala o que supondo um xingamento em português. — Eiiiiiii! Você estragou meu grand finalleeee! – a mulher faz biquinho como se fosse criança fazendo birra e me sinto endurecer. Mas, como a garota de 6 nomes é imprevisível ela se vira e grita (como varias outras mulheres) – Anittaaa! Terrrremotoo! Ela se inclina novamente naquela posição e começa a "quebrar" a bunda em algum tipo de dança do ventre. Não consegui impedir minha mente suja de imagina-la desse jeito na cama comigo puxando seu cabelo com selvageria. Vejo de canto que seu sorriso aumentar ao me ver ficando duro. Ellara se vira e começa a se esfregar em mim sentindo meu pau em sua barriga. — Acho que encontrei com quem vou passar a noite. – mesmo baixinha ela consegue mordiscar minha orelha e reprimo o gemido junto com a vontade de fode-la aqui. — A festa acabou! –fazendo uso de todo meu auto controle eu a puxo pelo braço e vou atrás de minhas irmãs que também não estavam muito longe. Levando-as para o carro vejo Ellara "sussurrar" algo no ouvido delas que as fizeram gargalhar sem parar. — Ele fico mesmo de pau duro? – Triece pergunta e vejo as duas se entreolharem, em seguida olhar para meu semblante puto, para meu volume e se entreolharem de novo para gargalharem ainda mais alto. — Entrem na porra do carro! Elas pioraram ou ouvir a música que Ellara coloca colocava no celular uma tal de Marília Mendonça. Contra todas minhas objeções, ela pôs o som no talo Marília Mendonça pelo oque ela disse e contra todas minhas objeções -novamente- , abriu o teto solar do mercedes e subiu, aproveitando a estrada e acenando para qualquer carro que passasse. Nisso, consegui ter um vislumbre de sua calcinha rendada preta e novamente minha mente suja começa a trabalhar. Meu Deus! Vou acabar matando alguém. Quando finalmente, deixei minhas irmãs na casa de Beatrice, fui levar Ellara pra casa. O clima instantaneamente esquentou e senti sua mão começar a tatear minha coxa em busca do meu pau. E quase atropelei o mendigo. — Acho que achei uma companhia para esta noite...
Oi meu povoooooo Desculpa a morrida que eu dei. Final de ano é um bagulho corrido mas consegui postar. Não sei quanto vai sai A ÔMEGA mas eu n desisti juro.