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oi,gente.o que vocês estão achando ?
🚨Não revisado🚨
Marie Wayne:
Hoje, despertei antes do habitual, ansiosa para ligar para meus pais e para Noah. Adoro conversar com eles, embora invariavelmente as lembranças de casa e dos bons momentos me tragam lágrimas aos olhos.
Falar com Noah é sempre um bálsamo. Ele é uma das minhas pessoas favoritas no mundo. Nossa amizade floresceu na pré-escola e, desde então, somos inseparáveis. Diariamente, trocamos mensagens por videochamada ou chamadas de voz.
Tenho recebido e-mails do Sr. Grey. Sim, ele me envia mensagens eletrônicas, expressando sua apreciação pelo livro que recomendei. Fiquei genuinamente surpresa ao receber o primeiro: "O livro é realmente excelente, Marie. Sabia que podia confiar no seu bom gosto. CG."
Ao compartilhar isso com Blue, ela soltou uma gargalhada, comentando sobre a raridade de conversas informais por e-mail nos dias de hoje. E ela tinha razão. Isso me fez ponderar se o e-mail era apenas um agradecimento formal, sem a intenção de iniciar uma conversa mais pessoal.
Essa constatação me deixou inesperadamente desapontada.
Finalmente, a última aula da faculdade chegou, e agradeci mentalmente ao universo por ser sexta-feira.
Dirigi-me ao estacionamento do campus para esperar Blue, que me daria uma carona para o trabalho. E, como quase todos os dias, amaldiçoei-me por não ter vendido meu Fusca em Copenhague para comprar um carro aqui.
— Olá, Marie. — Virei-me e deparei-me com o Sr. Grey. O que ele estaria fazendo ali?
— Senhor Grey — respondi com um sorriso surpreso. — O que o traz aqui?
— Essa pergunta está se tornando um hábito — ele sorriu sem graça. — Fui convidado para ser o orador da cerimônia de formatura deste ano e vim pessoalmente aceitar o convite.
Oh! Por um breve instante, imaginei que ele, o magnata Christian Grey, viera até ali para me ver. Menos, Marie! Bem menos.
— Hm... Ah, sim? — As palavras pareciam brotar sem meu controle. — Não quero atrapalhar. A reitoria fica para lá — apontei vagamente para um canto qualquer, na esperança de me livrar daquela situação desconfortável.
— É na direção oposta, senhorita — senti minhas bochechas corarem intensamente. — Já estava de saída. Mas a vi e pensei em convidá-la para um café. A senhorita aceitaria?
— C... claro que aceito — tive que admitir que sua presença me deixava ligeiramente intimidada. — Vou avisar minha amiga que não irei mais com ela e podemos ir.
— Perfeito, Senhorita Wayne — sorri e fui em direção a Blue para avisá-la.
Christian Grey :
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Christian Grey:
Como ela estava deliciosamente linda naquela maldita calça legging. Ah, pequena Marie. E aquela blusa decotada, insinuando a forma de seus seios e a delicada projeção de seus mamilos. Como poderia manter distância quando ela me provocava tanto, mesmo sem intenção?
Ao chegarmos à cafeteria, pedi um café preto para mim e um cremoso com profiteroles para a pequena Marie. Já acomodados em nossas cadeiras, comecei a observar seu rosto pequeno e delicado. Seus lábios carnudos deviam ter um sabor tão... tentador. Ela começou a corar sob meu olhar fixo. Isso apenas intensificava meu desejo de "devorá-la" com os olhos. Ela tomou um gole de seu café e saboreou os profiteroles.
— Um centavo pelos seus pensamentos? — Sua pele ganhou novamente um tom rosado.
Era realmente surpreendente como ela conseguia ruborizar tão intensamente, dada sua tonalidade de pele. Como reagiria aos meus tapas? Às palmatórias? Ficaria com esse mesmo tom carmesim?
— Gosto de café cremoso. É minha bebida preferida — ela murmurou em explicação.
— Você tem namorado? — Minha pergunta pareceu intensificar seu rubor. Excitante.
— Não tenho — ela sussurrou.
— Você quer um?
— O... quê? — Ela franziu a testa, em uma leve desaprovação. — Não. Eu não quero — ouvir isso me agradou imensamente, pequena Marie.
— Você fica nervosa perto de todos os homens ou apenas perto de mim? — Ela corou novamente.
— Por que está me perguntando isso? Não me sinto nervosa perto de você! — respondeu, tropeçando nas palavras.
— Sério? — Ela assentiu com a cabeça. — Então não olhe para baixo. Gosto de ver seu rosto.
— Hm... Por que não me pediu para chamá-lo pelo seu primeiro nome?
Uma boa pergunta, Senhorita Wayne. Isso demonstrava um instinto jornalístico latente, apesar de sua visível timidez.
— As únicas pessoas que usam meu nome de batismo são minha família e alguns amigos íntimos — respondi honestamente. — Você nasceu aqui? —
Obviamente, eu já sabia a resposta, cortesia de um dossiê detalhado sobre sua vida.
— Não, nasci no Rio de Janeiro, no sudeste do Brasil. Mas fui criada na Dinamarca — ela sorriu ao falar, como se as lembranças de casa a aquecessem.
— Que horas começa seu turno?
— Doze horas — ela sussurrou.
— Já está na hora — levantei-me. — Venha, eu a acompanho.
Já eram vinte horas e meus pensamentos ainda gravitavam em torno do nosso... encontro com a doce Marie. Nunca me senti tão atraído por alguém. Será que ela sentia o mesmo? Percebi seus olhares furtivos para minhas mãos algumas vezes. Então esse era o seu fetiche, pequena Marie?
A pequena Marie. Precisava urgentemente possuí-la para ter alguma paz. Mas será que uma vez seria suficiente? Esse pensamento me assustava com uma intensidade inesperada.