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@lilianpochettino: eu e a Maju tentando nos acostumar com esse frio lerigou kkkkk (tô odiando que a Maju quase some nas roupas de frio kkkkk)
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P.O.V da Lilian
Eu tava super animada pra contar a novidade pro Júnior, mas depois que contei e vi a cara dele... perdi toda a animação. Eu já tinha tudo planejado, queria levar ele no apartamento depois do jantar, super felizes, mas não rolou. Ele ficou parado lá com uma cara péssima enquanto eu falava, e eu não consegui ficar calada.
— Que foi, amor? Que cara péssima, velho. Eu tô tão animada, eu hein — falei meio puta, tomando um gole do meu suco.
— Não foi nada, neguinha. Desculpa. Eu só achei que, sei lá... você e a Maju viriam morar comigo.
— Júnior, você nunca me convidou. E outra, meu apartamento não muda nada. A gente pode dividir os lugares tranquilo. Mas eu sempre sonhei com isso, é uma realização pessoal. Quero muito ficar lá. Por mais que eu fique indo de um canto pro outro, a Maju vai ter o cantinho dela nos dois lugares.
— Não é a mesma coisa que morar junto — ele fala, simples.
— É como se a gente tivesse duas casas, amor. Já é assim. Você dorme lá em casa, eu durmo na sua. Não muda muita coisa. A diferença é que vai ser só a gente agora. Você vai ter sua chave, como se fosse seu também. Na verdade, é seu, é nosso. Vai levar seus amigos, vai quando eu tiver ou não... Enfim.
— É... talvez — ele diz, tentando se acostumar com a ideia.
— Querendo ou não, é o nosso espaço. Vai ser bom — falo, segurando a mão dele.
— Acho que vou vender a casa, então. Porque não faz sentido pra mim.
— Claro que não! E a Rafa? O Gil? O Jota? Sua mãe? Eles cuidam da sua vida profissional, tão sempre por lá. A casa é a 5 minutos do apê. Se forem pagar hotel toda vez que vierem, vai sair muito mais caro do que manter os funcionários. Fora que é a sua casa. E é incrível.
— É, né. Realmente. Nem pensei nisso.
— O apartamento dá pra instalar duas pessoas no quarto de hóspedes. Mas e quando vier todo mundo? Tinha um quarto a mais, mas no projeto pedi pra aumentar o closet pra caber nossas coisas — risos.
— Quero ver tudo — ele fala, já animado, e eu fico feliz.
— Quer ir no apê? — pergunto, simples.
— Tipo agora? — ele pergunta, e eu tiro a chave do bolso.
— Tipo agora — dou risada.
A gente pediu a comida pra viagem e foi direto pro apê. Chegando lá, o Júnior amou o lugar. Ainda ia mudar muita coisa, mas já tava lindo demais. Fui mostrando cada cantinho pra ele.
— Até agora não defini quase nada. Tava esperando te contar pra gente ver os projetos juntos. Provavelmente vou deixar o quarto menor pra Maria Júlia, porque é tudo menorzinho. Quando ela for maior talvez eu mude. Se não, também, fica muito vago. O que importa é ter banheiro. E como todos os quartos são suítes, tá tranquilo. O do Davi eu já defini, é esse aqui — falo abrindo a porta do primeiro quarto. — Quero fazer um tipo de quarto gamer. Esse tem essa divisão aqui, que facilita as coisas.
— Eu amo esse teu jeito de pensar em tudo. Obrigado — Júnior fala me abraçando.
— Ué, como assim? Tu queria vir morar do nada?
— Esquece, amor — ele fala rindo e balança a cabeça.
Mostro o resto das coisas pra ele e, por fim, a cozinha. Eu tava apaixonada. Era a única parte do apê que eu praticamente não ia mexer.
— Eu simplesmente amei essa cozinha — falo animada.
— Véi, é perfeita. Parabéns, meu amor — ele fala e me dá um beijo.
A gente se beijou meio rápido. Confesso que eu queria mais. Não sei se eram os hormônios da gravidez ou só fogo mesmo — risos. Bastava uma besteirinha e eu já pegava fogo.
O Júnior parou o beijo e eu fiquei olhando pra ele.
— O que foi? — pergunto, acariciando o rosto dele.
— Eu quero transar, Júnior. Não quero carinho. Não agora — falo direto, encostando ele na bancada.
— Assim do nada? — ele fala me provocando.
— Precisa de evento pra foder? Se precisar, temos um hoje: casa nova — falo fingindo animação e viro as costas, saindo.
— Vai pra onde? — o Júnior pergunta debochado e me puxa pra um beijo.
Começamos a nos beijar com mais desejo. Ele explorava minha boca toda. E quando percebi, já estávamos completamente nus. O Júnior me deitou na bancada e começou a me chupar. Eu gemia baixinho de prazer enquanto ele me fodia com a língua. Cara, ele sabia bem o que fazia e me deixava maluca com cada movimento.
Ele massageava meu clitóris com os dedos enquanto explorava minha buceta com a língua. Eu me contorcia, e quando ele chupou meu clitóris de novo, eu gozei na boca dele. Ele engoliu tudo e ainda me deixou limpinha. Me beijou e eu fui me recompondo.
Me ajoelhei na frente dele e comecei a chupar. Deixei bem babado, suguei só a cabeça primeiro e ele gemeu alto, o que só me deu mais vontade de continuar. Massageei as bolas dele com cuidado, desci e continuei chupando com vontade. Ele deu um tapa no meu rosto, e eu continuei como se fosse gasolina no fogo. Escutei ele me xingando com a voz rouca e voltei a chupar com mais intensidade. Ele distribuía tapas na minha bunda que me deixavam maluca.
Passei a língua na linha do pau e ele puxou meu cabelo.
— Eu vou gozar — ele falou rouco.
Comecei a punhetar rápido e senti o pau dele pulsar. Ele encostou minha cabeça e eu já entendi. Abri a boca e ele gozou dentro. Engoli tudo e ainda continuei chupando. Depois de um tempo, ele me colocou de quatro daquele jeitinho grosseiro que eu amava.
Ele bateu com o pau na minha buceta e eu soltei um gemidinho.
— Chegou minha vez de torturar um pouquinho — ele sussurrou no meu ouvido.
— Se você aguentar, né — dei uma risadinha de lado. Ele me deu um tapa na bunda e eu gemi.
O Júnior passava o pau entre minha buceta e meu cu me deixando louca. Abaixou um pouco, abriu minhas pernas e começou a lamber meu clitóris. Eu gemia alto de prazer. Ele segurava meu cabelo e passava o pau de novo na entrada da minha buceta.
— Me come, vai... por favor — implorei no meio dos gemidos. Ele riu de lado.
Segurou minha cintura e começou a meter com vontade. Dava tapas na minha bunda enquanto eu rebolava, contraindo minha buceta no pau dele. Ele soltou um gemido gostoso no meu ouvido, travou nossos corpos e começou a massagear meu clitóris com uma das mãos. Quando eu gozei, gemi alto. Demos mais duas e depois fomos pro chuveiro tentar apagar o fogo...
Mas demorou pouco pra começar de novo.
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inefabble
FanfictionA jovem Lilian pochettino é fotógrafa, e gestora de marketing, após receber algumas grandes propostas de emprego, em Paris, lilian a pedido do seu pai Maurício pochettino (atual técnico do PSG) resolve se mudar pra lá afim de novas oportunidades, Li...
