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Esse capítulo é mais para mostra a amizade da Marie com a Blue e Hana

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Esse capítulo é mais para mostra a amizade da Marie com a Blue e Hana.É expor um pouco de sua personalidade.Bjs!

🚨Não revisado🚨
Marie Wayne :

— Como foi o trabalho hoje? — Blue invariavelmente questionava ao me ver cruzar a soleira da porta. Mesmo nos dias mais exaustivos, seu acolhimento dissipava parte do cansaço.

— Cansativo. Você estava certa — respondi, deixando-me cair no sofá, apenas para notar a presença de Hana ali. — Oi, Hana banana — murmurei, depositando um beijo em sua bochecha.

— Espere um instante... ouvi bem? Você admitiu que Blue estava certa? Que reviravolta cósmica é essa? — Hana exclamou, ostentando uma expressão de teatral surpresa.

— Vá se danar, Hana "banana" — retrucou Blue, elevando o dedo médio em um gesto brincalhão.
Nossa amizade com Hana floresceu assim que ingressamos na Universidade de Washington. Desde então, nós três nos tornamos um trio inseparável. Hana dividia um apartamento próximo ao campus com sua namorada, mas invariavelmente gravitava para o nosso espaço, tornando-o quase seu segundo lar.

— Sobre o que exatamente eu estava certa? — Blue indagou, seu deleite em ter razão sempre evidente.

— Sobre o possível parentesco de Mia Grey com Christian Grey. Eles são irmãos — revelei, apanhando uma fatia de pizza que repousava sobre a mesa de centro.

— Quem são esses? — Hana perguntou, visivelmente alheia ao tópico. Blue, com sua habitual presteza, prontificou-se a explicar. — Ah, sim! Lembro-me agora. Os membros do jornal estudantil fizeram inúmeras tentativas infrutíferas de agendar uma entrevista com o magnata Christian Grey.

— Como você não sabia disso, Marie? Você faz parte desse comitê — Merda. Mil vezes merda. — Marie, o que você está escondendo?

— Hum... eu não estou escondendo absolutamente nada — minha voz vacilou, denunciando minha péssima habilidade para a dissimulação. A verdade era que David me havia afastado do comitê, alegando minha suposta incapacidade de defender minhas teses nas matérias. Obviamente, omiti esse fato de Blue, receosa de que sua indignação a levasse a cometer alguma imprudência na reitoria.

— David a removeu do jornal estudantil e ela não te contou? Marie, sua pequena mentirosa! — Hana, com sua proverbial falta de filtro. — Você me disse que já havia conversado com a Blue sobre isso.

— Marie, você precisa urgentemente tomar alguma providência em relação a isso. Além do assédio, que é gravíssimo, ele está prejudicando sua vida acadêmica — Blue declarou, seus olhos faiscando de indignação.

— Eu sei, mas temo que ele possa me prejudicar ainda mais. Alguma vez você viu alguém como ele sofrer as consequências de seus atos?

— Você não pode se manter omissa diante de tais injustiças. O que seu avô diria? — Meu avô sempre foi um fervoroso combatente das desigualdades e injustiças enfrentadas por nosso povo. Foi ele quem me inspirou a seguir a carreira de jornalismo, com o ideal de expor a verdade em busca de equidade. — Ele denunciaria à reitoria. Você tem o potencial para se tornar uma jornalista excepcional; não permita que um mimado arrogante obstrua seu caminho. Por favor, faça algo por você!

— Sim, Marie — Hana me abraçou apertado. — Você precisa dar um basta nesse sujeito desprezível.

— Isso mesmo! — Blue também me envolveu em um abraço. — Confesso que sua figura não me agrada particularmente — disse com um tom zombeteiro —, mas algo precisa ser feito. E se você não resolver essa situação, serei obrigada a falar com Noah.

— Não faça isso! Ele é capaz de vir até aqui para... sei lá, confrontá-lo de alguma forma. Não quero atrapalhá-lo em sua jornada de exploração do globo — respondi com uma ponta de ironia.

— Garota! Você jamais o atrapalharia. E você sabe muito bem que ele é louco para ter a "Mariezinha" só para ele.

— Eu também sou, Blue! Olha essa retaguarda! — Hana exclamou, dando um tapa brincalhão em meu bumbum.

— Vou contar para sua namorada! — Blue ameaçou, com um brilho travesso nos olhos.

— Oh, não! Ela me enterraria viva!

— E com razão! Você não pode sair por aí apalpando as nádegas alheias dessa forma! — declarei com convicção. — E Noah é como um irmão para mim, não existe "essa".

Após horas de conversas descontraídas e risadas compartilhadas, decidi me recolher. Hana, percebendo meu receio de dormir sozinha, acompanhou-me até o quarto.
Enquanto a voz suave de Hana preenchia o silêncio com histórias e confidências, minha mente involuntariamente vagava para ele. Sim, ele. Aquele homem de beleza etérea, que parecia ter descido diretamente do Olimpo, de tão perfeito. E seus olhos... meu Deus, aqueles olhos.

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Bjs de luz...

Marie Onde histórias criam vida. Descubra agora