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Capítulo Revisado
Marie Wayne:
Tiro minhas roupas, deixando à mostra apenas a minha calcinha da Hello Kitty. Sinto meu rosto queimar de vergonha, mas ele me impede de cobrir o corpo. Seus olhos analisam cada centímetro de mim, fixos e famintos, carregados de luxúria e um desejo inegável. Um frio na barriga me atinge em ondas, um misto de ansiedade e uma excitação perturbadora, só de imaginar o que ele vai fazer comigo nesse "calabouço".
Ele se aproxima, seus passos firmes no chão de pedra. Passa as mãos pelo meu rosto com uma ternura inesperada, analisando-me como se eu fosse a obra de arte mais preciosa. Gosto de sentir seu toque, é como o paraíso na terra, uma carícia que acalma a tempestade interna. Mas, de maneira abrupta, seu toque carinhoso muda. Seus dedos apertam minha garganta, não forte o suficiente para machucar, mas o bastante para me prender, para me lembrar de quem está no controle. Ele me beija com uma brutalidade e um desejo avassaladores, suas mordidas em meus lábios me deixam com o gosto metálico de sangue, um sabor agridoce que me excita e assusta ao mesmo tempo.
Ele prende minhas mãos acima da minha cabeça com uma espécie de braçadeiras de couro, frias e firmes contra minha pele. Em seguida, venda meus olhos com uma máscara de cetim vermelha. Confesso que não ver o que ele vai fazer deixa tudo mais excitante, o suspense amplificando cada sensação, cada toque.
Sinto sua respiração pesada em meus ouvidos, um som grave e ritmado, como se ele estivesse exatamente atrás de mim. Essa suposição se confirma quando sinto seus beijos e mordidas quentes em minha nuca, descendo pela minha coluna, traçando um caminho arrepiante até chegar ao meu bumbum. Sinto suas mãos firmes retirando minha calcinha, e então um ardor que me faz prender a respiração: um tapa, depois outro, e outro. Meu bumbum queima, mas, estranhamente, o calor se mistura com uma onda de prazer.
— Você está totalmente disponível a mim, coelhinha — sua voz é rouca e lenta, um sussurro que reverbera em minha alma. Sinto seus beijos e mordidas agora em meu pescoço, descendo para meus seios. — Posso fazer o que quiser! Se você soubesse o tanto que esperei por isso!
Meu ventre arde com o prazer e o desejo que sinto por seus beijos, mordidas e beliscões em meus mamilos. Não tinha ideia de que era possível sentir tanto prazer assim apenas nos seios, uma intensidade que me faz soltar gemidos involuntários, um som que não consigo conter.
Seu toque nos seios se encerra, e agora sinto uma espécie de prendedores em meus mamilos que os apertam duas vezes mais que suas beliscadas. A sensação é dolorosa e eletrizante ao mesmo tempo. Seus beijos agora estão em minha barriga e descem lentamente para minha "florzinha". Ele diz, a voz rouca e sedutora:
— Como você é cheirosa, sabia? Só de sentir seu cheiro, meu pau fica louco pra te foder, pequena Marie. — Suas palavras me deixam profundamente constrangida, mas meu corpo reage de forma incontrolável. Sinto um objeto de couro roçando em minha pele, e um arrepio percorre meu corpo. — Conte comigo, coelhinha. Um... — Sinto minhas pernas serem açoitadas. A dor é aguda, mas o prazer, estranhamente, não diminui. — Se não contar, vou dobrar o número de açoites. Um — Sou açoitada nas costas, e repito: — Um. — O chicote desce novamente. — Dois... — Agora em meus seios. Repito, a voz embargada: — Dois. — Outro golpe. — Três. — Agora no bumbum. Repito, ofegante: — Três. — Mais um. — Quatro — Agora em minha barriga. Repito: — Quatro. — Outro. — Cinco — Agora em minhas coxas. Repito: — Cinco. — O último. — Seis. A última, coelhinha. — Açoite em meu bumbum. Repito, a voz quase um sussurro: — Seis.