Brincadeira. - 27

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   Hey delicinhaaaasss!!! Turu bom com vocês? Espero que sim e que estejam se cuidando!

  Mas ai vai uma nova atualizacaozinha e de presente, seram dois caps seguidos!

  Então, bora pra leitura!!!!

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Dinah Jane Pov's

-Aaaah, Mamãe Socorro!_    Assim que me sento assustada, dou de cara com Regina correndo junto com o Seth, enquanto Lauren vinha logo atrás.

  Lauren tinha ido conversar com as crianças e eu fiquei encostada na minha mãe, jogando no celular e conversando com a mesma, mais o meu pai. Falávamos sobre eu voltar a trabalhar e parar de sobreviver às custas dos dois! Assim chegamos a conclusão que papai abriria uma filial da empresa dele aqui e eu cuidaria dela, nós estávamos apenas começando a decidir algumas coisas antes dele solicitar a abertura da imobiliária Hansen, aqui em Miami, quando a gritaria começou.

  Os dois pestinhas passaram por nós gritando e Lauren corria e ria atrás deles dois, assim que ela alcançou Seth, que é o mais lerdinho, ela gritou "congelado" e saiu correndo atrás de Regina. Seth ficou tudo parado, como se fosse uma estátua.

-Regina, eu vou te pegar!_    Minha mãe automaticamente começou a rir da brincadeira deles e se levantou.

-Vamos parar com a brincadeira agora!_     Gritou e os três na hora olharam pra ela, parando tudo.    -Porque está comigo e eu vou congelar todo mundo!_ Soltou uma risada maligna e as três crianças riram.

  Eu bloqueei o celular e me levantei também, indo para o lado da minha mãe. Vou entrar nessa brincadeira!

-Olha, eu vou brincar também, mas está com a mamãe!_   

-Então corram, que além de congelar vocês quatro, vão levar tapão na bunda!_    Ela começou a correr atrás de nós e tudo o'que eu ouvia, era a gargalhada de bebê da Loh.

  O Seth, por ser o mais lerdinho, foi o primeiro a ser pego, nós só ouvimos o grito dele depois do tapa estalado na bunda dele. Lauren era pra ser a próxima, mas ela conseguiu dar um olézinho na minha mãe e Regina foi quem se ferrou, porque bem na hora em que fazia a curva, Mamãe foi de encontro a ela.

  Lauren aproveitou a distração da mãe com a Regina e tocou em Seth, o salvando do descongelamento e eu fiz o mesmo com Regina, assim que mamãe começou a perseguir Seth de novo.

-Vai, eu vou entrar nessa brincadeira! Mas só pra ajudar a mãe de vocês._     Ele deixou tudo bem ajeitadinho na toalha e começou a correr atrás da gente também.

  Mamãe pegou Seth de novo e nós só ouvimos o gritinho dele, pelo segundo tapa na bunda. Agora que foi pego duas vezes, ele terá que ficar sentado e só poderá voltar se o último que ainda estiver correndo, tocar nele. Quando menos espero, senti uma mão tocar em meu ombro, parei congelando quando vi que era o papai mas nem deu tempo de respirar, porque logo em seguida mamãe passou correndo atrás de mim acertando um belo tapa! Pensa em uma coisa muito ardida, pensou? É assim que minha bunda ficou!

  Lauren nesse tempo, sendo a única que ainda não foi pega nem uma vez, liberou Regina e veio correndo na minha direção e tocou em meu ombro, mas na hora congelou ao dar de cara com a minha mãe tocando no seu braço. Eu só vi ela fechando os olhinhos e a mão da minha mãe estralando na bunda dela, e que bunda! E nessas horas que eu queria ser minha mãe. Mas ela não ficou muito nessa, porque Regina foi bem rápida pra salvar ela.

  No final da brincadeira, todo mundo ficou morto de tanto correr, Mamãe e Papai venceram a brincadeira e minha mãe ainda teve que cuidar do joelho da Loh e da Regina, porque as duas caíram.

-Prontinho meu amor, já cuidei do joelho da Loh e agora o seu também está cuidado. Vamos comer alguma coisa agora, pra repor as energias._    Ela falava para as crianças, enquanto a minha morena tinha acabado de cair no sono.

  Ela mal havia deitado com a cabeça no meu colo, depois de cuidar do joelho, e já estava dormindo. Passei os meus dedos entre os seus cabelos, admirando o seu rostinho sereno e velando o seu delicioso sono.

-Você é tão linda..._    Disse toda perdida nela, sem nem ao menos perceber que tinha fala isso em voz alta.

-Admirando, filha?_    A voz de meu pai me puxa de volta pra realidade.

-Sim, eu não sei explicar, mas ela me deixa perdida._     Olhei pra ele rapidinho e voltei a olhar pra minha branquinha, era como se eu não pudesse perder um segundo dela.

-Isso é normal! Quando me apaixonei por sua mãe, eu ficava e fico até hoje, admirando ela quando dorme, quando ta na cozinha, quando assite TV e quando ela está assim, cuidando de nossos filhos._     Suspirei voltando a olhar para meu pai que também olhava perdidamente para a mamãe.

-O senhor acha que eu possa estar apaixonada por ela._      Ele sorriu olhando pra mim e assentiu.

-Eu tenho certeza._    Olhei de volta pra Loh, tentando entender isso.

-Mas pai, é muito cedo pra dizer isso!_    Levo minha mão de seus cabelos negros ate a potinha do nariz tocando levemente com o indicador e acaricio o seu rosto.

-Pra amar alguém, não se mede tempo, filha! Quando você menos espera, o amor está ali, batendo na sua porta e dizendo "hey! Eu cheguei! Onde posso deixar as minhas coisas?"._     Sorri com as falas de meu pai e focando novamente nele. -O amor não avisa quando vai vir, ele chega e fica quando bem entende._

-Mas como o senhor pode ter certeza que eu amo ela?_    Ele olhou ainda sorrindo pra minha mãe, e voltou a olhar pra mim.

-Porque você olha pra ela, do mesmo jeito que eu olho pra sua mãe. Seus olhos brilham, você não para de sorrir, vive babando nela e sempre que pode, fica ai, bem pertinho dela. Os seus atos mostram isso._     Assenti, suspirando.

-O senhor acha que a gente pode dar certo?_     Ele nem parou pra pensar, antes de assentir novamente.

-Eu tenho certeza. Ela também faz a mesma coisa que você, um pouco mais tímida, mas faz._    Sorri para o meu pai, retribuindo a piscadela que ele me mandou.

-Do que vocês tanto falam?_    Dona Milika entra na conversa e se ajusta ao lado do papai.

-Nada demais, mãe. Apenas comentando como o dia foi maravilhoso e ainda está sendo!_     Ela fez uma carinha de desconfiada e quando eu apenas sorri, ela olhou para o papai que confirmou tudo.

-Isso mesmo querida! Ah, e eu estava pensando aqui, o'que acha de quando voltarmos pra casa, fazer uma sessão cinema?_     Minha mãe pareceu se iluminar com a idéia.

-Isso vai ser demais! Mas antes, temos que dar uma passadinha no mercado! Não temos mais pipoca em casa._    Neguei esticando a minha mão livre, para segurar a de minha mãe.

-Isso é o de menos, mãe! A gente dá uma passadinha rápida no mercado._     Ela sorriu toda feliz.

  Se minha mãe fosse uma criança agora, ela estaria pulando e batendo palmas, de pura felicidade. 

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-Desy 👑

Como Almas GêmeasHistórias para pegar e não largar. Descubra agora