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Capítulo Revisado
Christian Grey:
Ela estava de volta na sala, parada, me olhando. Era tão pequena, sentia que se a apertasse muito forte, a quebraria.
— Hm... você vai querer comer algo? — Ela pigarreou, quebrando o silêncio com uma pergunta ingênua.
Ótima pergunta, coelhinha! Havia algo que eu almejava comer há muito tempo. Levantei-me do sofá e fui em sua direção, mantendo o contato visual. Observei sua pele ruborizar à medida que eu me aproximava, uma reação que me atiçava ainda mais.
— Sim, coelhinha! Eu quero lhe comer. — Um 'O' perfeito se formou em sua boca, uma surpresa adorável. Peguei em sua delicada mão e a beijei, sentindo a suavidade de sua pele.
Conseguia ouvir sua respiração se desregular, o ritmo acelerado denunciando seu nervosismo e excitação.
— Guie-me até seu quarto, pequena — ordenei, e ela acenou positivamente, uma rendição silenciosa.
Ela me conduziu para dentro do apartamento, que era maior do que pensei. Sua pequena mão estava suada na minha, um sinal da sua ansiedade. Chegamos ao seu quarto. As paredes eram brancas, e uma estante marrom repleta de livros chamou minha atenção. Sua cama era grande, convidativa, cheia de almofadas macias. Em uma das paredes, uma coleção de pôsteres de figuras famosas, de cineastas a escritores, exibia seu gosto refinado e inocente.
— Es... este é meu quarto — ela disse timidamente, sua voz um sussurro.
Aproximei-me dela, soltando sua mão apenas para levantar a minha e passar os dedos por seu belo rosto, sentindo a maciez da sua pele. Beijei sua mão, depois seu pescoço, e finalmente sua boca. Meu beijo era feroz e cheio de desejo, uma promessa do que estava por vir. Eu queria senti-la por completo, queria devorá-la.
Agarrei sua cintura, puxando-a para que seu corpo colasse ao meu. Senti a dureza da minha ereção contra ela através do tecido fino do vestido. Apertei seu bumbum, pressionando-a ainda mais contra mim. Seus gemidos baixos eram a trilha sonora perfeita para minha excitação crescente.
Afastei-me o suficiente para girá-la de costas para mim e, com uma rapidez que a surpreendeu, abri o zíper do vestido. O tecido fino escorregou pelos seus ombros, braços e quadris, caindo em uma poça aos seus pés, deixando-a apenas de calcinha. Porra!! Como ela era linda! Seu corpo era perfeito, esculpido, seus seios fartos com as aréolas marrons eram uma tentação. Sua pele era divina e seu cheiro, tão bom, me embriagava. Oh! Eu estava fascinado!
Beijei a parte interna de sua coxa, meus lábios traçando um caminho sensual, subindo os beijos até chegar em sua calcinha. Gentilmente, empurrei-a para a cama, removi sua calcinha e a deixei nua para mim.
— Você é perfeita — minha voz era rouca de desejo, e meu jeans estava se tornando extremamente desconfortável. Precisava tirá-lo. — Se dê prazer, pequena. — Seus lábios tremeram e suas bochechas adquiriram a tonalidade de um tomate. A simples sugestão de que ela deveria se tocar a deixava completamente constrangida. — Você já se masturbou? — Porra! Não podia ser que ela nunca tivesse se tocado. — Por favor, pequena, responda-me.