10 cuidado

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Já deixou o seu voto?

Cabelinho💀

Hoje o dia foi cheio de b.o tive que resolver várias paradas, acabei nem colando no baile, fui direto pro quartinho e esperei a mina que o Pardal chamou.

Dessa vez era uma mina que não deveria ter mais de 15 anos, já fiquei logo puto com o Pardal que sabe muito bem que eu não curto de menor.

Tive que grudar no braço da menina e levar ela até o baile já que eu não posso falar uma palavra com ela, vai que ela me conhece como Victor.

Deixei a pirralha perto do baile, e a garota ainda veio o caminho todo se esfregando em mim, pegou até no meu pau, parceiro.

Essas crianças de hoje estão perdidas, a garota não tem nem peito direito ainda é já tá nesse nível, tenho certeza que ainda é virgem e sonha em sentar prós envolvidos por imaginar que eles vão ficar obssecados por ela.

Essas mina lê histórias e acha que a vida é assim, não chega nem perto parceiro, na real e o oposto, os cara dão mais valor pras puta.

Faço gestos pra garota perceber que é pra ela ralar, a mesma me olha com quem vai chorar o que me faz virar as costas pra ela e ir embora.

Sem tempo pra drama, subo na minha moto e vou pelo beco escuro mesmo sabendo que eu não deveria por estar no estilo Cabelinho.

Mal entro no começo do beco e escuto um choro alto e gritos de mulher, o que já me sobe uma raiva só de pensar no que tá acontecendo.

Desço da moto pra pegar o cara de surpresa e quanto mais eu chego perto melhor consigo ver, até que identifico que a mulher se trata da Lívia.

Puta que pariu!

Dou um tiro na cabeça do estrupador de merda que cai duro no chão, aqui não tem papo com Jack a vala e o único caminho.

Corro na direção da Lívia que desmancha, mas eu consigo a segurar a tempo de não se esborrachar no asfalto.

- Mascarado. - e a única coisa que ela pronúncia antes de desmaiar.

A pego no colo e não sei se a levo no colo a pé, mas sei que essa possibilidade tá fora de cogitação, assim como a de tirar a máscara e fingir ser apenas o Victor, sendo que a Lívia vai lembrar que eu estava mascarado.

Descido levar ela na minha moto, ajeito o corpo gostoso dela no meu braço e tento subir na moto, depois de 2 tentativas consigo.

Prendo ao máximo ela em mim e a levo até o escritório que fica mais perto, espero não me arrepender disso.

Chego lá rapidinho e quando a coloco no sofá vejo que a sua blusa tá completamente rasgada e sua perna tá com um corte fundo.

- Porra! - deveria ter torturado o pau no cu antes de matar.

Caralho! Esqueci de avisar prós cara ir dá um fim no corpo, aciono o Caveira pra arrumar alguém pra limpar a área e dá fim no corpo.

Procuro a maleta que parece de primeiros socorros, mas que ainda tem mais coisa já que quando eu ou o Jacaré somos baleados paramos aqui.

A deito confortável no sofá cama e coloco o meu casaco em cima do seu peito que tá com o bico rígido por conta do frio e o sutiam que não é de bojo não tá me ajudando.

Coloco as pernas grossas no meu colo e começo a limpar o ferimento com cuidado pra ver se ela não acorda, se não eu tô fudido já que tá tudo claro.

Por precaução coloco um moletom reserva que cobre todas as minhas tatuagens, vai que a garota reparou até demais no "Victor".

- Me solta...por favor... não!...- Lívia começa a gritar do nada, deve tá tendo pesadelo com o nojento.

Ela dá um salto do sofá e se senta ainda com as pernas no meu colo, me olha assustada por um tempo até que se toca em quem eu sou e olha em tudo em volta.

- Como eu vim parar aqui? Eu fui estrupada? - faz um monte de pergunta é cai no choro.

Faço que não com a cabeça e imito uma arma e aponto pra minha cabeça, me sinto a pessoa mais idiota fazendo isso.

E pelo jeito ela também acha, já que da risada da minha mímica, escuto o gemido de dor baixinho que ela solta, e com isso volto a cuidar do ferimento.

- Você é mudo? - faço que não. - Você não pode falar então? - assinto.

- Tem medo que eu descubra a sua identidade secreta? - balanço a cabeça e solto um sorriso.

- Huum! Você sabe sorrir uau - debocha na minha cara.

Depois leva uns tiro e não sabe o porquê.

Termino de limpar e consigo ver o qual fundo tá, precisa urgente que seja costurado, olho pra ela e aponto pro corte, e faço como se tivesse costurando.

- Quê? Você quer custurar? - faço que sim.- Precisa mesmo? Isso deve doer tanto.

Ignoro ela é levanto indo pegar os negócio que se usa e já pego a cachaça porque ela vai precisar pra não sentir tanta dor.

- O por que dá cachaça? Quer me embebedar? - reviro os olhos e entrego pra ela que percebe que tô sem paciência.

A garota vira práticamente a garrafa inteira na boca, quando eu furo a sua pele com a agulha, espero ela beber praticamente o líquido todo e começar a rir de tudo pra continuar.

- Ei Batman, aqui é a sua batcaverna? - ela mesma se acaba de rir enquanto eu não tiro os olhos só que eu tô fazendo.

- Não! Você vai ser o Capitão América, eu gosto mais dele, assim como eu gosto do seu pau. - não aguento e dou risada por saber que a Lívia sombria jamais falaria isso.

Ela termina de virar a garrafa e começa a falar coisa com coisa, quando percebo que ela não vai lembrar de nada amanhã penso em responder algumas coisas.

- Onde eu tô doutor? Aqui não parece um hospital. - mal termina de falar e cai na risada.

- Fica quietinha fica. - só falo isso a fazendo me olhar assustada.

Meu coração gela pela reação dela, não é possível que ela reconheceu, tão bonita pra morrer assim.

- Doutor deixa eu te confessar uma coisa. - fala tudo embolado e se senta e solta um gemido pela dor, mas mesmo assim chega nem perto do meu ouvido o que me faz segurar as mãos dela.

- A sua voz me deixou molhada, olha! - diaba da Lívia sussurra no meu ouvido me fazendo praguejar.

Solto a suas mãos e ela leva os meus dedos até o seu shorts e enfia a minha mão lá dentro, acabo passando o meu dedo na sua calcinha e sinto que ela tá começando a ficar molhada.

Porém tiro a minha mão rapidamente já que ela tá muito bêbada e acabou de sofrer um quase estrupo, quando tiver sombria ela não me escapa.
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Cabelinho um bandido com princípios

Espero que estejam gostando, nunca escrevi algo nesse gênero.

Vida dupla / Dono do MorroOnde histórias criam vida. Descubra agora