Katherine Petrov, uma mulher doce, gentil, meiga e ingênua muita vezes boba e manipulavel. Kate cresceu no ceio da máfia russa, porém mesmo afundada no machismo de sua família ela se viu apaixonada pelo inimigo mas o destino não quis que eles ficass...
Olho para todos os lados perdida, eu estive poucas vezes na cede da máfia meu pai nunca gostou que eu fosse la e todas as vezes que vim fiquei exclusivamente na sala dele que agora é do meu irmão.
- Senhorita Petrov? - Me viro e sorrio vendo Grace.
- Olá. - Sorrio a abraçando.
Grace foi a secretaria do meu pai por anos e hoje já com os seus cinquenta anos ela cuida de todas as mulheres que trabalham aqui, que não são muitas na verdade.
- O capo me informou que você vai ajuda-lo por um tempo. - Ela diz sorrindo.
- Sim, ele disse que precisava de uma secretária mas eu não sei onde é a sala dele. - Digo meia sem jeito.
- Tudo bem querida venha comigo. - Ela diz docemente e me encaminha.
Sorrio agradecida e o sigo até o corredor onde os escritórios mais importantes ficavam, ela abre a porta que tinha o nome de Stefan e da passagem para que eu entre na frente.
A anti-sala era muito bonita com um sofá e poltronas de espera, plantas e uma mesa de carvalho no canto esquerdo.
- Essa vai ser sua mesa, quer que eu o avise que chegou? - Ela pergunta.
- Acho que posso fazer isso, obrigado. - Agradeço e ela assente se despedindo.
Olho para a porta da sala de Stefan e respiro fundo indo até la dando duas batidas. Ouço um entre e giro a maçaneta adentrando o local.
Fecho a porta atrás de mim ajeitando o blazer que estava por cima do vestido cinza social. Vejo ele me olhar dos pés a cabeça parando no meu rosto.
- Esta linda. - É a primeira coisa que diz.
- Obrigado... Eu ia vir de calça jeans mas sua mãe insistiu para eu vir com isso. - Aponto para mim mesma.
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- Minha mãe sempre toma boas decisões. Se aproxime. - Ele diz notando que eu ainda estou perto da porta.
O observo que vejo que ele esta sentando na cadeira estofada atrás da sua grande mesa, ele esta sem o palitó deixando o colete cinza a mostra por cima da camisa social branca que mostra seus músculos.
Daqui ele parece tão poderoso, como se pudesse ter o mundo nas mãos... Nunca o tinha percebido dessa forma.
Ando até ele em silêncio ouvindo apenas o barulho dos meus saltos contra o piso, me sento na cadeira a sua frente e o encaro.
- Preciso que análise os balanços financeiros das boates e as transações bancárias. - Ele diz passando uma pilha de pastas para o meu lado.
- Tudo bem, eu levo para a mesa que me deram la fora mais alguma coisa? - Pergunto.