Capítulo 57

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@pochettinolilian: o que é uma mulher sem um tubinho preto no armário? 🖤✨
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Pov do Marco

Ela colocou minha mão na buceta dela e eu não conseguia nem raciocinar. Ela tava sem calcinha e toda molhada. Puta que pariu, essa mulher conseguia me desestruturar.

— Puta merda, Lilian — falei, olhando pra ela enquanto passava os dedos na sua buceta devagar. — Você me deixa maluco — sussurrei no ouvido dela.

Apertei o pescoço dela com calma e, em seguida, a peguei no braço, colocando no balcão da cozinha. Comecei a beijar ela sem parar, enquanto tentava descer o zíper do vestido, mas acabei desistindo. Subi a parte de baixo do vestido ali mesmo e fui descendo os beijos. Passei a mão nos seios dela, aproveitando cada parte, e fui beijando todo o corpo até chegar na melhor parte. Arreganhei as pernas dela na minha frente e passei a mão na sua buceta, que estremeceu na hora. Dei um sorriso malicioso enquanto me aproximava.

Puta que pariu, que buceta maravilhosa. Nem pensei duas vezes. Segurei as pernas dela e comecei a chupar com vontade. Explorava a buceta dela com a língua como se fosse a última coisa que eu ia fazer na vida. A cada gemido, eu tinha mais vontade de ficar ali. Introduzi dois dedos enquanto continuava chupando sem parar.

— Eu vou gozar, Marco... puta merda — ela disse entre um gemido alto.

— Goza... quero deixar você limpinha — falei, aumentando a velocidade dos dedos e chupando o clitóris dela devagar. Ela rebolava no meu rosto, gemendo sem parar.

Não demorou muito pra ela soltar um gemido alto, gozar na minha boca, e eu continuei chupando enquanto ela parecia sem forças. Subi devagar e demos um beijo completamente sem fôlego. Eu sentia meu pau latejar de tão duro.

— Vamos pro sofá? — ela falou no meio do beijo, enquanto tirava o vestido por completo.

Eu não conseguia parar de olhar pra ela, admirado.

— Claro, meu amor — falei, pegando ela no colo e levando pro sofá, sem parar de beijar.

— Eu quero você — ela disse com um olhar fatal.

— E eu quero você mais ainda. Você não tem noção do quanto — falei, guiando a mão dela até o meu pau. Ela sorriu maliciosa no beijo enquanto tentava tirar minha camisa.

Eu ajudei, e não demorou pra ela abrir meu cinto e descer minha calça com a cueca junto. Me olhou com aquela cara safada, passou a língua na cabecinha do meu pau, e eu soltei um gemido baixo sem querer. Ela sorriu e caiu de boca. Me deixou sem ação. Puta que pariu, ela fazia aquilo com vontade, segurava meu pau firme, massageava minhas bolas, e eu tentava me segurar com força. Ela lambia a base e voltava pra cabecinha, me enlouquecendo.

— Lilian... sai... eu vou... — tentei falar com a voz rouca.

Mas ela entendeu e continuou, sorrindo maliciosa. Gozei na boca dela, que engoliu tudo, limpou o cantinho e ainda veio me beijar.

— Você é uma diaba — falei entre um beijo acelerado.

— E você de santo não tem nada — respondeu rindo.

— Eu quero te foder todinha — murmurei, beijando ela com malícia enquanto passava a mão na sua buceta, que continuava completamente molhada.

Ela desceu do sofá e se empinou pra mim, de quatro no tapete da sala, se masturbando.

Puta merda, que cena maravilhosa.

— Vai ficar só olhando? — ela provocou, passando a língua na mão e voltando a se tocar, soltando um gemido.

Nesse momento, eu nem raciocinei. Peguei uma camisinha do bolso da calça, coloquei rápido, e passei a mão na buceta dela. Ela rebolava me chamando. Passei meu pau entre a buceta e o cuzinho dela, e ela rebolava ainda mais.

— Me fode, Marco... vai — gemeu agoniada.

— Não escutei direito — provoquei.

— Me f... — ela tentou repetir, mas eu dei uma estocada forte, fazendo ela gemer alto. Puxei o cabelo dela com uma mão, segurei a cintura com a outra e comecei a meter.

Pov da Lilian

Puta merda, meu corpo inteiro tremia. Ele me metia sem parar e eu rebolava no pau dele, já sem força nas pernas. Não demorou muito e gozamos juntos.

Foi simplesmente surreal. A gente caiu morto ali por uns 25 minutinhos, mas depois... fomos "recuperar o tempo perdido" no banheiro. Depois de transar mais umas três vezes, finalmente caímos mortos na cama.

— Você é incrível... hoje foi surreal — ele falou, me abraçando enquanto estávamos deitados.

— Você também. Obrigada por ter esperado meu tempo... acho que, sei lá, foi no momento certo. Do jeitinho que tinha que ser.

— Concordo. Foi perfeito, do nosso jeito — disse, me dando um selinho demorado.

— Preciso me recompor, organizar esse quarto e ir pegar a Maria — falei me levantando.

— Imagino, meu bem. Vai tomar banho que eu organizo tudo aqui — ele respondeu.

Antes que eu hesitasse, ele me olhou com aquele "vai, deixa comigo" e eu sorri. Tomei banho, deixei o cabelo solto pra secar e coloquei um vestidinho midi branco.

Quando saí do quarto, ele não estava mais lá. A cama tava arrumada, lençol trocado. Desci e ele tava organizando a sala.

— Já deixei a roupa de cama no cesto de roupas sujas na sua área de serviço. Era lá mesmo? — ele perguntou, e eu ri.

— Vai, me conta logo. Eu supero.

— Contar o quê, Lilian? — ele perguntou, confuso.

— Qual o seu defeito? — falei rindo, e ele balançou a cabeça em negação.

— Boba. Até parece — disse, me puxando pra dar vários selinhos.

— Sabe o que eu reparei? A gente não jantou! — falei, rindo.

— Eu fui bem servido — respondeu malicioso, e nós dois caímos na risada.

— Que menino besta, viu — falei rindo.

Depois de terminar tudo, fomos pegar a Maju com as meninas. Ela já tava dormindo e só acordava no dia seguinte. A bichinha dorme pra no outro dia gastar toda a pilha (risos). Assim que cheguei, dei um monte de cheirinho nela, coloquei no berço, liguei a babá eletrônica e desci pra esquentar o jantar.

— Ela é uma princesa, Lilian. Muito fofinha... essas bochechinhas — ele falou com carinho.

— Ela é, né? Fofa demais. Você precisa ver o quão esperta é. Um dia você vai ver ela acordada — falei, pegando uma panela.

— Vou? — ele perguntou meio sem jeito.

— A não ser que você não queira — falei sincera.

— Fico feliz de você deixar eu participar da sua vida. Eu gosto muito de você. Cada coisinha, cada momento, cada ligação nossa... me sinto cada vez mais apaixonado por você — disse, me abraçando por trás e me dando um selinho.

— Pode ter certeza que é recíproco.

Continua...

inefabbleOnde histórias criam vida. Descubra agora