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Capítulo Revesido
Marie Wayne :
Assim que entramos no carro, Christian subiu a divisória, nos separando de Taylor. Antes que eu pudesse sequer respirar, ele me puxou para sentar em seu colo e me beijou como se sua vida dependesse disso. Seus lábios eram firmes, exigentes e, ao mesmo tempo, incrivelmente lentos, explorando cada curva da minha boca.
Meu coração disparou, e o sangue incendiou cada veia do meu corpo. O desejo, um calor intenso e avassalador, invadiu o meu ventre. Ele desfez o nó do meu macaquinho com uma destreza surpreendente, expondo meus seios. Seus olhos me analisaram com uma luxúria tão crua que senti um arrepio.
— Tem ideia do muito que a quero? Tão linda! — Ele sussurrou, acariciando meus mamilos com as pontas dos dedos e, em seguida, beliscando-os suavemente. Cristo! Como aquilo era bom. Uma onda de prazer percorreu meu corpo, fazendo-me arfar.
Ele me abraçou, aproximando-me ainda mais de seu corpo e me apertando com força. Uma de suas mãos seguiu para meus cabelos, enroscando-se nos fios macios, enquanto a outra percorria minha coluna até a cintura, prendendo meus pulsos. Senti sua outra mão em um dos meus mamilos, e sua ereção me impulsionando para cima, uma presença inegável.
— Vou te foder todinha, pequena. Você quer? — Ele disse, e em seguida, chupou meu mamilo esquerdo como se fosse uma chupeta, um som úmido e pecaminoso. — Gosta de foder com força, pequena? — Oh, não sabia o que lhe responder. Nunca tinha ido tão longe assim. Minha mente estava um caos de sensações.
— Não sei, nunca tinha feito algo assim antes — as palavras escaparam num sussurro. Assim que ouviu minhas palavras, ele me olhou de uma forma diferente, a intensidade em seus olhos vacilando.
— Como? Você ainda é virgem? — Balancei a cabeça afirmativamente, sentindo o rubor queimar meu rosto. Ele, de repente, me colocou de volta no banco.
— Cubra-se — disse rudemente, sua voz agora fria e distante. Obedeci, puxando o macaquinho para cobrir meus seios. Ele desceu a divisória novamente. — Taylor! Mude a rota para a casa da senhorita Wayne.
— Fiz algo errado? — o questionei, meu coração apertado. Ele negou com a cabeça, os olhos fixos na frente.
Fiz o máximo de esforço possível para segurar o choro. Marie, sua garota estúpida, é óbvio que fez algo errado, sempre faz. Mas o quê? Será que ele não gostou dos meus seios ou do meu beijo? Ou já conseguiu o que queria e me descartou?
Graças a Deus, já estávamos na porta do meu apartamento. Antes de descer, esperei alguns minutos, achando que ele me diria algo, mas ele não o fez. "Menina tola", meu subconsciente gritou, a decepção me esmagando.
Já em meu apartamento, tentei fazer o mínimo de barulho possível; não queria acordar Blue. Ela era muito curiosa e me perguntaria sobre a noite, e eu não estava a fim de me chatear.