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Christian Grey:
Juro por Deus que, se tiver que ir em mais uma recepção dos amigos do meu pai, cabeças vão rolar. Sou grato aos meus pais por terem me tirado da miséria e do abandono. Se não fosse por eles, hoje, com certeza, eu seria um viciado no Bronx, uma sombra perdida nas ruas que mal me lembro, mas que me assombram todos os dias. Faço alguns sacrifícios para agradá-los. Um deles é vir nessas recepções sufocantes com eles. Dessa vez, viemos à Eslováquia.
Por que essas merdas não podem ser nos EUA? O que me deixa mais puto é ficar uma semana longe da bucetinha da Marie. Elliot está supervisionando a empresa para mim, então minha única real preocupação é essa distância, essa ausência dela que me traz uma angústia palpável. Não sei o que estou sentindo exatamente, mas sei que a falta dela é um tormento constante.
Quando dormi ao seu lado, foi o paraíso. Não tive pesadelos, apenas um sono tranquilo, sem as sombras da minha infância invadindo minha mente. Sua ternura me deixa calmo, me anestesia da dor que carrego. Tenho falhado miseravelmente nas tentativas de me manter indiferente. Não posso negar, ela tem um poder avassalador sobre mim. Graças aos Céus, ela é ingênua e não percebe que estou em suas pequenas, mas potentes, mãos.
Aviso meus pais que não estou bem – uma mentira útil, pois minha perturbação era real, mas não era a que eles imaginavam – e venho para meu quarto. Quando entro, tenho uma desagradável surpresa. Natasha, uma das minhas fodas, está nua em cima da cama. Não posso negar que ela é uma bela mulher, com um corpo esculpido, mas é desagradável, pegajosa. Uma puta interesseira, como a maioria.
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— Olá, senhor — ela diz, engatinhando até a beira da cama, como um animal treinado. O ponto forte dela é que sabe todos os meus gostos e age da maneira que mais me agrada. Não me toca sem permissão e é totalmente submissa a mim. — O que vai fazer hoje comigo? O senhor pode tudo — ela geme, a voz carregada de uma falsa devoção.
— Como entrou aqui? — Me aproximo e toco seu rosto. Seus olhos verdes, por um instante, me lembram os de minha mãe biológica, uma memória que se desvanece tão rápido quanto surge, deixando apenas um rastro de frieza. — Está me ignorando, Natasha? Gosta de ser punida? Essa é a única explicação para seu desrespeito.