Capítulo 2

1.5K 64 2
                                        



Instagram on

@lilianpochettino_: ☀️

Instagram off

Dia seguinte
Casa dos Pochettinos – 08:00

P.O.V da Lilian

Acordo cedo, tomo um banho relaxante e desço pro café da manhã. Meu pai e minha madrasta já estavam na mesa.

— Bom dia, pai — dou um beijo na bochecha. — Bom dia, Karina — faço o mesmo com ela.

— Bom dia, filha.

— Bom dia, Lili! Nem te vi ontem.

— Chegueei tarde, acabei saindo com o Marquinhos pra conhecer a cidade.

— Entendi. Gostou??

— Muito! Me deu uma animada, sabe?

— Entendo, aqui é bem legal. Você vai gostar.

— E aí, filha, as propostas? Tem pensado nelas?

— Sim, pai. Tô pensando seriamente na possibilidade de fotografar pro Real Madrid, foi a melhor proposta.

— Nem pensar.

— Pai, sem infantilidade. O Real paga bem, a carga horária é super de boa, fora que tenho amigos lá. Seria divertido.

— Nada a ver, Lilian. Acho que você deveria ir pro PSG, já falei.

— Pai, não quero que me olhem como a filha do treinador.

— É assim que vão te olhar no Real também.

— Tá, pai. Eu vou pensar na possibilidade — ele dá um sorriso — mas não garanto nada.

— Vamos pro CT comigo?

— Vamos, não tenho nada pra fazer mesmo.

— Leva sua câmera.

— Pra quê??

— Tira algumas fotos do CT em geral pra mim e passa pro pessoal do marketing, pra atualizarem o site.

— Ok, pode ser.

Encerramos a conversa e eu subi pra me arrumar. Logo chegou mensagem do Marcos.

Whatsapp on

Marcos: Ooi, qual a boa de hoje?

Lilian: Vou pro CT fazer algumas fotos pro meu pai. Ele tá tentando me convencer de ficar no PSG.

Marcos: Dessa vez tô com ele. A gente se vê daqui a 20 minutos na academia?

Lilian: Ooook, já já tô chegando.

Whatsapp off

Terminei de me arrumar e desci. Meu pai já estava me esperando. Me despedi da Karina e fomos pro CT. Meu pai me explicou tudo e foi pro campo preparar o treino, e eu segui pra academia. Até que, no caminho, esbarro com alguém...

— Eita, desculpa — ele fala, levantando a cabeça e se surpreendendo ao me ver. — Eita, você de novo — risos — me desculpa!

— Pelo menos dessa vez não foi uma bolada — falo, e caímos na risada.

— É né...

Ele fala e o celular dele toca. Ele se afasta pra atender e logo volta.

— Vou precisar ir, tá? Até a próxima — fala e me cumprimenta.

— Até. Espero não levar uma rasteira na próxima — risos.

— Pode deixar — ele desce as escadas sorrindo, e eu vou até o Marcos.

inefabbleOnde histórias criam vida. Descubra agora