12 segunda vez

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Agora? Preciso tomar um banho antes. - eu jamais negaria uma boa foda ainda mais com o tesão que eu tô.

— Pode tomar, eu te espero aqui fora, mas vê se não demora.

Apenas concordo e saio correndo pro meu quarto, já vou tirando a roupa e entrando debaixo do chuveiro, tiro todo o cloro do meu cabelo o que demora um pouco.

Já tô pronta pra ser fudida com força no escuro, desço e o Caveira me olha com raiva, mas logo me come com os olhos.

— Aí papai, na moral tu é gostosa demais.

Apenas dou risada, e subo na moto e coloco o capacete pra não virar assunto amanhã no salão.

Chegamos no mesmo barraco da primeira noite pelo que dá pra perceber, já que tá a noite já é no barraco só tem um ponto de luz.

Entro na casa antes do Caveira falar algo, e quando chego só vejo uma luz que invés de ser vermelha novamente é roxa.

O consigo ver deitado na cama escrevendo não sei o que no celular, ele me vê e guarda o aparelho rapidamente, mas antes que ele se levante eu sou mais rápido e subo na cama e vou engatinhando até o mesmo.

Que pelo o que eu consigo ver tem os olhos presos em cada movimento que eu faço, quando tô completamente perto subo em cima do mesmo é sussuro no seu ouvido.

Obrigado por ter cuidado de mim.

O sinto apertar a minha cintura e meter o tapão na minha bunda, me fazendo gemer igual uma puta, desço a minha mão no seu pau e sinto o quanto ele tá no ponto.

Tento ver se o pau dele é maior que o do Victor, mas pra mim tá pau a pau literalmente.

Cabelinho me vira na cama rapidamente ficando por cima, já vai tirando a minha roupa com facilidade e quando chega na minha calcinha rasga.

Cabelinho! Você vai me dar outra. - reclamo com toda a cara de pau me sentindo a intima dele.

O mesmo apenas leva o pedaço de pano rasgado até o nariz e cheira e logo joga no chão e cai de boca na minha vagina.

Sua língua é capaz de instaurar a paz no mundo, pensa em uma agilidade e habilidade, suga o meu clitóris e enfia três dedos dentro de mim.

Vai mais fundo...enfia mais...isso! Assim!

Não consigo parar de gemer por já tá excitada por bastante tempo, imagino o Victor aqui também e eu sendo comida pelos dois.

Saio dos meus pensamentos e vou ao delírio quando o Cabelinho sem aviso nem um me preenche com o seu membro grosso.

Ele me foda como se o mundo fosse acabar, passo as minhas pernas pela sua cintura o ajudando ir mais fundo, até que ele sai de uma vez me fazendo choramingar, mas paro assim que ele segura as minhas pernas e coloca elas na altura da minha cabeça e entra mais fundo na minha buceta.

Gozamos juntos e mal tenho tempo de recuperar o fôlego ele cai de boca nos meus peitos, minha única reação é puxar os cabelos dele que relaxa ainda mais e morde o meu mamilo.

Gozamos mais duas vezes antes dele sutilmente me expulsar, não com palavras mas quando ele começa a colocar a roupa eu entendo como um "já pode vazar" então me visto e saio com medo por lembrar do nojento que mexeu comigo.

Oxe! Ta fazendo o que aqui ainda Caveira? — falo logo que vejo o mesmo encostado na moto.

Fiquei esperança a madame, vamos logo que eu tô com fome. — já vai subindo e dando o capacete.

Sério? Não sabia que você era tão gentil, não precisava.

— É porque eu não sou, foi ordem do patrão, agora vamos logo.

Dou de ombro e resolvo ignorar o porquê do Cabelinho estar sendo gentil comigo, deve ser por causa de sexta.

Chego na minha casa e acabo falando pro Caveira entrar e jantar comigo já que o coitado ficou horas me esperando, ele acabou aceitando o que me pegou de surpresas.

Tive que fazer um macarrão rapidinho, já que não cheguei a fazer comida hoje por que sai, mas me sentei na mesa e engatei uma conversa e percebi o qual engraçado ele é.

Mas você sabe quem ele é? Tipo sem a touca? — pergunto sem aguentar a minha curiosidade, mas vejo que não foi uma boa ideia já que ele fecha a cara.

Olha vou te dar um conselho, não queira saber e nem falar sobre a indentidade do chefe, isso vai te manter viva.

Anotado! Quero viver muito ainda, então vamos falar de você. — anoto mentalmente "nunca falar nada sobre o Cabelinho".

Não tem nada pra saber não, minha vida é só proteger o chefe, e ultimamente te levar até ele.

— Ata né, você deve levar várias mulheres naquele mesmo barraco todos os dias. — debocho por ele tá tendo fazer eu me achar especial.

Que nada, eu sou soldado, o serviço de ifod quem faz é o Pardal, mas é só em dia de baile, tu foi uma exceção.

Fico até me achando um pouco, mas logo passa já que eu virei "comida" de ifod, tem que rir pra não chorar.

Comemos e ele vai embora, e eu corro pra tomar banho já que tô sem calcinha esse tempo todo, depois eu só caio na cama e apago.
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Tá um merda, mas vai ser assim mesmo.

Vida dupla / Dono do MorroOnde histórias criam vida. Descubra agora